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Hoje metade dos centros de compras ligados a grandes grupos do setor já tem iniciativas digitais e a outra metade estuda ter shoppings virtuais, afirma o presidente da a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), Glauco Humai

O shopping não é mais o mesmo. Pressionado pelo avanço do comércio online que mudou a forma como as pessoas fazem compras, seja na loja física, na tela do celular ou até misturando vários canais de vendas, o templo do consumo está reagindo para sobreviver. Além de oferecer cada vez mais serviços, espaço para lazer e conveniência, muitos shoppings estão assumindo uma nova função: começam a virar também uma espécie de minicentros de distribuição de mercadorias adquiridas nas lojas online e no marketplace, que é o shopping virtual, inclusive dos próprios shoppings.

Hoje metade dos centros de compras ligados a grandes grupos do setor já tem iniciativas digitais e a outra metade estuda ter shoppings virtuais, afirma o presidente da a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), Glauco Humai. "Este ano será marcado por uma virada na transformação digital dos shoppings", diz.

Em dois anos, 27 milhões de brasileiros farão sua primeira compra online, aponta uma pesquisVizinhança
Com o avanço do comércio online, Daltro afirma que o shoppings, por estarem próximos dos consumidores, acabaram assumindo mais uma função: a de minicentros de distribuição. "Não podemos viver do varejo como se vivia antigamente", diz.

Hoje, as compras feitas no marketplace dos shoppings da CCP são retiradas pelo consumidor no shopping e isso pode gerar novas compras por impulso. Até agora, os shoppings virtuais agregaram, em média, 5% às vendas dos shoppings físicos da companhia. O plano para este ano é iniciar o sistema de entrega em domicílio, no prazo de meia hora para pedidos feitos por clientes que estão a cinco quilômetros dos shoppings.

Procurado, o Shopping Iguatemi, o primeiro do Brasil, informa que pretende lançar o seu marketplace até meados do ano. O shopping virtual vai atender ao País inteiro.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.a do Google. "É muita gente e se todo ano esse número aumenta, temos que reagir de alguma forma", diz Laureane Cavalcanti, diretora executiva de marketing do Grupo Sonae Sierra Brasil. A reação, segundo ela, é trazer o mundo digital para dentro do shopping.

Em maio, a companhia vai colocar em operação o marketplace de um dos dez shoppings do grupo, o Parque Dom Pedro, em Campinas (SP). A intenção é ter um shopping virtual que atue regionalmente, mas na área de influência do shopping, que abrange as cidades paulistas de Americana, Paulínia, Indaiatuba e Jundiaí.

Distribuição
O projeto piloto conta com adesão inicial de 30 das 400 lojas e reúne vários sistemas de entrega. Ele prevê que o consumidor poderá receber a compra em casa, retirar a mercadoria no shopping numa área reservada ou até sem sair do carro, num drive-thru. O grupo negocia com uma empresa de entregas a montagem de um centro de distribuição dentro do shopping.

No prazo de um ano, quando o projeto estiver a todo vapor, a intenção é entregar as compras em duas horas. "O meu 'last mile'(última milha) vai ser muito curto. Isso me garante uma posição no ranking super boa quando o cliente procurar onde comprar pelo prazo de entrega mais curto", diz ela.

Última milha
Melhorar a experiência na fase final de uma compra online é um dos maiores desafios do comércio eletrônico, já que o prazo de entrega e o custo do frete são os grandes motivos de insatisfação do consumidor.

"Os shoppings da CCP querem ser a última milha do varejo virtual, além de um lugar de compras, entretenimento", diz o presidente da CCP, Pedro Daltro. Desde 2017, a companhia criou um marketplace para cada um dos seis shoppings. Hoje são 300 lojistas que participam do shopping virtual. A meta é chegar a 500 neste ano.

 

Fonte: UOL

 

De acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae sobre varejo online, 52% dos negócios online atuam em shoppings virtuais

Usar canais de venda na internet deixou de ser uma tendência e tornou-se uma necessidade. A 4ª edição da Pesquisa Nacional de Varejo Online, realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em parceria com E-Commerce Brasil, Lojas Integradas (VTEX) e B2W, mostrou que os empresários que atuam no e-commerce pretendem ampliar suas vendas em Marketplaces, até 2021. Atualmente, os shoppings virtuais já são considerados a principal plataforma de e-commerce utilizada por microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte, alcançando a preferência de 52% das empresas pesquisadas.

