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Segunda, 26 Agosto 2019 06:38

Google Penaliza Favicons

O novo design para dispositivos móveis do Google veio com um recurso de favicon para ajudar as empresas a fortalecer suas marcas no Google SERPs, mas parece que muitas delas estão tentando usar mal o recurso ou o estão implementando de maneira errada. O Google começou a penalizar esses usuários removendo os favicons deles e substituindo-os por um ícone padrão - embora ainda não esteja claro se essa penalidade teria algum efeito nos ranqueamentos deles nos resultados do Google.

Fontes: Google Already Penalizing Favicons In Search; Define a favicon to show in search results

Sexta, 23 Agosto 2019 06:38

Novas alertas SOS

O Google atualizou os alertas SOS que aparecem na pesquisa e nos mapas. Esses alertas fornecem informações sobre desastres naturais, como inundações, terremotos, furacões etc. Agora esses alertas contêm informações sobre o que aconteceu, onde aconteceu, links para notícias, serviços de resgate por telefone e dados visuais em tempo real, por exemplo, o movimento de um furacão ou inundação.

Fonte: Updates in Maps and Search to Help During Times of Crisis

Em 8 de junho, Danny Sullivan, do Google, anunciou a conclusão da atualização do algoritmo principal, lançada em 3 de junho. Como sempre, o Google não está disposto a fornecer detalhes sobre problemas específicos que essa atualização tenta resolver. No entanto, durante o seu hangout regular de webmasters, John Mueller mencionou algumas coisas que recomendamos checar. Entre eles o conteúdo desatualizado e uso de imagens de estoques organizados, em vez de fotos reais. Mueller também acrescentou que o artigo de Amit Singhal sobre os sinais de qualidade de um site ainda é relevante e pode ser usado como referência na hora de adaptar o seu site para a nova atualização do algoritmo.

A atualização do núcleo de junho de 2019 não gerou muita volatilidade de SERP de acordo com diferentes ferramentas (incluindo o sensor da SEMrush), mas alguns sites foram severamente afetados. Por exemplo, o site de notícias criptográficas e financeiras CCN declarou que teve que fechar depois de perder mais de 70% do tráfego orgânico móvel em uma noite, o que levou a uma queda de receita de 90%. O gigante de mídia britânico Daily Mail perdeu mais de 50% de tráfego orgânico, segundo o representante do jornal, Jesus Mendez, que pediu ajuda no fórum do Google Webmasters.

Fontes: Early data around the Google June 2019 core update shows some winners, losers, CCN is Shutting Down after Google’s June 2019 Core Update, English Google Webmaster Central office-hours hangoutGoogle On Why You Can't Fix Core Update Issues Or Can You?

O Google anunciou recentemente que o GoogleBot, o rastreador que visita e indexa páginas da web, começou a executar o mecanismo de renderização Chromium.
O Google disse: "A questão número um que recebíamos da comunidade nos eventos e nas mídias sociais foi se pudéssemos deixar o Googlebot sempre em sintonia com a versão do Chromium mais recente".
De acordo com o mecanismo de pesquisa, o Googlebot agora oferece suporte a mais de 1000 novos recursos que não estavam disponíveis na versão anterior, por exemplo:

ES6 e recursos mais recentes do JavaScript
IntersectionObserver para carregamento lento
Componentes APIs v1

Para garantir o suporte aos recursos mais recentes da plataforma da web, o Google mencionou que planeja atualizar regularmente o mecanismo de renderização do Googlebot.

Fonte: The new evergreen Googlebot

Terça, 30 Julho 2019 06:38

Como viralizar um produto na internet

Criar um novo produto é um dos primeiros passos de uma estratégia de público que queremos atingir. Da mesma forma, fazer um buzz e viralizar o seu produto na internet não é uma tarefa fácil.
A criação de um produto precisa de muita atenção em todos os detalhes e, dessa forma, se você quer que o seu produto viralize pela internet é necessário planejamento antes que você lance o produto.

