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A DHL Express anunciou que planeja investir mais de US$ 360 milhões até 2022 na construção de novas instalações e expansão de sua infraestrutura atual para atender os principais mercados das Américas. A companhia, que é líder global em armazenagem, distribuições e serviços expressos, deseja reforçar a sua rede aérea na região com novas rotas de voos direitos.

Os investimentos acompanham o crescimento do volume de e-commerce B2C e B2B, que teve uma alta 33% na média diária de remessas em todos os países do continente durante o primeiro trimestre de 2021 em relação com o ano anterior. O crescimento no Brasil foi ainda maior, com aumento de mais de 50% na comparação dos períodos.

Os recursos servirão para aplicar novas tecnologias com o objetivo de melhorar a eficiência operacional. Os investimentos devem proporcionar um aumento de quase 30% na capacidade de volume da companhia até o final de 2022.

“O crescimento nos volumes de embarque do comércio eletrônico continuará pressionando a capacidade de carga aérea do setor, o que tem levado a investimentos contínuos em novas aeronaves e rotas dedicadas”, afirmou Mike Parra, CEO da DHL Express Americas. A empresa pretende adicionar oito aeronaves em sua frota entre 2022 e 2024.

Os planos de investimento da DHL no Brasil incluem o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, principal hub de cargas do país, que terá um processamento das remessas internacionais mais rápido. Além disso, o terminal aeroviário passará a utilizar energia solar e captação de água da chuva para reuso, parte do compromisso da empresa para zerar emissões de CO2 até 2050.

Mesmo com a pandemia, a DHL não adotou as medidas disponibilizadas pelo governo brasileiro, como a suspensão temporária de contrato e a redução de jornada de trabalho e salário. A empresa está em expansão no país com crescimento de cerca de 30% no número de promoções de funcionários em 2021 em comparação ao ano anterior.

Recentemente, a DHL inaugurou duas novas lojas próprias de varejo, em Itajaí/SC e Guarulhos/SP, para aperfeiçoar atender as novas demandas de mercado. No ano passado, a empresa estava entre as interessadas em comprar os Correios, em uma eventual privatização.

Fonte: TecMundo

 

O e-commerce no Brasil bateu recorde de vendas no primeiro semestre de 2021, atingindo R$ 53,4 bilhões, crescimento de 31% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado consta da 44ª edição do Webshoppers, o mais amplo relatório sobre comércio eletrônico do país elaborado pela Ebit | Nielsen e realizado em parceria com o Bexs Banco, empresa especializada em câmbio e soluções de pagamentos digitais internacionais.

O resultado semestral do e-commerce no Brasil foi impulsionado sobretudo pelos aumentos de 22% no ticket médio – que passou para R$ 534 reais -, e de 7% no número de pedidos, atingindo a marca de 100 milhões.

“O e-commerce passa agora por um período de consolidação após o crescimento expressivo do ano passado”, afirmou o líder de e-commerce da Ebit|Nielsen, Marcelo Osanai. “O consumidor, adaptado à comodidade do comércio eletrônico, compra de forma mais recorrente e busca produtos em diversas categorias”, acrescentou.

Um exemplo é o fato de o número de novos consumidores ter se estabilizado no primeiro semestre deste ano: foram 6,2 milhões, levemente inferior aos 7,3 milhões no mesmo período do ano passado. “Esse movimento de consolidação é natural. A pandemia fomentou um crescimento muito forte no ano passado. O importante é que o e-commerce está mantendo o patamar elevado graças ao serviço prestado pelas lojas e pela adaptação das pessoas ao ambiente online”, explicou Osanai.

O curioso, no entanto, é que o novo consumidor do e-commerce no Brasil entra com um apetite mais alto do que as pessoas que já estão acostumadas a comprar online. O ticket médio dos recém-chegados é levemente superior à média total, atingindo R$ 556.

Mobile no e-commerce

A compras por celulares representaram mais da metade do faturamento total do e-commerce no Brasil e do número de pedidos. No primeiro semestre as vendas no meio atingiram R$ 28,2 bilhões, crescimento de 28,4%, e os pedidos, 56,3%, alta de 8,7%. Já o ticket médio ficou em R$ 502, levemente abaixo do valor geral do e-commerce.