A pesquisa revelou que 30% das empresas consultadas trabalham apenas com e-commerce, 22% atuam com loja física e e-commerce e apenas 12% dos empreendimentos possuem apenas loja física. “O e-commerce é uma opção de compra cada vez mais frequente do consumidor brasileiro e não investir para desenvolver um canal de vendas na Internet pode significar a perda de um enorme volume de negócios”, comenta o presidente do Sebrae, João Henrique de Almeida Sousa. Ele acrescenta que ter uma presença online não é difícil. Mas é importante bastante planejamento antes de criar uma loja virtual. “É fundamental analisar as alternativas de plataformas disponíveis, desenvolver estratégias para atrair os clientes e diferenciar o seu negócio da concorrência. Além disso, assim como toda loja física, o e-commerce também tem seus gastos. É preciso contar com boas ferramentas de gestão para garantir a rentabilidade e o sucesso do negócio”, diz o presidente do Sebrae.

Nesse sentido, a pesquisa também apontou as principais dificuldades que os pequenos negócios enfrentam na rotina de gestão do e-commerce. A carga tributária é considerada um dos principais empecilhos para os pequenos negócios (43%), seguida pela logística (42%) e marketing e concorrência/showrooming empatam em terceiro lugar (30%). O levantamento detectou ainda que 46% dos pequenos negócios online apresentam lucro. “Esse dado é reflexo do momento do país, que está retomando de um processo de crise econômica. O pequeno negócio ganha visibilidade com os shoppings virtuais, mas a concorrência ainda é alta”, explica Flávio Petry, especialista do Sebrae.

Os principais produtos comercializados por meio do e-commerce, no Brasil, estão relacionados à casa e decoração (26%), seguido por moda (24%), beleza (12%) e eletrônicos/telefonia (11%). Informática e esporte/lazer empatam com 10%. Além disso, os estados que mais compram produtos pela internet são São Paulo (89%), Rio de Janeiro (75%), Minas Gerais (69%), Rio Grande do Sul (42%) e Paraná (40%).

Números da Pesquisa

• 30% das empresas consultadas estão somente no ambiente virtual
• 22% contam com loja física e e-commerce
• 12% têm somente loja física
• 46% dos pequenos negócios de e-commerce registram lucro
• A carga tributária é considerada a principal dificuldade por 43% dos pequenos negócios
• O e-mail é apontado como o principal canal de atendimento por 90% dos entrevistados, seguido por Whatsapp (82%) e Facebook (64%)

Fonte: Sebrae

Em 2018, o cenário do comércio eletrônico nacional e internacional foi surpreendente: ao redor do globo, destacaram-se a China, com uma queda de 7,6%, e os Estados Unidos, com uma alta de 13,2% em relação ao período anterior.

No Brasil, independentemente da instabilidade política, econômica e social, o e-commerce alcançou um aumento de 10,6%, no que se refere aos compradores digitais de 2017, chegando a 73 milhões

Além disso, o mobile definitivamente se tornou uma realidade — conforme previsto no ano passado —, pois as visitas (66%) e as vendas (53,8%) por dispositivos móveis ultrapassaram as feitas por desktop.

Mas e para 2019, o que esperar? A seguir, confira as três principais tendências que servirão de guia para a elaboração das estratégias deste ano.

1. Geração Z e vídeo marketing
De acordo com a ONU, a geração do século 21 ultrapassará a dos millennials (ou Y, nascidos entre a década de 80 e 2000) em 2019, e representará 32% da população mundial.

Distintamente do posterior, que acompanhou o surgimento da internet, o grupo Z já cresceu em contato com os recursos tecnológicos e todas as suas facilidades: smartphones, tablets e redes sociais.

Com isso, a geração 21 desenvolveu novas habilidades e necessidades ao longo dos anos, como o desejo de se identificar e a busca pela autenticidade — primordialidades constantemente promovidas pelo marketing de influência.

Essa abordagem de marketing tem como centro uma figura conhecida atualmente como influenciador digital, que dialoga com tais interesses por meio de vídeos (e mais recentemente, através de podcasts).

Segundo o Think with Google, o YouTube é acessado diariamente por pessoas de 14 a 18 anos e se transformou no 2º maior destino para consumo audiovisual no Brasil (ficando atrás apenas da TV Globo). Para mais, segundo a Search Engine People, um vídeo é capaz de aumentar o tráfego orgânico em até 157%.

