Verità Tecnologia

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O crescimento do e-commerce no Brasil foi de 75% em 2020, comparado ao ano anterior, segundo o indicador Mastercard SpendingPulse. Este número, no entanto, pode ser ainda maior nos próximos anos, como aponta outra pesquisa da Statista, empresa alemã especialista em análise de mercado e consumo, prevendo que as receitas globais com e-commerce devem aumentar mais de 50% nos próximos cinco anos, passando de 1,7 trilhão de euros (cerca de R$ 11,12 trilhões) em 2019 para 2,6 trilhões de euros (aproximadamente R$ 17 trilhões) em 2024.

Diante desse cenário, a automação, a robotização e a inovação possíveis nas atividades logísticas com a redução das etapas com interação humana estão ganhando um forte impulso.

Tecnologias como essas oferecem flexibilidade e produtividade às empresas para atenderem ao desafio de fazer lotes menores de um maior número de produtos específicos em ciclos mais curtos, ao mesmo tempo em que melhoram a qualidade, a eficiência e a confiabilidade das suas operações, tanto em relação à produção, quanto ao prazo de entrega e à confiabilidade no trajeto e entrega – track & trace.

Mais ainda: uma pesquisa do Instituto QualiBest mostra que a quantidade de pessoas que não tinha um aplicativo de entrega instalado no smartphone caiu de 54% em 2018 para 28% em 2020. Nesse período, a modalidade que mais cresceu foi a de pedidos de refeição: 26%. Este número confirma a teoria de que há uma mudança no comportamento das pessoas.

Para tentarmos entender como a tecnologia e a robótica podem ajudar as empresas a suprirem a crescente demanda, tanto no que toca a quantidade de pedidos como na agilidade do processo entre a realização da compra e a entrega, vou usar o exemplo da holandesa Heemskerk que entrega entre 3,5 milhões a 4 milhões de produtos frescos toda semana para lojas e redes de comida em todo o mundo graças ao uso de robôs em sua linha de processamento, embalagem e despacho de mercadorias, processando de 300 a 400 caixas por pedido.

O sistema de robótica ajudou, com apoio ao processo de fabricação e separação de pedidos, possibilitando que 75% dos produtos (processados) da empresa estejam nas lojas no dia seguinte. Ao contrário do processo logístico tradicional, que costuma manusear unidades individualmente na separação do pedido, a solução de robótica permitiu que a companhia holandesa entregasse mais de 60 pedidos de larga escala todos os dias.

No total, a fábrica processa mais de 800 mil caixas toda semana e com a automatização, a empresa está preparada para trabalhar com o triplo desse volume sem precisar realizar qualquer nova mudança. A flexibilidade permite aumentar o volume com base na demanda sem investimento adicional.

Outro ótimo exemplo vem da indústria farmacêutica, os robôs ajudam a aumentar a produtividade da sueca Apotea em 30%. A empresa é a maior do setor de vendas online do país, empacotando mais de 35 mil produtos por dia, ou 170 mil por semana. Cerca de 35.000 pacotes deixam o centro para serem entregues a clientes em todo o país.

Os robôs são equipados com um software de segurança robótica que pode tornar aplicações com robô industrial em aplicações colaborativas, sem a necessidade de grandes fechamentos e barreiras de proteção.

Além destas duas funções específicas, a robótica também permite o manuseio seguro de pacotes desconhecidos com o uso de Inteligência Artificial e Aprendizagem de Máquina, sem que seja necessário “ensinar o robô” a reconhecer todos os tamanhos de pacote, caixas ou embalagens.

Automatização da cadeia de produção já dá celeridade ao processo logístico em muitos países da Europa e se tornou fundamental para a entrega de produtos de maneira eficiente, com toda a flexibilidade requerida. No Brasil, começamos a ver movimentos no mesmo sentido, com estudos e consultas para automatização de processos em centros de distribuição e áreas logísticas.

*Adrian Covi [e gerente de robótica para Bens de Consumo e Logística da ABB Brasil

Fonte: Canaltech

Vendas online aumentam mais de 50% com a pandemia e maiores empresas do setor movimentam R$ 94 bi

Estudo feito pela consultoria BIP mostra que as principais empresas de ecommerce do país movimentaram, juntas, quase R$ 100 bilhões. Sem dúvidas a pandemia se tornou um divisor de águas para o mercado digital em todo o mundo com a explosão sobre a demanda pelo ecommerce.