“O brasileiro está hiperconectado, consome conteúdo ao mesmo tempo em diversas telas, isso é o ambiente propício para o e-commerce. Ele assiste algo na televisão, acessa as redes sociais, vê um produto de interesse e realiza a compra. Tudo muito simples e ágil ao toque das mãos”, afirmou o executivo da Ebit|Nielsen

Segmentos e caminhos

Os segmentos de Departamento e Esportivo se destacaram durante o primeiro semestre, com expansão de 37% no volume de vendas, e 14% no número de pedidos, e 48% de alta em vendas e 27% de crescimento em pedidos, respectivamente. Aparecem ainda os segmentos de Pet Shop, com alta de 56% no faturamento e 48% nos pedidos, Alimentos (+34% e +8%). Casa e Decoração teve alta de 155% em vendas e de 67% em pedidos.

Outro sinal de que o brasileiro está hiperconectado e com várias telas à disposição é o caminho que ele faz para efetivar as compras. No primeiro semestre deste ano, sites de busca e as redes sociais se consolidaram como o principal meio para as lojas.

Em Casa & Decoração, de acordo com o estudo da Ebit|Nielsen, 34% dos consumidores chegaram às lojas por sites de busca e 20% por redes sociais. O maior percentual de redes sociais (30%) é registrado no segmento roupas e calçados. E o maior em sites de busca (41%) é visto em aquisições de produtos automotivos.

Regionalidades
A região Sudeste foi a que mais contribuiu com 51% do faturamento total, conforme os dados do estudo. No entanto, as regiões Sul e Norte foram as que mais cresceram durante o primeiro semestre, com altas de 57% e 52%, respectivamente.

“Isso mostra uma dinamização do comércio eletrônico e sua consequente expansão para todo o Brasil. Deixou de ser algo concentrado para ser massificado. Isso tudo graças à acessibilidade, facilidade e adaptabilidade do comércio eletrônico no país”, afirmou Osanai.

Fonte: Ecommerce Brasil

Nos últimos 12 meses — até julho — o comércio eletrônico brasileiro totalizou quase 1,59 milhão de lojas online, 22,05% a mais do que os 12 meses imediatamente anteriores. A variação indica que, na média, no último ano, 789 novas lojas online foram criadas por dia no Brasil. O ritmo de crescimento do e-commerce no país desde 2015 chega a uma taxa anualizada de 23,69%. Os dados são da 7ª edição da pesquisa “Perfil do E-Commerce Brasileiro”, parceria do PayPal Brasil e da BigDataCorp.

Do total de lojas virtuais, 60,37% já adotam meios eletrônicos de pagamento (carteiras virtuais), o que representa um aumento de 4,6 pontos porcentuais em relação ao registrado em 2020. Em sete anos de pesquisa, houve uma inversão da proporção dos métodos de pagamento: em 2015, 60% não aceitavam carteiras virtuais.

Marketplaces

Ao todo, são 372 mil empresas que vendem em algum dos 20 principais marketplaces do Brasil. Desses, 44,80% têm presença no marketplace e em site próprio. Ou seja, mais da metade só vende online por meio de um shopping virtual.

Para Thoran Rodrigues, CEO e fundador da BigData Corp, que desenvolveu a pesquisa, a dependência desses marketplaces começa a prejudicar os lojistas. “Existe tendência de consolidação, por outro lado, sempre vai existir alguma resistência. O lojista sai fragilizado quando depende de um terceiro para falar com seu consumidor”, afirma. Ele diz que as marcas menores desaparecem nessa relação de consumo em que grandes empresas colocam suas logomarcas até mesmo na caixa que o cliente recebe os produtos de pequenos empreendedores.

Ele explica que, em outros países, já há reação dos lojistas e de governos contra empresas que detém um “poder muito grande”. “Vamos ver como o processo regulatório vai evoluir”, diz.

Outro dado relevante é a desconcentração geográfica no comércio eletrônico no último ano. O estado de São Paulo, que historicamente representava cerca 60% das lojas online, hoje abriga 51,8%, o que nos mostra que parte do crescimento do comércio veio de outros estados do Brasil. Destaque para Minas Gerais, que passou de 6,20% do volume total de lojas em 2020 para 7,24% em 2021; e para o Paraná, que foi de 5,84% para 7,01% no mesmo período.