Planeje o lançamento do produto
Lançar um novo produto inovador precisa ser pensado antecipadamente, principalmente nas necessidades do consumidor, para que os eles possam ver vantagens de comprar essa determinado marca.
Por esse motivo, pensar em como você vai atingir o público certo precisa de planejamento.
Crie um calendário de divulgações de cada detalhe do seu produto e quais os momentos em que as suas estratégias de marketing vão entrar em ação.

Estude o público do seu produto
Se você quer atingir um grupo de jovens de uma determinada faixa etária, por exemplo, como atingi-los da melhor forma possível?
Para viralizar o seu produto, o seu público-alvo precisa ver que aquele produto foi feito perfeitamente para ele.
Se o seu público conseguir se identificar com o seu produto, ele poderá começar a ser um evangelizador da sua marca na internet e começará a apresentá-la para os seus amigos e familiares.

Crie uma história do seu produto
Todos nós temos uma história de vida desde o nosso nascimento e com a nossa empresa também não é diferente.
Pessoas gostam de histórias e se o seu produto conseguir encantar o seu público, esse será um dos primeiros passos para o seu marketing viral.
Contar como tudo começou e os primeiros passos da empresa traz os seus futuros clientes para mais perto da sua marca, criando um vínculo, como se eles sentissem que conhecem a marca e que ela é deles também.

Use influencers para falar do seu produto e para gerar buzz marketing
Para que o seu produto seja viralizado na internet, nada melhor que os Influencers para te dar uma “mãozinha” nesse processo.

Influencers da Campanha Chilli Beans
A Chilli Beans faz muito bem isso, quando tem um lançamento de um novo produto.
Os Influencers são produtores de conteúdos, onde têm diversos seguidores que estão ávidos por novidades vinculado à ele.
Basta uma postagem para começar a chuva de interação no post do Influencer dos seguidores querendo saber mais sobre o produto ou até mesmo querendo descobrir onde pode comprá-lo.
Ser Influencer virou uma profissão e está tão forte nos últimos tempos que universidades já estão criando cursos para abordar o assunto, de forma a criar novos profissionais nesse segmento.
Conhecer o Influencer que o seu público se identifica pode ser o ponto chave para que você atinja o buzz marketing de um maior número de pessoas do seu público-alvo.

Crie uma hashtag do seu produto
Se você pensa em atingir públicos no Instagram e no Twitter, a sua #hashtag pode te ajudar a aumentar o interesse das pessoas. A sua criação é transformada em um hiperlink que direciona todas as pessoas que clicarem nessa hashtag para conteúdos relacionados àquelas postagens.
Dessa forma, o Instagram e o Twitter relacionam todos esses conteúdos juntos em um só tópico, para que você tenha mais facilidade de achar tudo o que está sendo falado sobre aquele determinado assunto.

Faça uma lista de espera
Criar um desejo de espera nos seus futuros clientes deixa as coisas muito mais interessantes.
Quando o cliente se sente especial, por ser um dos primeiros a receber alguma novidade em primeira mão sobre o produto, causa entusiasmo e exclusividade para o seu público-alvo.
Capture e-mails desses usuários e, com o tempo, solte sempre uma informação do produto. Mande avisos para o seu público de quanto tempo falta para o lançamento. Divulgue imagens exclusivas e criativas do seu produto, para que possa fomentar cada vez mais desejo nos seus futuros clientes.
Divirta o seu público, seja criativo e mostre o quanto o seu produto é valioso para o usuário.

Promova eventos
Estar presente em algum âmbito de eventos sempre é importante para networking. Agora, imagina você criar vários tipos de eventos falando do seu produto? Faça parte também de podcasts, onde você sabe que o seu público se encontra.
Conte sobre o lançamento do seu produto, dê algo de especial para esses ouvintes terem o contato de alguma forma com o seu produto ou marca.
O primeiro contato é o que você precisa para que ele seja mais um futuro cliente que terá o desejo de esperar pelo lançamento do seu produto.