Em todos os países, diferentes pesquisas mostram que a mudança de hábitos do consumidor repentina deve permanecer mesmo em um cenário pós-pandemia. Nesse sentido, uma pesquisa feita pela BIP mostra o crescimento de 52% nas vendas realizadas por plataformas de vendas online no Brasil.

Ecommerce cresce mais de 50% na pandemia

Durante o período da pandemia, este setor movimentou R$ 94 bilhões considerando somente vendas de sites e marketplaces para o consumidor final.

Para chegar ao resultado desta análise, a BIP considerou as vendas feitas pelos três maiores players do varejo digital no país: Magazine Luiza, Via Varejo e B2W. Resumindo, somando as vendas feitas pelo trio empresarial pesquisado neste estudo, o crescimento delas chega a 79% considerando o ano de 2020.

Isto significa que a participação destas companhias no mercado de vendas online brasileiro saiu de 61,8% em 2019 para 72,8% ano passado. Apesar de oferecer grande volume de vendas entre empresas e consumidor final (B2C), o site Mercado Livre ficou de fora desta análise.

Principalmente porque a plataforma também oferece transações entre consumidores (C2C), além do modelo de vendas anteriormente mencionado. Entretanto, segundo os dados coletados, estima-se que o Mercado Livre detenha uma porcentagem que pode variar entre 40% e 50% do ecommerce no Brasil.


Impacto nas vendas online no turismo

Vale lembrar que esta pesquisa não considerou transações de passagens e hospedagens diante do impacto causado pela pandemia no setor de turismo em todo o planeta.
Por isso, também não foram incluídos neste estudo os dados referentes às vendas de plataformas de serviços delivery, como iFood e Rappi.

Fonte: Mundo do Marketing

 

Os países que compõem o Mercosul assinaram um acordo de comércio eletrônico que facilita as transações digitais e proíbe a criação de barreiras comerciais sobre esse segmento. Segundo os Ministérios da Economia e das Relações Exteriores, o instrumento aprofunda a integração regional, ao regular um tema cada vez mais relevante do comércio global.

O acordo estabelece um marco jurídico comum que impede a criação de possíveis obstáculos ao comércio eletrônico entre os quatro países do bloco – Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Entre as medidas acertadas, estão a proibição a tarifas sobre downloads, streaming (transmissões eletrônicas) e compras em lojas de aplicativos que sejam incompatíveis com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Pelo acordo, os países do Mercosul também não poderão exigir que empresas prestadoras de serviços digitais instalem servidores (computadores) em território nacional. Dessa forma, uma plataforma que funcione no Brasil não precisa, por exemplo, instalar um servidor na Argentina para poder atender a consumidores do país vizinho.

Apenas, as instituições financeiras precisam seguir a exigência, por determinação dos Bancos Centrais dos países do bloco. Embora seja abolida na maior parte do planeta, a obrigação de uma empresa instalar computadores nos países em que atua é exigida em países como a China, permitindo que uma determinada plataforma seja derrubada por ordem das autoridades locais.

Outros pontos do acordo são a aceitação de assinaturas digitais nos países do Mercosul, o alinhamento das normas nacionais de proteção ao consumidor online com as regras do bloco e a adoção e manutenção de marcos legais de proteção de dados pessoais e a proteção contra spam (mensagens comerciais não pedidas).

Avanços
Em nota conjunta, o Itamaraty e o Ministério da Economia informaram que o acordo se baseou nas recomendações mais avançadas de fóruns internacionais como o G20 (grupo das 20 maiores economias do planeta) e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Segundo o comunicado, o acordo regional representa uma contribuição à criação de regras internacionais para o comércio eletrônico dentro da OMC.

Desde 1998, os países que integram a OMC têm renovado, a cada dois anos, o compromisso de não impor tarifas sobre o comércio eletrônico. Dessa forma, o acordo do Mercosul firma-se como proteção regional para o segmento na ausência de um acordo global. O texto assinado, destacam o Ministério da Economia e o Itamaraty, é semelhante ao acordo comercial fechado com o Chile em 2018.