Imagina, então, o que uma estratégia de vídeo marketing poderá fazer por um negócio! Investir nessa aposta se tornou algo indispensável para quem deseja alcançar mais conversões, especialmente se o público-alvo for a geração Z.

2. Consolidação das vendas pelas redes sociais
Ao longo dos últimos anos, as mídias começaram a modificar suas propostas com o objetivo de facilitar ainda mais o redirecionamento de tráfego às lojas virtuais e a consolidação das vendas.

Como exemplo mais recente, temos o Instagram: iniciou permitindo links no perfil (e depois nos Stories para contas verificadas) e, em março de 2018, lançou o Instagram Shopping — funcionalidade de compra por meio de etiquetas nas fotos do feed.

De acordo com o NuvemCommerce 2019, 21% das vendas do ano passado foram realizadas pelas redes sociais — o Instagram foi responsável por 59% delas, o Facebook por 37%, o YouTube por 3% e o Pinterest por 1%.

Ademais, o número do Instagram entre os semestres variou de 61,2 a 72,9% — alcançando um aumento de 12,7%. Já o Facebook, inversamente, oscilou de 55.2% a 33.2%, fechando 2018 com uma queda de 22%.

Assim, fica evidente que, para alavancar as conversões de um e-commerce, as redes sociais são ferramentas essenciais de divulgação (orgânica e paga) e ideais para uma apresentação mais autêntica e visual.

3. Era da assistência
Além do omnichannel, que tem como propósito integrar atendimento, gestão e marketing nos meios online e offline, é importante considerar que atualmente estamos vivemos a era da assistência.

As buscas no Google, por exemplo, já não são mais feitas a partir de palavras-chave aleatórias e, sim, por questionamentos individuais: “qual marca, produto ou serviço é melhor para mim” e “qual eu devo usar (ou comprar)”.

Os sistemas de recomendações estão em alta: Spotify, YouTube e Netflix, por exemplo, se destacam no mercado por rapidamente assimilarem nossos gostos e sugerirem músicas, vídeos, seriados e filmes similares.

Assistentes virtuais, como a Cortana da Microsoft e a Siri da Apple, se tornaram necessidade para compreender o público-alvo. Através de informações construídas por meio desses bots, é possível solucionar as dúvidas dos clientes, bem como descobrir os seus hábitos e em qual etapa do funil se encontram.

A partir de 2019, segundo a Adobe, 31% das empresas irão investir em automação (16% a mais que no ano passado). Portanto, também vale a pena conferir esse novo tipo de interface conversacional que poderá revolucionar o atendimento ao cliente e fazer marcas se sobressaírem em meio ao varejo brasileiro e mundial.

Fonte: E-Commerce Brasil

Gigante de entregas quer entregar de compras de mercado à pizzas com robô que sobe escadas

Um dos pontos de atenção do varejo tem sido o serviço de entregas, especialmente com o potencial de crescimento do e-commerce aliado ao alto custo da última milha, como é conhecido o trecho final da entrega, que responde por metade – ou até mais que isso – do custo total da entrega.

Muitas varejistas terceirizam essa parte do negócio e destinam até 30% do valor da compra para as prestadores desse serviço, como Rappi ou UberEats. Enquanto gigantes da tecnologia ou do próprio comércio criam suas próprias soluções, como a Amazon e seus robôs ou a Ikea e seus veículos elétricos. E nesta última categoria se enquadra o novo projeto da FedEx, uma das maiores e mais tradicionais empresas de entrega do mundo.

Em parceria com a DEKA Development & Research, fundada pelo criador da Segway e a cadeira de rodas iBot para escalar escadas, a FedEx quer colocar pequenos robôs para entregar compras, pizza ou café na porta dos consumidores. De acordo com a própria Fedex, em média, mais de 60% dos clientes dos comerciantes moram a menos de cinco quilômetros do local da loja.

Os testes começarão no próximo verão no hemisfério norte, no meio do ano, apenas entre lojas FedEx. Não foram listadas em quais cidades, mas com certeza Memphis, terra natal da empresa, está incluída. A ideia é que, em um futuro próximo, o robô faça parte do serviço SameDay, disponível em 1.900 cidades ao redor do mundo e que tenha estabelecido parcerias que englobam lojas como Target, Walmart e Pizza Hut, como uma opção eficiente e barata

Os robôs são movidos à bateria e possuem câmeras e softwares ajudam a detectar e evitar obstáculos enquanto percorrem calçadas e ruas a uma velocidade máxima de 16 km/h. Um dos diferenciais do protótipo – batizado de SameDay Bot – é que ele tem a habilidade de subir degraus ou qualquer outro tipo de obstáculo vertical.