Conclusão
Para conquistar o seu cliente, você precisa mostrar as vantagens de ter o seu produto e quais são os benefícios que ele irá proporcionar para o seu futuro consumidor.
Para o seu público ver vantagens, você primeiro precisa conhecer o seu gosto e suas necessidades para conseguir viralizar o seu produto na internet.
Aposte nas estratégias do marketing digital, mas não esqueça de criar as estratégias de planejamento antes de começar.
Calcule o quanto você está disposto a investir para viralizar o produto na internet, mas tome cuidado, pois começar a estratégia e não terminá-la por falta de planejamento ou até mesmo por questões financeiras.

Esse texto foi desenvolvido pela agência Binden.

O mercado de e-commerce está a cada dia mais concorrido. Conquistar uma grande visibilidade e se destacar é cada vez mais complicado.

É aí que uma estratégia de conteúdo pode se tornar um grande diferencial para uma loja virtual.
O blog para e-commerce é uma poderosa ferramenta para divulgar os produtos e aumentar as vendas.
Para você ter uma ideia, as lojas virtuais que mantém blogs atualizados possuem 3 vezes mais visitas e 2,5 vezes mais clientes,
Mas, se esse motivo indiscutível ainda é pouco para te convencer da importância de um blog, prepare-se para mudar de ideia hoje mesmo!
Preparamos uma série de razões pelas quais você deve começar a pensar no blog para e-commerce com urgência, confira:

O blog para e-commerce é barato
A decisão sempre acaba pesando mais no bolso, certo? Muitas vezes, por mais eficaz que uma estratégia seja, a falta de investimento acaba nos impedindo de apostar com tudo nela.
Se esse é um dos seus grandes obstáculos, então você vai gostar de saber que manter um blog para a sua loja virtual é uma ação muito mais barata do que as divulgações tradicionais.
Manter um blog consiste em, basicamente, entender a fundo quem são as personas do seu negócio e, a partir daí, produzir conteúdo exclusivo que as ajudem a resolver problemas e sanar dúvidas.
Se você conhece bem o seu mercado de atuação e sabe quais são as grandes dores da sua persona, essa tarefa se torna bastante simples e, o melhor de tudo, de baixo custo!
Ao contrário de realizar publicidade em grandes portais ou, até mesmo, precisar reduzir a sua margem de lucro para atrair clientes com descontos imperdíveis, é possível produzir conteúdo de qualidade para o seu blog e observar as vendas aumentarem com investimentos que cabem no bolso.

O conteúdo atrai potenciais clientes qualificados
Como você já deve ter notado no dado que demos no início do texto, o blog para e-commerce é uma importante porta de entrada para que potenciais clientes descubram a sua loja.
Pense que as pessoas estão conectadas na internet todos os dias buscando conteúdos que as entretenham, resolvam os seus problemas e tirem as suas dúvidas. Afinal, quem nunca recorreu ao YouTube ou ao Facebook para descobrir como se faz alguma tarefa?
Se o seu blog apresenta essas dicas e informações, as chances de pessoas que precisam dos produtos que você vende o encontrarem são muito maiores.
O resultado é um tráfego maior de pessoas com alto potencial de efetivarem uma compra e se tornarem clientes recorrentes!

É possível se tornar referência no mercado
Imagine que excelente seria ser reconhecido como autoridade no mercado em que você atua?
Quando isso acontece, as pessoas recorrem ao seu blog para se informar sobre assuntos específicos, como os mais novos lançamentos de tecnologia ou as últimas tendências de moda.
Essa não é uma posição fácil de ser conquistada, no entanto, ela é possível com o marketing de conteúdo e com o blog para e-commerce.
Ao ser reconhecido como referência nos assuntos que o seu blog aborda, não apenas a taxa de conversão é maior, como também os níveis de retenção de clientes. Combinados, esses resultados de grande importância trazem uma ótima rentabilidade para o seu negócio!