Assinado na quinta-feira (29) em Montevidéu e detalhado na sexta-feira (30), o acordo sobre comércio eletrônico do Mercosul, na avaliação do governo brasileiro, aumentará a previsibilidade e a segurança jurídica das transações comerciais digitais dentro do bloco, contribuindo para o aumento da circulação de bens e serviços nos quatro países membros. “Sua conclusão reforça, mais uma vez, o compromisso do Mercosul com a integração comercial e o fortalecimento das condições de competitividade de suas economias”, concluiu a nota conjunta.

Cidades de fronteira
Também na quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro encaminhou ao Congresso Nacional com o texto do Acordo sobre Localidades Fronteiriças Vinculadas do Mercosul, assinado durante a 55ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, em 2019.

O acordo visa fornecer as bases jurídicas de direito internacional para que os governos do Mercosul garantam aos cidadãos das localidades vinculadas dos países participantes o direito de obter documento de trânsito vicinal fronteiriço, que facilita circulação entre os países e confere benefícios nas áreas de estudo, trabalho, saúde e comércio de bens de subsistência.

Os portadores do documento fronteiriço poderão estudar e trabalhar dos dois lados da fronteira. Terão também direito a transitar por canal exclusivo ou prioritário, quando disponível, nos postos de fronteira. O direito de atendimento nos sistemas públicos de saúde fronteiriços poderá ser concedido em condições de reciprocidade e complementaridade.

O acordo também dispõe sobre cooperação entre instituições públicas nessas regiões em áreas como vigilância epidemiológica, segurança pública, combate a delitos transnacionais, defesa civil, formação de docentes, direitos humanos, preservação de patrimônio cultural, mobilidade de artistas e circulação de bens culturais e combate ao tráfico ilícito de referidos bens.

Fonte: Agência Brasil

O setor do e-commerce brasileiro fechou o primeiro trimestre de 2021 com crescimento histórico nas vendas. De acordo com o Mastercard SpendingPulse*, houve uma evolução de 91,6% ano após ano para o trimestre. Impulsionado pelas imposições de distanciamento social, o mês de março registrou expansão de 84,7% no comparativo com o mesmo período de 2020.

Segundo Estanislau Bassols, gerente geral da Mastercard Brasil, essa expansão no mercado está diretamente alinhada com o atual cenário de digitalização da indústria na região: “Após um ano em que o cenário pandêmico acelerou toda a digitalização da indústria, pudemos ver, no primeiro trimestre, um crescimento histórico no e-commerce, nunca visto em um período de 10 anos. Esses dados reforçam a contínua e crescente preferência dos consumidores por novas tecnologias e pelo consumo online”, completa Bassols.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, os setores de eletrônicos (+134,1%) e farmácia (+102,4%), vivenciaram as expansões mais significativas no país.

Vendas nas lojas físicas
Por outro lado, o varejo físico brasileiro, registrou queda de -4,4% no primeiro trimestre, e -7% em março. Contudo, o levantamento pondera que março de 2020 foi um mês de grande expansão para o varejo físico, pois os consumidores fizeram compras maiores e estocaram mantimentos por conta do início da pandemia de Covid-19 e das medidas de distanciamento social.

Em termos de vendas totais do varejo, todas as regiões apresentaram desempenho inferior ao crescimento das vendas do varejo nacional no trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado: Centro-Oeste (-7,1%), Sul (-5,6%), Sudeste (-4,1%), Nordeste (-3,9%) e Norte (-0,3%) .

*Vendas no comércio eletrônico são vendas de bens e serviços nas quais o comprador faz um pedido ou o preço e os termos da venda são negociados pela Internet, em dispositivo móvel (M-commerce), extranet, rede EDI (Electronic Data Interchange), correio eletrônico ou outro sistema online comparável. O pagamento pode ou não ser feito online.

Fonte: Ecommerce Brasil

O aumento de casos de covid-19 obrigou o varejo a suspender novamente o atendimento presencial. O resultado disso é o crescimento dos clubes de assinatura no primeiro trimestre de 2021. É o que mostra uma pesquisa realizada pela Betalabs, empresa de tecnologia especializada na oferta de soluções para e-commerce.