Com um formato que lembra uma pequena geladeira com rodas misturo ao famoso desenho Wall-E, o SameDay Bot carrega duas telas, uma na parte de trás e outra na frente, que ajudam a se comunicar com mensagens como “olá”. A tela de trás é usada para indicar o que o robô está prestes a fazer para qualquer um que esteja seguindo, com ícones que indicam para virar à direita ou parar para fazer uma entrega.

Fonte: Portal no Varejo

Com o boleto, o risco de consumidores esquecerem de pagar até o vencimento é alto - e faz o varejo digital perder receita

A Visa criou uma tecnologia para aumentar a segurança no comércio eletrônico. A empresa de pagamentos quer reduzir o número de compras abandonadas nos carrinhos, fraudes e boletos não pagos e, assim, aumentar as receitas para as empresas de e-commerce.

O comércio eletrônico atingiu faturamento de 23,6 bilhões de reais apenas no primeiro semestre de 2018. Em 2017, foram 47 bilhões de reais, mas esse número poderia ser muito maior.

Uma pesquisa encomendada pela Visa para a comScore nos EUA em 2015 mostra que 68% dos usuários não completam a transação simplesmente por conta dos processos a serem cumpridos até a efetivação da compra – entre eles, a dificuldade de realizar pagamentos. Com o novo sistema, a Visa espera aumentar a conversão em 20%.

Uma das mudanças significativas é que novos meios de pagamento serão possíveis, como o débito. O débito oferece um risco maior porque o dinheiro sai imediatamente da conta do cliente, ao contrário do crédito, que precisa ser pago apenas na próxima fatura. Por isso, os bancos ainda não se sentem confortáveis para aceitar o meio de pagamento.

Há ainda uma parcela da população, quase 10%, que não têm uma conta bancária ou cartão de crédito internacional. Quem não usa cartão de crédito opta, muitas vezes, por usar o boleto. Em 2016, cartões de crédito representavam 62% dos pagamentos e o boleto bancário representava 9% dos pagamentos, segundo relatório eBit e Webshoppers. No entanto, com o boleto, o risco de consumidores esquecerem de pagar até o vencimento é alto – e faz o varejo digital perder receita.

“A conversão é o grande problema do comércio eletrônico. O cliente desiste porque não encontra o produto que quer, porque o site é confuso, ou até porque não há um meio de pagamento que o atenda”, afirma Hugo Costa, diretor executivo da Visa.

O novo sistema aumenta o número de informações do consumidor enviadas do e-commerce para o banco. Atualmente, apenas seis informações passam de um lado para o outro, como dados bancários e valor da compra.

Com a nova tecnologia, mais de 100 campos de informações serão preenchidos, como o produto que está sendo comprado, se é a primeira vez que o cliente acessa aquele site, se o acesso é por um celular e se é a primeira vez que o cliente faz uma compra por aquele dispositivo.

Por meio dessa troca de mensagens, o risco de fraude da transação diminui. Até o fim do ano, a Visa espera alcançar 80% de todas as lojas de comércio eletrônico com o novo protocolo, chamado de 3 DS 2.0.

Fonte: Revista Exame

O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, planeja unificar as infraestruturas de troca de mensagens subjacentes aos serviços WhatsApp, Instagram e Facebook Messenger e incorporar a criptografia de ponta a ponta a esses aplicativos, noticiou o New York Times (NYT).

Os três serviços, no entanto, continuariam com seus respectivos aplicativos, segundo a reportagem, que citou quatro pessoas envolvidas no processo.

O Facebook disse que trabalha para implementar em mais produtos a criptografia de ponta a ponta, que protege as mensagens de serem vistas por outros além dos participantes de uma conversa, e que estuda maneiras de tornar mais fácil aos usuários conectar-se de modo integrado a diferentes redes.

“Há muita discussão e debate à medida que começamos o longo processo de elaborar todos os detalhes de como isso vai funcionar”, disse um porta-voz.

Depois das mudanças, um usuário do Facebook, por exemplo, estaria apto a enviar uma mensagem criptografada para alguém que possui apenas uma conta no WhatsApp, de acordo com a reportagem do NYT.