Você vai ganhar pontos na otimização do e-commerce
Aparecer nos primeiros resultados do Google quando um potencial cliente realiza uma busca aumentam as suas chances de ganhar visitas e, claro, vender mais.
Para que isso aconteça, no entanto, é preciso trabalhar a otimização do seu site, também conhecida como SEO, que nada mais é do que um conjunto de técnicas que tem como objetivo aumentar a visibilidade do seu e-commerce e o posicionamento orgânico para certas buscas.
Por isso é fundamental entender o conceito e as estratégias de SEO para o seu negócio.
E adivinha o que conta muitos pontos para aumentar a efetividade do SEO da sua loja? Isso mesmo, um blog!
No blog é possível trabalhar termos de pesquisa relacionados aos produtos vendidos da sua loja, aumentando as chances de ele aparecer nas buscas.
Além disso, se o conteúdo realmente for interessante, as pessoas começarão a compartilhá-lo em suas redes sociais. E esse tipo de atividade vai contar muitos pontos para que o Google entenda que a sua loja é relevante e, assim, a mostre nos primeiros lugares da busca.

As pessoas leem e preferem conteúdo a anúncios
Mas será que as pessoas realmente vão ler o blog de uma empresa? Sim! De acordo com uma pesquisa da Demand Metric, 60% dos consumidores gostam de ler o conteúdo produzido por uma marca.
Além disso, 70% deles preferem descobrir mais informações sobre uma empresa por meio de conteúdo do que por anúncios. E esse é um forte reflexo da mudança de comportamento do consumidor, que não quer mais ser interrompido por publicidades que têm pouco a acrescentar.
E, para te convencer de vez que você realmente terá leitores que farão a diferença nos resultados da loja, a pesquisa ainda descobriu que 82% dos consumidores ficam com uma impressão mais positiva da marca após consumirem os conteúdos produzidos por ela.

Estou convencido! Por onde começar?
Agora que não há mais argumentos para você não começar um blog para e-commerce o mais breve possível, chegou o momento de preparar a sua estratégia de conteúdo com essas dicas:

1. Crie uma estratégia com objetivos claros
O seu blog terá como objetivo atrair mais visitas e incrementar as vendas da loja, certo? Por isso, todos os posts precisam ter uma estratégia e um propósito claro para estarem ali.
Todas as publicações criadas devem responder a essas 3 perguntas:
Para quem esse conteúdo se destina?
Em quais plataformas eu vou divulgar esse post?
Por que eu vou produzir esse conteúdo? Quais problemas da minha persona ele vai resolver?

Esse planejamento vai ajudá-lo a manter o foco nos objetivos e a produzir apenas nos conteúdos que realmente fazem sentido e tem o potencial de gerar resultados para a sua loja.

2. Crie diferentes formatos de conteúdo
Manter um blog não significa apenas escrever artigos de texto. Existem diversos outros formatos de conteúdo que devem ser explorados para manter o interesse dos leitores e potencializar os resultados.
Infográficos, eBooks, vídeos, reviews de produtos e tutoriais são apenas alguns dos exemplos de tipos de conteúdo que você pode explorar.
Ao fazer o seu planejamento, não deixe de avaliar qual tema pode se encaixar melhor em cada um desses formatos para manter o blog sempre interessante.

3. Pense fora da caixa
Para se destacar ainda mais, o ideal é que o seu blog apresente conteúdos inéditos ou, ao menos, um ponto de vista diferente sobre temas que causam dúvidas na persona.
E essa é uma tarefa que só será possível de ser cumprida se você também prestar atenção no que os seus concorrentes e os influenciadores do mercado já estão fazendo.
Realize pesquisas constantes para ver quais os assuntos que já foram abordados e tentar identificar brechas para criar novos conteúdos ou propor diferentes formatos para facilitar o entendimento.
Uma boa dica também é realizar parcerias com influenciadores do segmento. Além de conseguir opiniões e pontos de vista mais técnicos sobre o assunto, esse tipo de iniciativa também permite com que a sua marca aproveite da relevância do influenciador.

4. Mantenha a consistência
De nada vai adiantar você produzir um conteúdo incrível na semana que vem e, depois, sumir por meses. O blog para e-commerce precisa de frequência para se tornar relevante e fazer com que as pessoas voltem.
Criar um calendário editorial com a data de publicação dos posts e os temas vai te ajudar a visualizar melhor a sua estratégia de conteúdo.
Além disso, fazer posts sempre nos mesmos dias cria o hábito de que as pessoas acessem o blog constantemente para ler as novidades.