O número de novos assinantes nos negócios já existentes cresceu 32% no comparativo com o primeiro trimestre de 2020. A estimativa da empresa é que 350 novos negócios foram criados nesse segmento nos três primeiros meses do ano. Dessa forma, houve aumento de 15% no faturamento em comparação com o último trimestre de 2020 (outubro a dezembro).

O segmento de livros manteve a primeira posição da lista, com 27% do total de clubes de assinatura, e praticamente um terço deles (32%) está em São Paulo.

Praticamente um terço dos clubes de assinatura (32%) está em São Paulo. Rio de Janeiro detém 12%, enquanto Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná estão empatados com 9% cada. Na sequência aparecem Santa Catarina (5%), Distrito Federal (4%), Pernambuco (3%), Bahia (2%) e Goiás (1%) – os demais estados somam 14%.

“O primeiro trimestre ficou marcado pelo retorno das medidas de restrição por conta da pandemia de covid-19. Isso manteve em alta modelos digitais de consumo. Nesse sentido, os clubes de assinatura se destacam por combinar qualidade, experiência e valor aos consumidores”, afirma Luan Gabellini, sócio-diretor da Betalabs.

Fonte: Ecommerce Brasil

Utilização desses canais se torna imprescindível para crescimento do varejo. Farmácias são as que mais adotaram modelo
O e-commerce e o delivery, que ganharam força desde o começo da pandemia, cresceram ainda mais no último trimestre de 2020, segundo a mais nova edição do estudo Consumer Insights, produzido pela Kantar. Este cenário parece ser irreversível, já que os brasileiros passaram a confiar nesses canais que também proporcionam conveniência.

No segundo trimestre do ano, a busca por prazer foi a principal motivação para quem aderiu às entregas em domicílio, mas ao longo do ano, as razões passaram a ser conveniência e hábito. As principais categorias foram fast food, que cresceu 62% durante o ano em comparação com 2019, doces (50%) e pizzas (34%), impulsionadas pelo consumo sobretudo de crianças até 12 anos e adultos entre 25 e 34 anos.

Já o comércio eletrônico atraiu mais de 2,3 milhões de novos lares somente no segundo semestre, registrando um aumento de 18,1 milhões de ocasiões de consumo, e terminou o ano alcançando 12,9% dos lares brasileiros. Sua penetração quase dobrou, passando de 5,4% no período de janeiro a junho para 9,4% entre julho e dezembro. O principal driver foi o aplicativo WhatsApp, responsável por 5% desses 9,4%, que criou uma nova realidade, facilitando ainda mais os pedidos.

As classes mais altas e os compradores mais maduros ainda são mais importantes para o universo online, porém o e-commerce se tornou mais democrático ao longo da pandemia, sendo adotado também pelas classes mais baixas e por shoppers mais jovens.

Dentro desse cenário, 7,5 milhões de domicílios compraram online bens de consumo massivo (FMCG) em 2020, e o tíquete médio também foi mais elevado do que nas compras offline: 18,4% maior, ou R$ 63,94. A cesta de bebidas foi o grande destaque em lealdade e a de alimentos ainda tem oportunidade de se desenvolver mais.

Destaque para farmácias

O método de envio rápido representou 81% dos pedidos em farmácia no ano passado, segundo dados de pesquisa feita pelo Farmácia App. Em contrapartida, a possibilidade de retirada na loja, que retratou apenas 19% das compras realizadas pelo aplicativo no ano anterior. Essa alternativa acabou se tornando indispensável para os compradores, pois além de evitar exposição ao vírus, eles conseguem adquirir seus itens com praticidade e conforto.

Fonte: Mundo do Marketing

Consagrado no exterior, o conceito de Customer Experience as a Service (CXaaS) começa a ser adotado no Brasil para garantir experiências de compra impecáveis, da escolha dos produtos à entrega final

O e-commerce sempre andou junto com a experiência do consumidor. Se na loja física é o cliente quem vai até o produto, no virtual são as empresas que precisam dar o passo à frente e ir até ao consumidor. E, para seduzi-lo, é preciso entregar mais do que o produto em si, é preciso agregar valor à experiência e oferecer facilidades durante toda a jornada de compra, da escolha do produto à entrega. Ou seja, priorizar a experiência do consumidor é o foco do conceito Customer Experience as a Service (CXaaS), que vem ganhando a atenção crescente das marcas no Brasil.