Mesmo com um volume relevante de lojas, ainda há espaço para o crescimento do segmento no país, uma vez que apenas 6,19% do varejo brasileiro faz vendas online. Em 2020, os e-commerces com faturamento de até R$ 250 mil ao ano correspondiam a 48,06%. Hoje, representam 52,73% do total.

Fonte: Broadcast Estadão

Faturamento, no mesmo período, também teve crescimento, de 24,15%; moda & acessórios é a categoria mais vendida.

As vendas pela internet no Brasil continuam em ritmo acelerado. Nos primeiros seis meses deste ano, houve alta de 13,05% nas vendas e de 24,15% no faturamento. Os dados são do índice MCC-Enet, desenvolvido pela Neotrust Movimento Compre & Confie, em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net). Ao observar as vendas virtuais, comparando os meses de junho e maio, por sua vez, teve queda de (-1,02%).

A composição regional, também considerando a comparação entre junho e maio, os resultados foram: Sul (2,88%); Centro-Oeste (-0,97%); Nordeste (-1,59%); Sudeste (-1,69%); Norte (-3,43%). Já no acumulado do ano, a configuração ficou da seguinte forma: Nordeste (28,37%); Centro-Oeste (28,18%); Norte (21,39%); Sul (19,83%) e Sudeste (6,97%).

O faturamento do setor também seguiu com variação negativa, quando os meses comparado foram junho e maio: (-1,49%).

Usando a mesma base comparativa (junho e maio), por região, ficou da seguinte forma: Sul (2,69%); Sudeste (-1,90%); Nordeste (-1,91%); Centro-Oeste (-3,82%); e Norte (-5,72%). No acumulado do ano, os dados foram: Nordeste (38,14%); Centro-Oeste (36,42%); Sul (30,99%); Norte (27,55%); e Sudeste (17,51%).

Em maio de 2021, o comércio eletrônico representou 11,9% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do comércio eletrônico no comércio varejista corresponde a 10,9%. Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgada no dia 7 de julho.

Em maio de 2021, a composição de compras realizadas pela internet, por segmento, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (43,2%); móveis e eletrodomésticos (27,6%); e tecidos, vestuário e calçados (10,1%). Na sequência, artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,3%); outros artigos de usos pessoal e doméstico (5,9%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,4%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2,5%). Esse indicador também utiliza a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE como base.

Outra métrica avaliada revela que, no trimestre de abril a junho de 2021, 18,5% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma alta de 1,3 p.p em relação ao trimestre anterior (17,2%). Já na comparação com o mesmo período em 2020 (10,1%), houve crescimento de 8,4 p.p.

De acordo com um levantamento elaborado pela Neotrust, o varejo digital faturou R$ 74,76 bilhões nos seis primeiros meses de 2021, alta de 37% em relação ao mesmo período do ano passado. A alta nas cifras é consequência de um maior número de compras realizadas. No primeiro semestre, o comércio eletrônico gerou 164,28 milhões de pedidos, montante 21% maior no comparativo com 2020. Além de comprar mais, os brasileiros também gastaram mais: com o valor de R$ 455,1, o tíquete médio teve aumento de 13,66%. O setor registrou 7 milhões de novos consumidores no período.

Ainda de acordo com o levantamento, as categorias mais vendidas em volume foram: moda & acessórios (28,7 milhões), beleza & perfumaria (16,3 milhões), saúde (9,6 milhões), telefonia (9,5 milhões) e eletrônicos (9,3 milhões). Já na análise de faturamento, as que mais contribuíram foram: telefonia (R$ 15,5 bilhões), eletrodomésticos (R$ 10 bilhões), informática (R$ 8,4 bilhões), eletrônicos (R$ 7,4 bilhões) e moda & acessórios (R$ 5,8 bilhões).

Na hora de pagar, o cartão de crédito segue como o meio preferido dos brasileiros para efetuar suas compras: no primeiro semestre, 70% dos pedidos foram pagos com esta opção. Em seguida, os boletos bancários aparecem em 21% dos pedidos e, por fim, o PIX foi utilizado em 4% das compras. Outros meios de pagamento também somaram 4% do total.