Integrar os serviços de mensagem pode tornar mais difícil para reguladores antitruste obrigar a redução do Facebook por meio da reversão de aquisições como as do WhatsApp e Instagram, avaliou Sam Weinstein, professor da Escola de Direito Benjamin N. Cardozo.

“Se o Facebook está preocupado com isso, então uma maneira de se defender seria integrar esses serviços”, disse Weinstein.

O professor, contudo, disse que determinar um desmembramento do Facebook seria um “remédio extremo” aplicado pelos reguladores, particularmente nos Estados Unidos, de modo que as preocupações com medidas antitruste podem não ter sido um dos fatores por trás da integração.

Fonte: O Globo

Profissionais da área apontam analisam as plataformas que podem trazer resultados eficientes aos anunciantes

Ambientes digitais aos quais as pessoas dedicam boa parte de seu tempo diário, as redes sociais já se tornaram, há tempos, importantes ferramentas na composição de estratégias de comunicação de anunciantes de diferentes portes.

Diferentemente dos meios tradicionais, no entanto, as redes sociais são plataformas de mídia mais dinâmicas, cuja importância pode crescer ou diminuir de forma rápida e de acordo com a evolução dos hábitos de consumo dos usuários. Somando isso às inovações que as plataformas vão disponibilizando – recursos de vídeo, ferramentas de grupos, reformulação de timelines –, selecionar as redes sociais mais adequadas ao público-alvo de cada marca é um desafio que exige cada dia mais precisão, análise de dados e entendimento dos anseios de quem está do outro lado das telas dos computadores e smartphones.

Com a ideia de desenhar o possível cenário das redes sociais que mais podem se adequar as estratégias de marcas neste ano de 2019, a reportagem questionou alguns profissionais de agências digitais e empresas especializadas em social media. Antes de citar uma ou outra rede, os profissionais destacaram a importância de compreender como o ano de 2018 trouxe à tona questões sobre a credibilidade e transparência dessas plataformas.

Embora acreditem que os casos de vazamento de dados ainda não tenham impacto direto na relação da maior parte dos usuários com as redes sociais, os profissionais ressaltam que, nas negociações de publicidade, todos esses episódios acabaram acendendo um sinal de alerta, cujos efeitos reais deverão ser observados com o tempo.

Confira, abaixo, os depoimentos de alguns profissionais de agências a respeito das redes sociais e ferramentas que poderão ser exploradas de forma eficaz para as marcas em 2019:

YouTube e Facebook ainda gigantes:
“Não teremos muito em breve uma grande plataforma que substitua as anteriores (como foi o Facebook em relação ao Orkut, por exemplo). O olhar está cada vez mais no conteúdo e em como impactar as pessoas certas do que escolher e apostas em construir audiência em um canal. Uma marca pode fazer uma campanha inteira no Instagram Stories sem ter um perfil e postar conteúdo perene lá. Olharia com carinho para duas vertentes de conteúdo: educacional e entretenimento. Continuaremos olhando com atenção para os gigantes Facebook (que tem sido amplamente questionado quanto à privacidade e fake news) e YouTube (que é muito mais do que uma rede social, é a segunda ferramenta de busca mais usada no Brasil). Atuaremos de forma mais ampla e com mais possibilidades criativas com Instagram e WhatsApp, com formatos de mídia vindo por aí, e voltaremos a participar de conversas ao vivo pelo Twitter.” – Larissa Magrisso, VP de criação e conteúdo da W3Haus.

Fonte: Meio e Mensagem

Quinta, 02 Maio 2019 06:38

Brasil é 3ª maior base do Facebook

País tem mais de 130 milhões de usuários, atrás só de EUA e Índia

A partir de um cruzamento de pesquisas que levou em consideração números globais do Statista e nacionais da Rock Content, um estudo da Cuponation mostra que o Brasil é o terceiro país com mais usuários do Facebook no mundo. Dos 2,32 bilhões de perfis da plataforma, mais de 300 milhões de pessoas estão na Índia, primeira do ranking, seguida por Estados Unidos, com 210 milhões, e Brasil, com mais de 130 milhões de usuários.

O Facebook é a plataforma com mais usuários globalmente, seguida por WhatsApp (1 bilhão) e Twitter (320 milhões). Dos usuários de internet brasileiros com perfis em plataformas sociais, a rede mais utilizada é o Instagram (48,4%), seguida por Facebook (29,9%), YouTube (8,25%), Twitter (7,22%) e LinkedIn (2%), segundo cálculos da Rocket Content. São cerca de 54% mulheres e 46% homens e, no que diz respeito à frequência de uso, quase 70% checam o Facebook pelo menos uma vez por dia. O dispositivo preferido é o celular, citado por 95% das pessoas.
O levantamento da Rock Content foi conduzido online, com 1730 brasileiros, sendo 1278 representantes de empresas e 452 usuários de redes sociais, no último trimestre de 2017. A pesquisa da Statista tem amostra global, pesquisada nos últimos dois trimestres do ano passado.