O CXaaS é um ecossistema que oferece soluções completas de ponta a ponta durante toda a jornada do consumidor, ajudando as empresas a ser mais proativas e a se anteciparem a possíveis problemas que seu cliente possa ter durante sua experiência de compra. “O mercado de e-commerce como um todo precisa entender que não dá mais para ser reativo e pensar apenas na solução do problema em si, é preciso reduzir qualquer tipo de atrito com o cliente antes que o problema aconteça. E o CXaaS é primordial nesse processo, porque ele ajuda a empresa a enxergar o todo, oferecendo desde uma consultoria e atendimento personalizado para seu cliente, até a entrega do produto, agregando valor e uma experiência completa”, afirma Rodrigo Maruxo, especialista em Customer Experience e desenvolvimento de negócios.

Para que essa experiência seja realmente válida para a empresa, é preciso contar com uma série de estratégias que não apenas ajudem o cliente a sair satisfeito, mas também causem uma impressão positiva, para que ele retorne, compre mais e indique a marca para outras pessoas. Para Maruxo, a experiência do cliente é formada por três pilares, que ele chama de Engrenagens do Customer Experience.

“A primeira é o sucesso, que é basicamente entregar o que foi planejado, a segunda é a emoção, quando você inclui algum atributo além do comercial, e a última, e mais importante, é o esforço, quando você se antecipa a qualquer tipo de problema que seu cliente possa ter. O CXaaS faz com que essas três engrenagens funcionem de forma satisfatória, deixando o cliente contente com sua jornada de compra”, diz.

O desafio da logística
O Brasil é um país com dimensões continentais e concluir a última etapa, a entrega do produto, não é uma tarefa simples. Não por acaso, a logística é um dos principais desafios para o e-commerce nacional, principalmente quando falamos de pequenas empresas. Com o crescimento das compras online, concorrência acirrada e consumidores cada vez mais exigentes, é primordial para o vendedor estar conectado a ecossistemas que façam o serviço acontecer e os prazos serem cumpridos.

“O CXaaS ajuda as empresas a pensar a logística de forma estratégica e individualizada, fazendo com que as entregas sejam rápidas e até se antecipem aos prazos. E isso é um dos grandes diferenciais na oferta de uma boa experiência do consumidor. Você pode até pagar um pouco mais pelo serviço, mas o valor agregado é muito maior e o cliente fica completamente satisfeito”, conclui Maruxo.

Nesses tempos em que quase tudo é feito de forma online, ao alcance de um toque no celular, tablet ou computador, o cliente não quer esperar. Ele apenas quer ter a certeza de que terá uma experiência memorável no ato da compra e nos contatos com a marca além, é claro, de saber que seus produtos chegarão intactos e no prazo prometido.

Fonte: Revista Exame

Quer ganhar dinheiro com produtos digitais? Aprenda mais sobre eles e como escolher um nicho de sucesso.

Você sabe quais são os produtos digitais mais vendidos na internet? A resposta para essa pergunta tem relação direta com os nichos de mercado que estão em alta.

Cada vez mais, os consumidores têm buscado produtos e informações por meio da internet. Assim, houve um aumento significativo na busca por produtos digitais nos últimos anos. Cursos, aulas e produtos que antes eram vendidos no ambiente offline e em mídia física, hoje já estão disponíveis em formato digital.

Dessa maneira, vender infoprodutos (como os produtos digitais também são chamados) é uma ótima forma de aumentar os lucros de seu negócio. Por isso, aproveitando esse crescimento no mercado digital, separamos algumas dicas para você se inspirar. Confira!

Há vários formatos em que esses infoprodutos podem ser disponibilizados. Confira, a seguir, os principais:

Ebooks

Os ebooks são um dos produtos digitais mais vendidos na rede. Esse formato pode ser oferecido gratuitamente em troca de dados do usuário, ou por um preço definido pelo autor. Ele pode ser criado no formato PDF ou para serem lidos em livros digitais, como MOBI, Kindle e Kobo.