5. Defina quem vai produzir o conteúdo
Criar conteúdo com frequência e que seja exclusivo não é uma tarefa fácil. Essa atividade demanda pesquisas, conhecimentos de técnicas de escrita e, claro, tempo!
Por isso, pode ser que o ideal não seja com que você fique responsável por mais essa atividade. Afinal, como falamos acima, o blog vai precisar manter o ritmo e a consistência nos posts.
Uma ótima alternativa é procurar por redatores que escrevam esses conteúdos para você.
Atualmente, existem diversos cursos de marketing digitalpara se especializar em produção de conteúdo para marcas e ferramentas que o auxiliam a pensar na estratégia e a encontrar as pessoas certas para escrever sobre cada um dos temas.

6. Analise os resultados e reveja as estratégias
Como estamos falando de um blog que tem objetivos claros e definidos, os posts precisam ser analisados para que você entenda se está no caminho certo ou não.
Monitore dados como a quantidade de compartilhamento nos posts, teor dos comentários, visitas geradas ao site da sua loja e, até mesmo, novos assinantes de newsletter.
Todas essas informações vão apontar se você está obtendo os resultados esperados ou se precisa adaptar os conteúdos ou rever a sua persona.
Além disso, acompanhar os resultados permite com que você foque nas ações certas, otimizando ainda mais os investimentos em divulgação!

Fonte: SemRush

No varejo físico ou virtual, muitos gestores de empresas tomam decisões e traçam metas sem um planejamento adequado, em alguns casos por não saber quais informações analisar ou por não ter uma maneira eficaz de extraí-las. Entretanto, para gerir é preciso medir, como bem disse Peter Drucker.

Toda tomada de decisão e planejamento deve considerar a realidade da operação, como as ações passadas repercutiram ou ainda estão se repercutindo, averiguar o que pode e precisa ser otimizado e identificar oportunidades de melhoria e expansão.
É com essa finalidade que existem as métricas e os KPIs, também chamados de indicadores de desempenho.
Muitas empresas têm o costume de não diferenciar métricas e KPIs, apesar de se relacionarem, há uma diferença enorme entre elas.

Mas, qual a diferença entre métricas e KPIs?
As métricas são dados e números de determinado período, podem ser de diversos setores, neste caso, relacionados a operação logística da empresa. Geralmente, estes dados são extraídos separadamente e desta maneira, não indicam nenhum problema ou setor que necessita de melhorias.
É aí que entra sua relação com os KPIs (Key Performance Indicator) ou indicadores de desempenho.
Os KPIs são a junção das métricas, possibilitando assim uma visão geral da operação, baseados em estatísticas construídas a partir dos dados extraídos. Os KPIs servem para analisar as métricas e assim realizar um diagnóstico, identificar problemas, possíveis soluções e traçar metas e ações de crescimento.

Veja o exemplo abaixo:

Supondo que você tenha um e-commerce.
No mês passado você teve 1000 vendas realizadas. Dessas vendas, 750 foram pagas e enviadas e outras 250 vendas foram concluídas, mas não foram pagas e terminaram abandonadas.
Você acabou de ver métricas de sua operação. Agora veja abaixo o uso de KPIs para estes dados:
25% de suas vendas no mês passado não pagas.

Com esses dados dispostos desta maneira, identifica-se um número preocupante e tem-se a oportunidade de realizar um estudo mais detalhado.
O que tem levado os clientes a desistirem da compra?
O prazo de entrega? O valor do frete em determinadas regiões?

Com a situação criada acima, é possível entender a diferença entre métricas e KPIs e como utilizá-las corretamente. O objetivo das métricas e KPIs variam de acordo com cada empresa e seu segmento, seus levantamentos fornecem o embasamento e a visão necessária para os gestores.

Agora que já os diferenciamos, veja abaixo 5 métricas e KPIs logísticos indispensáveis para qualquer operação varejista.

1. Pedidos perfeitos
Nessa métrica você analisa a quantidade de pedidos entregues no prazo e em perfeito estado de conservação em determinado período. Será interessante para cruzar com outras métricas e medir a eficácia de suas empresas de transporte, por exemplo.