Fonte: Meio e Mensagem

Segundo um estudo da Mobile Marketing Association of Asia, em 2016, quase 5 bilhões de pessoas tinham um celular, enquanto apenas pouco mais de 4 bilhões possuíam uma escova de dentes.

De lá para cá, esses números devem ter crescido um pouco, mas também é provável que a diferença tenha aumentado.

Seja como for, o fato é que vivemos cada vez mais em um mundo não apenas conectado, mas conectado via dispositivos móveis. No Brasil, em especial, desde 2015, de acordo com dados da Pesquisa de Domicílios, feita pelo Comitê Gestor da Internet, o número de acessos via banda larga fixa estabilizou, enquanto o de acessos via smartphones cresce de forma exponencial.

Nos EUA e na Europa, onde a penetração já se aproxima dos 100%, os celulares já são a forma mais popular de fazer compras online, de acordo com o Pew Research Center. Mesmo onde a penetração ainda está longe disso, como entre nós, os dispositivos móveis já são parte fundamental do processo de compra – online e off-line. No mínimo, participam das fases iniciais do processo, buscando e comparando preços dos produtos.

Isso deve se acelerar graças a algumas tendências que foram compiladas pelo site CMO.com e devem provocar uma autêntica revolução na forma como fazemos compras e todos os tipos de negócio.

PWAs
Um tema quente desde 2015, os Progressive Web Apps (aplicativos progressivos para a web – saiba mais aqui) chegaram para valer, afirmou Peter Sheldon, diretor sênior de estratégia da Magento, uma empresa da Adobe (o site CMO.com é de propriedade da Adobe).

“A promessa dos PWAs é que eles aceleram a web móvel, oferecem cargas de páginas de menos de dois segundos e aquela gratificação instantânea que você experimenta com um aplicativo nativo”, disse ele. Os PWAs permitem que os sites sincronizem em segundo plano, carreguem novas páginas em um piscar de olhos e carreguem mesmo quando não há rede. No contexto das compras, transações mais rápidas significam menos carrinhos abandonados, taxas de conversão mais altas e maior lucro.

A barreira de entrada para os PWAs está diminuindo, acrescentou Jamie Huskisson, fundador da JH, uma agência de comércio eletrônico baseada no Reino Unido. “Para as marcas que estão de olho na tecnologia, que estão sempre buscando uma vantagem competitiva, os PWAs são uma oportunidade de ultrapassar os concorrentes”, disse ele ao CMO.com.

Compras via Realidade Aumentada
A realidade aumentada (RA), cuja fama cresceu muito com o Pokémon Go, está amadurecendo e logo se tornará uma peça importante para as compras móveis, disse Huskisson.

“Os dispositivos estão se tornando cada vez mais capazes de suportar recursos de RA, particularmente a Apple, com suas ferramentas de hardware e SDK. Já vimos a Ikea mostrar o quão útil e lúdico isso pode ser para mobílias”, disse ele. “Em breve outras verticais identificarão os benefícios de mostrar a escala, o detalhamento e o contexto de seus produtos, usando RA”.

Outras marcas que estão trabalhando com RA incluem a Sephora – seu aplicativo para dispositivos móveis, o Virtual Artist, capacita os clientes a experimentar diferentes tons de batom e até escaneia o rosto de um usuário para revelar o “QI da cor” da pessoa.

Marcas de roupas também estão usando AR para oferecer experiências virtuais de vestiários, apontou Huskisson. “A ZOZO está levando isso um passo adiante, aproveitando a tecnologia de imagens para produzir digitalizações corporais em 3D para garantir que as roupas se encaixem perfeitamente”, disse ele.

Para permitir isso, o varejista japonês de roupas envia aos clientes um “ZOZOSUIT” futurista que permite aos usuários se verem em 3D em seus telefones. Encomendar roupas personalizadas é fácil através do app da marca.