Fonte: Consumidor Moderno

A ferramenta tem conquistado os varejistas pela praticidade e tarifa gratuita

Desde seu lançamento, o Pix tem se mostrado um meio de pagamento que veio para mudar todo o conceito de usar o dinheiro por meio digital. Dada a sua imensa vantagem de realizar transferências imediatas e sem custo, a ferramenta tem conquistado os brasileiros e segue em crescimento quanto ao uso diário. Em abril desse ano, segundo dados do Banco Central, o a quantidade de transferências por Pix inclusive superou as de DOC e TED.

E se ele já é vantajoso para transferências comuns do dia a dia, no varejo, tem se provado ainda mais eficiente. Dessa forma, os consumidores têm optado pela ferramenta para realizar o pagamento pela compra dos produtos, sobretudo no e-commerce. É o que mostra a pesquisa da Spin Pay: a média de crescimento do uso do Pix no varejo eletrônico é de 50%, uma tendência que deve crescer nos próximos meses.

O estudo é realizado por meio dos dados de 175 clientes da Spin Pay e destaca que pelo menos 3 milhões de transferências do Pix foram destinadas ao e-commerce desde o lançamento da ferramenta.

E-commerce e Pix: uma trajetória de mãos dadas

A pesquisa mostra que alguns setores se sobressaíram quanto ao uso do Pix para suas transações, alcançando a margem de crescimento de até 80%. Foi o caso dos Games, Moda e Beleza/Saúde, que têm movimentado bastante desde o início do ano por meio do e-commerce.

O estudo revela, ainda, que as datas comemorativas foram bastante importantes para a movimentação do varejo eletrônico e, por meio delas, o Pix também foi bastante utilizado. Só nas semanas entre o Dia das Mães e Dia dos Namorados, o crescimento no uso do meio de pagamento subiu 34,8%.

Vale destacar que o setor de eletrônicos e eletrodomésticos — entre os dias 9/05 e 12/06 — apresentou aumento de 12,8% nos pagamentos com Pix, ao passo que o setor de moda apresentou, no mesmo período, crescimento de 37,6%.

Já na Semana do Consumidor — que acontece entre 15 e 21 de março —, além de ter um varejo eletrônico mais aquecido, a modalidade também atraiu 67% de novos usuários.

A adesão da ferramenta pode substituir o uso dos boletos em um futuro próximo, algo que facilita os processos de pagamento para o varejo eletrônico — visto que há um prazo de alguns dias úteis até que a compra possa ser processada. Assim, devemos ver o uso do Pix crescer ainda mais nos próximos meses, até que se torne um meio de pagamento mais comum para o e-commerce, da mesma forma como ocorre com o cartão de crédito e o boleto bancário.

Fonte: Consumidor Moderno

É necessário coletar as evidências de golpes ou roubos para fazer denúncias

Com a pandemia, muitas lojas físicas tiveram que migrar para o ambiente virtual. E justamente por isso houve um crescimento de transações virtuais de compra e venda de produtos e contratação de serviços por parte da população. Nesse sentido, é importante ter cautela na hora de efetivar essas transações: o momento atraiu a atenção de criminosos, que criam sites falsos para que os consumidores adquiram produtos que nunca irão receber.

“É de extrema importância sempre verificar se os sites são seguros, pesquisar a reputação da loja virtual e os feedbacks de outros clientes sobre o vendedor. Ainda, após a compra de qualquer coisa na internet, guarde todos os comprovantes, para, caso necessário, facilitar a reclamação junto aos órgãos de proteção e defesa do direito dos consumidores”, aponta o advogado e especialista Markus Norat, professor do curso de Direito do Unipê.

“Em qualquer situação, a vítima pode procurar a reparação do dano sofrido, seja material ou moral, uma vez configurado o dano. No Brasil, nós temos regramentos que nos conferem proteção, como o Marco Civil da Internet, Lei Geral de Proteção de Dados, Código de Defesa do Consumidor, Código Penal, entre outros”, acrescenta Norat.