2. Pedidos por UF
Conhecer para onde a maioria de suas encomendas estão sendo enviadas é indispensável. Assim, você consegue entender um pouco mais seu público, realizar promoções ou estudar maneiras de melhorar as condições para outras regiões.
É possível cruzar com dados do marketing ou com valores do frete por região e obter uma possível explicação, caso haja uma menor quantidade de vendas em determinado estado.

3. Índice de avarias
Outro ponto importantíssimo para sua operação, pois influencia diretamente sua relação com o cliente.
Através dele você conseguirá medir a eficácia da empresa que tem entregado suas encomendas ou a qualidade dos produtos que tem vendido.

4. Pedidos recusados
Essa métrica trata diretamente de um problema, algo que gerou insatisfação ao cliente e ocasionou a recusa da encomenda, assim cabe a análise dos motivos.

Os pedidos estão sendo entregues no prazo? Os produtos tem sido embalados e enviados conforme foram comprados? Eles têm a mesma qualidade que aparentam ter nos seus anúncios?

5. Ruptura de estoque
Acontece a chamada ruptura de estoque quando seus anúncios estão rodando mas o seu estoque real não condiz com o que está sendo anunciado, ocorrendo a venda de produto inexistente.
Este problema pode indicar que a comunicação entre sua plataforma e ERP está lenta ou que seu estoque físico está com divergências.

Conclusão
Todo este estudo, análise de dados e estatísticas têm o poder de indicar um problema em sua operação que tem causado a insatisfação do cliente.
Os motivos podem ser os mais variados, como prazos e preços de frete que estão sendo fornecidos. Traçar medidas de otimização e automação, podem incluir novas parcerias, como novos contratos com transportadoras ou outras soluções mais inovadoras, como a automação logística.

O essencial para toda empresa e que deve ter como prioridade, é garantir a satisfação do cliente.

Fonte: Anymarket

Dados do primeiro semestre de 2019 mostram que mulheres fizeram mais pedidos online e que compras foram maiores entre os adultos até 39 anos
Encontrar quem tenha feito mais de duas compras pela internet neste ano ainda é raro no Brasil, mas um pouco mais comum entre jovens adultos, entre 25 e 39 anos, e entre as mulheres.
É o que mostra um levantamento da empresa de inteligência de mercado Compre&Confie sobre as compras feitas pela internet no Brasil no primeiro semestre de 2019.
No Brasil, cerca de 19,7 milhões de consumidores fizeram ao menos uma compra virtual no período, alta de 36% em relação ao ano passado (embora ainda representando menos de 10% da população brasileira).
Dentre esses consumidores, apenas 23% das pessoas fizeram compras pelo menos três vezes entre janeiro e junho, com média de nove pedidos no período. A maior parte, 77%, comprou menos de duas vezes.
Neste cenário, dentre os consumidores considerados pelo estudo como heavy users, que fazem compras frequentemente, as mulheres representam 60%. Dentre todos os consumidores, elas foram responsáveis por 51% dos pedidos em 2019.
O motivo para o domínio das mulheres é simples: elas originalmente compram mais roupas, sapatos e cosméticos e, com o amadurecimento do comércio eletrônico, passam cada vez mais a fazer essas compras pela internet.
Categorias de produtos mais baratos garantem uma maior recorrência de compra do que eletrônicos ou eletrodomésticos, hoje líderes no faturamento do e-commerce no Brasil — e também os preferidos entre os usuários que compram pouca ou nenhuma vez ao ano pela internet.
“O mercado nos segmentos não-duráveis ainda está muito embrionário no Brasil. Quando essa linha começar a se consolidar, vamos ver uma recorrência maior de compras e crescimento do e-commerce no geral”, diz André Dias, diretor-executivo da Compre&Confie.