Pagamentos com um clique
Os varejistas online comemoraram quando a patente no pedido da Amazon 1-Click expirou, em setembro de 2017. Avaliado em US$ 2,4 bilhões por ano, o botão 1-Click permite que a Amazon armazene detalhes de cartão de crédito, removendo a indecisão do usuário e o abandono do carrinho, o que provoca grandes perdas de receita para todos os varejistas. Agora, a temporada de compras está aberta às compras com um clique, e os especialistas disseram que esperam adoção generalizada.

“Como a patente da Amazon expirou, tanto o sistema operacional quanto os navegadores de desktop podem agora manter cartões de crédito na carteira digital de um usuário”, disse Brendan Falkowski, pioneiro da tecnologia móvel responsiva e fundador da Gravity Department.

Huskisson enfatizou que “pagamentos com um clique, nativos, em navegadores de celular, através de carteiras da Apple e do Google economizam tempo e evitam a entrada de dados em locais públicos. Isso tudo está envolvido em medidas de segurança e autenticação, como o ID do Rosto, que estará nas mãos de mais usuários. ”

Em outras palavras, procurar por cartões de crédito e se preocupar com datas de vencimento se tornará coisa do passado, já que o check out com um sorriso se tornar a norma.

Experiências sem tela
Roger Woods, diretor de produto e estratégia para dispositivos móveis da Adobe, está animado em atender às necessidades de usuários que estão começando a desejar experiências “sem tela”.

“Estou trabalhando com uma rede de hotéis que está procurando salas de hotel e check-outs habilitados para voz”, disse ele. “Usando um agente de conversação de voz, o convidado pode apenas dizer “Estou fechando minha conta” e nunca ver uma tela. Uma API pode ser acionada pela voz de um agente para fazer a mesma coisa [como um aplicativo], mas para o consumidor é uma experiência mais perfeita.”

Num futuro próximo, disse Woods, será seu carro que pergunta se ele tem alguma bagagem para fazer o check-in ou se gostaria de trocar de lugar enquanto dirige para o aeroporto.

Pagamentos Móveis Universais
Quando Woods estava viajando pela China, ele percebeu que os pagamentos móveis eram muito mais avançados do que os do mundo ocidental.

“Eu tentei usar dinheiro em táxis e eles ficaram furiosos. Eles queriam que eu usasse o pagamento digital, como o WeChat Pay ”, disse ele ao CMO.com. O WeChat tem mais de 1 bilhão de usuários e 800 milhões deles usam a função WeChat Pay para pagar varejistas e seus amigos.

Enquanto isso, nenhum pagamento móvel no ocidente se tornou universal, deixando a porta aberta para a concorrência do exterior. “Nos EUA, estamos tentando simplificar os pagamentos, mas todo mundo tem telas”, disse Woods. “Por que não seguir o modelo que funciona para um bilhão de pessoas na China, com pagamentos de varredura de código?”

Nos próximos anos, Woods disse que espera que as soluções de pagamento móvel se tornem tão comuns nos Estados Unidos quanto na China. O aplicativo chinês de compartilhamento de vídeos TikTok está se tornando global, e os chineses Baidu, Alibaba e Tencent têm a infra-estrutura para aproveitar o mesmo sucesso com os pagamentos, disse ele.

Comércio Contextual
À medida que os varejistas se esforçam para remover todas as dificuldades de velocidade da jornada de compra móvel, em breve todo “momento móvel online” poderá se transformar numa compra, disse Carolyn Breeze, chefe da Braintree Austrália, um provedor de pagamentos de propriedade do PayPal.

“Essa abordagem economiza tempo para o consumidor, pois ele não precisa passar pelo árduo processo de procurar um varejista, selecionar o item que viu e pagar a partir daí”, disse ela ao CMO.com.

Isso significa que, se uma pessoa enviar a um amigo uma foto de um par de tênis bacanas no WhatsApp, o botão de compra estará no aplicativo. O amigo não terá que sair à caça.

“Isso é conseguido por meio da ‘discovery platform’, atuando como um agregador de conteúdo e proprietário da experiência de checkout”, disse Breeze. “O varejista pode ter um relacionamento direto com o cliente por meio de canais de terceiros, em vez de correr o risco de perdê-lo para possíveis cliques e redirecionamentos de redução de conversões”.