A grande vantagem é que todo tipo de assunto pode ser contemplado com a criação de um ebook. Por exemplo, no caso do nicho de alimentação, é possível criar um ebook de receitas ou ainda conter um passo a passo para se tornar um grande confeiteiro.

Pacotes de serviços

Criar pacotes de serviços também é uma oportunidade de vender produtos digitais e fidelizar clientes. O pacote deve ter um valor fixo e um período de vigência, e normalmente a cobrança é mensal. Ele vários tipos de materiais, como consultorias, artigos e envio de mensagens diárias.

Esse tipo de serviço pode ser aplicado a vários nichos, como saúde, alimentação e desenvolvimento pessoal.

Por exemplo, o cliente pode contratar um pacote de serviços de meditação guiada. Assim, diariamente será enviada uma atividade que deve ser feita pelo aluno. É possível também disponibilizar dicas de cardápio saudável. E, semanalmente, o cliente pode receber por email uma lista com dicas de pratos e suas respectivas receitas.

Cursos online

Os cursos online já têm bastante adesão, e a maioria das pessoas já comprou ou realizou algum curso desse tipo. Atualmente, existem várias plataformas digitais com diversas formas de pagamento, nas quais é possível hospedar seu curso e disponibilizá-lo ao público.

Uma vantagem dos cursos online é que os alunos podem aprender de variadas formas: por meio de PDFs, vídeos, gráficos, materiais de apoio e o contato direto com o instrutor do curso.

Dessa forma, é possível criar cursos online sobre diferentes temas: vida fitness, esportes, receitas, educativos e desenvolvimento de negócios e carreira.

Produtos em áudio

Os produtos em áudio também estão entre os produtos digitais mais vendidos e de maior sucesso entre o público. Muitas pessoas escolhem consumir esse tipo de material quando estão indo para o trabalho, por exemplo. Assim, elas podem aprender enquanto se deslocam.

É possível,por exemplo, transformar ebooks em audiobooks, ou disponibilizar informações no formato de podcasts. Depois, esses áudios podem ser disponibilizados em sites próprios, ou no próprio Spotify ou no Soundcloud, por exemplo.

Fotografia

A fotografia também pode se tornar um produto digital. Se você tem olhar para tirar boas fotos e um equipamento adequado, é possível vender suas imagens em vários sites, como Shutterstock, Fotolia e Urban Arts.

As fotos podem ser vendidas em sites especializados para pessoas do mundo todo e elas poderão ser usadas em redes sociais, editoriais, revistas e sites.

 Agora que você já tem algumas dicas do que vender, entre em contato conosco e conheça nossas soluções para venda de serviços digitais!

Fonte: Hotmart

À medida que a covid-19 manteve os consumidores em casa em 2020, o consumo online se tornou um hábito e deve permanecer mesmo após a volta da abertura das lojas físicas. No Brasil, o e-commerce representou 11% das vendas do varejo, 75% acima dos 6% registrados antes da pandemia. O nível atual é de 7%. Os dados fazem parte do índice macroeconômico da Mastercard, SpedingPulse.

“Enquanto os consumidores tiveram a necessidade de ficar em casa, seu dinheiro pôde continuar movimentando a economia local e global, graças ao e-commerce”, afirma o gerente-geral da Mastercard Brasil, Estanislau Bassols.

Com um crescimento de 10% na média de lojas visitadas pelos brasileiros em 2020, a digitalização dos negócios e as vendas online foram a salvação para diversos varejistas, restaurantes e outras empresas de grande e pequeno porte.

O relatório aponta que, com a formação de novos hábitos de consumo, a mudança para o digital será permanente em alguns casos. No setor de alimentos, por exemplo, de 70% a 80% do aumento do comércio eletrônico devem permanecer no pós-pandemia.

No mundo

Segundo o relatório Recovery Insights, da Mastercard, globalmente, essa digitalização acelerada movimentou mais de US$ 900 bilhões no último ano. Segundo o relatório, o comércio eletrônico internacional cresceu de 25 a 30% no volume de vendas e nos gastos dos consumidores.

Países que eram mais digitais antes da crise, como Reino Unido e EUA, tiveram ganhos maiores em relação aos que tinham menor participação de e-commerce antes do período, como Argentina e México.