A vez das roupas
Os produtos da categoria de moda e vestuário são os que lideram a chamada “segunda onda” do comércio eletrônico, em que os consumidores passam a comprar pela internet produtos menos duráveis. A expectativa para os próximos anos no Brasil é que aumentem os pedidos de itens de supermercado, roupas, cosméticos e até artigos para animais, como acontece em mercados mais maduros.
O valor das compras confirma como as mulheres já embarcaram na “segunda onda”. Comprando produtos mais baratos, elas fazem mais pedidos que os homens, mas gastam menos: as mulheres da categoria heavy user gastaram, em média, 3.801 reais ao longo do primeiro semestre, ante 5.029 reais gastos pelos homens.
Produtos como celulares e eletrodomésticos dão mais dinheiro aos varejistas, mas recebem menos pedidos — já que uma mesma pessoa só troca de celular a cada um ou dois anos, por exemplo, mas compra roupas ou sabão em pó várias vezes ao ano.
Telefonia e eletrodomésticos/ventilação responderam por 15,2% e 20,5% do faturamento do e-commerce no primeiro semestre do ano, mas por apenas 6,8% e 6,1% do número de pedidos, segundo a Compre&Confie. Já moda e acessórios teve 12,2% do faturamento, mas liderou em número de pedidos, com 22,2% do total. A segunda categoria mais comprada foi beleza, perfumaria e saúde, com 12,3% dos pedidos (embora tendo apenas 5,8% do faturamento).
“Os produtos não-duráveis ainda não atingiram todo seu potencial na internet porque, ao contrário de um eletrônico, eles são menos ‘padronizados’, o que aumenta a chance de troca, que ainda é difícil e custosa no comércio eletrônico”, afirma Dias.
Por isso, os consumidores mais jovens, independentemente do gênero, são os que mais vêm aderindo à essa tendência, por estarem mais habituados à internet e ter mais confiança para eventualmente trocar ou devolver produtos.
A chamada geração Y (pessoas entre 25 e 39 anos) foi responsável, sozinha, por 48% dos pedidos no período, e por 49% do faturamento. Em seguida vem a geração X (pessoas entre 40 e 60 anos), responsável por 30% dos pedidos, e a geração Z (pessoas com até 24 anos), que tem 16% dos pedidos — fatia que deve aumentar à medida que essa população se torna mais velha e com maior renda. Os que menos compram na internet são os “baby boomers”, pessoas com mais de 60 anos.

A saída para crescer
Neste cenário, fazer com que as pessoas comprem produtos mais baratos — e, portanto, com mais frequência — é o que fará o comércio eletrônico brasileiro ir dos atuais 6% dos pedidos do varejo para 10% nos próximos cinco anos, segundo cálculos do Bradesco BBI com base em dados da eBit/Nielsen. Atualmente, o Brasil está bem abaixo da média mundial de penetração do e-commerce, de 12% (e que chega a mais de 30% na China).
O mesmo relatório do Bradesco aponta que as categorias cujas vendas mais vão crescer nos próximos cinco anos são itens de supermercado (40,5%), roupas e calçados (26%), a categoria “outros”, que inclui itens como livros (41%), acessórios de veículos (23%) e brinquedos e itens para bebês (23%). Os que terão menos crescimento serão justamente os eletrônicos (13%) e eletrodomésticos (12%).

Fonte: Revista Exame

Segundo site, entre as contas afetadas pela falha, estariam as de celebridades como Justin Bieber e Cristiano Ronaldo
Um bug está apagando milhares (em alguns casos, até milhões) de seguidores dos perfis de alguns usuários do Instagram, reportou nesta quarta-feira o Business Insider.
De acordo com o site, entre os usuários afetados pela falha estariam celebridades como Kylie Jenner, Cristiano Ronaldo, Justin Bieber e Selena Gomez, cujos perfis foram monitorados pelo consultor de mídias sociais Matt Navarra.
Os usuários da rede social de fotos teriam começado a notar as mudanças em suas listas de seguidores na terça-feira à noite, e alguns perceberam que elas diminuíram às centenas ou milhares rapidamente. A página Down Detector, que monitora problemas em websites (quando eles saem do ar, por exemplo), recebeu uma avalanche de mensagens de usuários do Instagram reclamando do problema, reportando uma queda drástica em seus seguidores de repente.
O Instagram reconheceu a falha. Num post no Twitter, disse "estar ciente de um problema causando mudanças no número de seguidores de algumas pessoas" e afirmou que estava "tentando resolvê-lo o mais rápido possível".
Especulações dão conta de que a repentina queda nos seguidores teria resultado de uma caçada do próprio Instagram a perfis falsos emseu ambiente. Em novembro, a rede, que pertence ao Facebook, anunciou que adotaria medidas tendo como alvo perfis que usam aplicativos de terceiros e robôs de software (bots) para aumentar artificialmente sua popularidade com falsos likes e falsos seguidores.