O resultado é um mundo em que um varejista pode vender em qualquer lugar, e as taxas de conversão dispararão;

“O Skyscanner é um exemplo de um dos primeiros a adotar uma plataforma de comércio contextual”, disse Breeze. “Eles criaram uma plataforma de reserva direta no Braintree Extend, onde ela hospeda todo o processo de compra e conecta com segurança várias companhias aéreas e parceiros para concluir a compra. Isso é feito sem que os usuários precisem sair da página do Skyscanner. ”

As implicações mais amplas do comércio contextual podem significar que, no futuro, as pessoas poderão reservar ingressos de cinema diretamente em seus bate-papos em grupo para ver “Into The Spiderverse” ou “Mary Poppins Returns”.

O que podemos concluir

Em resumo, as maiores mudanças no varejo, diz Jeffrey Marsh, responsável pela área de conteúdo da Magento, estão acontecendo no espaço móvel, à medida que os profissionais de marketing e os inovadores migram para onde os clientes passam a maior parte do tempo. “A maioria das famílias tem um laptop, mas não é mais o dispositivo principal”, disse ele. “Sentados no sofá ou naquela hora na cama à noite, eles estão no celular”.

Falkowski, da Gravity Department, acrescentou: “Em 2019, seria difícil aconselhá-lo a investir principalmente em qualquer outra coisa”.

Fonte: Laboratório do Doutor Nin

Comprar online é uma tendência que ganha força ano a ano entre os consumidores. De acordo com a empresa de pesquisa de mercado eMarketer, até 2021 devem ser alcançados cerca de USD 4,9 trilhões em vendas globalmente no segmento de e-commerce, representando 17,5% do total de transações no varejo.

O aumento da demanda por vendas online está atrelado a atual facilidade ao acesso à internet e a popularização dos smartphones. Deste modo, os consumidores estão cada vez mais alertas em relação às ofertas e em busca de atendimento personalizado. Por isso, é fundamental criar estratégias consistentes para impulsionar as vendas e superar as expectativas dos clientes em 2019.

Inbound Marketing

O Inbound Marketing é uma tendência que já está sendo adotada por muitos empreendedores no Brasil. Segundo números da Associação de Marketing Promocional (Ampro), em 2016, o marketing integrado gerou R$ 43,9 bilhões às empresas brasileiras e a expectativa é de que esse número suba 62% até o fim de 2019.

O marketing digital traz consigo o conceito de persona, que pode ajudar os lojistas, por meio de pesquisas, a encontrar um perfil detalhado de seus consumidores. Assim, as estratégias serão direcionadas ao público correto e que realmente deseja consumir o produto ofertado em sua loja. É importante começar a incorporar estes conceitos em seu negócio, caso contrário, há risco de não atingir clientes que se encaixem em sua proposta, o que impactará nas vendas e na fidelização.

Ferramentas para automação

Investir em ferramentas para automação e modernização de gestão é uma forte tendência no mundo corporativo. Esse tipo de recurso garante que sua loja virtual possua novas soluções para otimizar o atendimento, reduzir custos operacionais, aumentar a produtividade, e consequentemente, obter melhores resultados de vendas.

Um exemplo é investir em uma ferramenta de gestão mais robusta e que tenha integrações de automação, com recursos que permitem a otimização de e-mail marketing, ERP, logística entre outros. Esta adesão traz ao trabalho mais precisão e oferece margem para que a equipe fique focada em assuntos prioritários, como a qualidade do atendimento ao cliente.

Outro recurso de gerenciamento muito utilizado, inclusive pelos clientes da plataforma Nuvem Shop, é o WhatsApp Commerce. Este recurso pode ser integrado a loja virtual para que o cliente possa realizar o envio de notificações, pagamentos e emissão de pedidos que serão encaminhados automaticamente ao cliente final. Processos como estes simplificam a rotina do seu negócio e garantem maior produtividade, qualidade e rapidez no atendimento.

Atendimento ao cliente

O suporte ao consumidor é imperativo para garantir a fidelidade dos clientes. Um estudo recente sobre experiência do cliente no Brasil, intitulado CXTrends, indica que 55% das empresas não estão satisfeitas com o atendimento que oferecem a seus clientes, resultado que diminuiu em relação à 2017.

Hoje já existem diversas ferramentas focadas em atendimento que fornecem assistência via e-mail, chat, mídias sociais, entre outros. Uma dica é realizar a análise contínua do atendimento prestado, assim é possível avaliar os pontos que podem ser melhorados e oferecer um suporte ainda mais personalizado ao cliente.

Fique atento e não deixe de seguir estas tendências para agregar valor ao seu negócio, aumentar a produtividade da equipe, vender mais e consolidar sua marca no mercado.

Fonte: ABComm