Residentes em países como Itália e Arábia Saudita estão comprando em média 33% mais em lojas online, seguidos de perto pela Rússia e Reino Unido. Ásia-Pacífico, América do Norte e Europa foram as regiões mais fortes no incentivo à adoção do comércio eletrônico.

O relatório aponta ainda que cerca de 20 a 30% da mudança global para o digital impulsionada pela covid-19 seja permanente.

 Crédito: Mercado & Consumo

O movimento tem potencial para ser mais lucrativo em países onde boa parte da população está comprando online pela primeira vez

Daqui a alguns anos, quando o impacto da pandemia sobre o setor empresarial tiver sido analisado, é provável que o aspecto mais lucrativo seja como a Covid-19 empurrou enormes mercados para a nova era do comércio eletrônico.

Em muitos países, as compras online não avançavam devido à infraestrutura deficiente e à relutância ou impossibilidade de uso de bancos e meios eletrônicos de pagamento. Em muitos lugares, o crescimento estava paralisado, mas o tumulto trazido pelo coronavírus forçou mudanças rápidas.

No México, menos da metade dos adultos tem conta bancária e menos de 5% das vendas no varejo eram realizadas pela internet antes da pandemia, o equivalente a um terço da média global. A falta de acesso ao sistema bancário e a falta de confiança no sistema financeiro deixaram o país de fora da disparada do comércio online observada nos EUA, Europa e China.

Mas quando as lojas foram fechadas para conter o contágio pela Covid-19, milhões de mexicanos começaram a comprar pela internet. As empresas locais foram rápidas no gatilho e avançaram o ecossistema online em anos, gerando um salto de 54% nas vendas pela web.

Turbulência semelhante sacudiu outras grandes economias, como Índia, Rússia e Brasil, que demoraram a abraçar o e-commerce.

A Covid-19 acelerou a migração no mundo todo, mas o movimento tem potencial para ser mais lucrativo em países onde boa parte da população está comprando online pela primeira vez. Na Índia, o e-commerce representou apenas 6,5% do mercado no ano passado, menos de um quarto da parcela observada na China.

Alguns desses mercados são mais fragmentados e disponíveis porque há menos empresas dominantes. As varejistas nesses locais estão correndo atrás de líderes globais, criando sistemas de pagamento mais seguros, expandindo redes de distribuição para agilizar as entregas e ampliando o atendimento aos clientes em plataformas como Facebook e WhatsApp. A MercadoLibre, maior e-commerce de varejo da América Latina, chegou a usar aviões próprios para reduzir o tempo de envio de remessas.

No Brasil, as vendas online aumentaram 66% em 2020, mais que o dobro da taxa de crescimento nos EUA, de acordo com a Euromonitor. Companhias tradicionais, como Via Varejo e Magazine Luiza, estão usando plataformas de mensagens como WhatsApp para oferecer promoções e finalizar transações, segundo pesquisa do Goldman Sachs.

As redes varejistas também estão testando transmissões ao vivo para vender produtos e começando a enviar encomendas a partir das lojas, o que já é prática comum em outros mercados.

A Índia é ainda mais atraente, com mais de 1 bilhão de habitantes e o terceiro maior mercado de varejo do mundo, atrás apenas dos EUA e da China. Porém os obstáculos são maiores. Apenas metade das residências está conectada à internet.

Segundo o Goldman, a projeção é que o mercado online do país triplique até 2024, movimentando cerca de US$ 100 bilhões. O impulso viria dos pedidos a supermercados e das iniciativas da Reliant Industries, a maior companhia da Índia, nas áreas de tecnologia e comércio eletrônico.

No mundo todo, a expansão do comércio eletrônico também pode reduzir as margens de lucro porque varejistas precisam gastar mais com frete e redes de distribuição. E os compradores fazem menos compras por impulso na internet do que nas lojas, o que significa algumas vendas perdidas.

Mas com a Covid-19 ainda avançando, as empresas não podem deixar de aderir à onda online que colabora para os lucros históricos do setor.

“O crescimento do nosso negócio no México tem sido notável”, disse o diretor financeiro da MercadoLibre, Pedro Arnt, durante a teleconferência de discussão dos resultados, em novembro. E há “grande oportunidade ainda por vir”.

 

Fonte: Infomoney