Fonte: O Globo

Em 17 meses, número de brasileiros que dizem ter conta na rede recua 5 pontos, para 56%
O número de brasileiros que afirmam ter conta no Facebook registra tendência de queda, aponta pesquisa Datafolha.
Segundo levantamento realizado no início deste mês, 56% dos entrevistados disseram ter conta no Facebook. Em novembro de 2017, 61% afirmaram estar na rede social de Mark Zuckerberg.
Em 17 meses, a queda é de cinco pontos percentuais.
Entre os entrevistados pelo instituto, 71% estão em ao menos uma rede social.
O WhatsApp mantém a liderança e está no celular de 69% dos entrevistados.
Atrás aparece então o Facebook, seguido por Instagram (35%) e Twitter (14%).
Os índices do WhatsApp e Instagram se mantiveram próximos da série histórica das últimas pesquisas. O Twitter caiu de 18% para 14%, entre 2017 e 2018, e segue estável.
Em julho passado, o Facebook divulgou que havia atingido a marca de 127 milhões de usuários ativos mensais no país no primeiro trimestre de 2018. Em novembro de 2016, eram 111 milhões.
O Brasil é um dos cinco maiores mercados para a companhia. No mundo, o Facebook tem 2,2 bilhões de usuários mensais.
De acordo com os dados do Facebook, a rede superaria o WhatsApp, da própria empresa, como a mais popular no Brasil. O aplicativo de mensagens tem 120 milhões de usuários ativos no Brasil.
De acordo com o Datafolha, 69% brasileiros com mais de 16 anos afirmam ter uma conta no app de mensagem.
Segundo Alessandro Janoni, diretor de pesquisas do Datafolha, o levantamento feito nos dias 2 e 3 de abril indica uma tendência de encolhimento no número de contas do Facebook no Brasil.
"Não é uma queda consolidada, por causa da margem de erro [dois pontos percentuais para mais ou para menos], mas mostra uma tendência de queda." Ele aponta para a sequência de escândalos envolvendo vazamentos de dados privados de usuários do Facebook como um dos fatores para a
redução de contas.
Janoni diz que a alta taxa de desconfiança nas redes sociais, também medida pelo instituto, é outra razão que explica o número menor de contas brasileiras na rede social.
A pesquisa Datafolha mediu o nível de confiança nas notícias divulgadas tanto pelas redes sociais como pela imprensa tradicional.
Entre os entrevistados, 63% afirmaram confiar em algumas notícias recebidas pelas redes sociais; 5% disseram acreditar na maioria; 2%, em todas, e 21% não têm confiança em nada do que veem.
Considerando a imprensa profissional, os percentuais de confiança são de 5% (todas), 17% (maioria), 61% (algumas) e 14% (nenhuma).
Segundo Janoni, a desconfiança em relação às informações divulgadas pelas redes sociais é maior entre os estratos mais escolarizados e com renda familiar mais alta.
Porém, na média geral, prevalece a baixa confiança tanto na imprensa profissional quanto nas redes, dado que é visto como preocupante pelo especialista.
Entre aqueles que têm conta no Facebook, 14% seguem o presidente Jair Bolsonaro (PSL). O número cai para 5% entre os que têm conta no Instagram, e para 4%, no Twitter.
Eliminadas as sobreposições, 16% dos brasileiros com mais de 16 anos e que têm conta nas redes sociais acompanham algum dos perfis presidente.
O Datafolha ouviu 2.038 pessoas, distribuídas em 130 municípios.

Fonte: Folha de São Paulo