Já para as empresas, o professor mestre Arthur Souto, coordenador do curso de Direito do Unipê, sugere que, em primeiro lugar, é importante criar um código de conduta que determine se será permitida a utilização das redes sociais e a internet como um todo dentro da empresa.

“Caso seja permitido, os responsáveis pela Empresa devem informar a forma e modo dessa utilização para que não haja nenhum tipo de excesso por parte do funcionário, como a divulgação de conteúdo interno confidencial ou mesmo de atitudes ou pensamentos pessoais do funcionário que possam se associar a uma política interna da empresa, muito menos que venha a expor dados de algum cliente. Importante que a empresa realize um treinamento para os funcionários e tenha uma cartilha delineando todos esses regramentos.”

Por fim, os docentes reforçam a importância da atenção dos usuários quanto ao uso de computadores e smartphones e à atualização dos programas de segurança instalados. E ainda enfatizam a importância de preservar a vida e a privacidade pessoal e dos filhos, além de respeitar outras pessoas.

“Desconfie de mensagens que você receba por e-mail e/ou por WhatsApp, direct no Instagram ou Facebook, Viber e Telegram, mesmo que essas aparentem ser enviadas por pessoas conhecidas, e evite clicar em links reduzidos. Caso aconteça qualquer golpe ou roubo de informação, colete todas as evidências e busque ajuda das autoridades policiais e advogados o quanto antes”, recomendam.

Fonte: Portal Correio

 

Novo modo de compra tem demonstrado grande aderência no país desde o início deste ano

Embora o comércio de rua comece a dar sinais de recuperação, é quantitativamente notório o fato de que o comércio online seguirá a pleno vapor. Tanto que a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) e o instituto Neotrust realizaram um levantamento que apontou que, no primeiro trimestre de 2021, foram realizadas 78,5 milhões de compras online, ou seja, um aumento de 57,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Esse volume de vendas resultou em um faturamento de R$ 35,2 bilhões para o e-commerce entre janeiro e março deste ano, o que significa um crescimento de 72,2% em face às estatísticas de 2020.

O Brasil atingiu, em 2020, o recorde de pedidos no e-commerce: 301 milhões de compras foram realizadas, número que representa uma alta de 68,5% em relação a 2019, de acordo com a ABComm e a Neotrust. Como consequência, o faturamento nacional também teve um crescimento significativo.

Ao todo, a receita gerada foi de R$126,3 bilhões, número que representa uma variação de 68,1% comparado ao ano anterior e mostra a força do e-commerce e das vendas digitais para a economia do país.

Para o estudo, a busca por baratear o valor da entrega também aumentou durante os primeiros três meses de 2021: o reflexo disso é o grande crescimento da modalidade de frete grátis. No período, 53% das compras realizadas foram entregues de forma gratuita, ante 47% no mesmo trimestre do ano passado. Já a entrega paga foi a opção escolhida em 47% dos pedidos realizados, queda de 6% no comparativo.

Nesse período, o varejo digital concentrou 22,8 milhões de consumidores únicos, aumento de 43,9% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. O gasto médio total de cada consumidor foi de R$ 1.340,00, valor que representa aumento de 14,1% em relação ao mesmo trimestre em 2020.

“O comércio online passou por uma prova de fogo e de escala por conta da pandemia. Os usuários aprenderam a comprar virtualmente e perceberam que isso era muito bom. O crescimento do segmento, antes disso, já era super acelerado, pois o comportamento do consumidor vinha mudando de acordo com a popularização da internet, dos smartphones e das redes sociais. A pandemia só acelerou um processo que já iria acontecer de uma forma ou outra”, afirma Renan Mota, co-CEO e founder da Corebiz.

Para o especialista, esse cenário gera um ciclo virtuoso e que promove as vendas online, uma vez que os clientes notam que há uma facilidade de compra (sem precisar sair de casa e com a possibilidade de comparar preços com um clique) e que os próprios lojistas estão se aprimorando para oferecer a melhor experiência no ambiente digital.

“A pandemia foi o motor principal para o grande aumento das vendas online. A continuidade se deve ao aumento da confiança no canal internet, a praticidade e a rápida pesquisa de preços. A frequência das comercializações se manteve em alta nos últimos tempos e, diante de datas comemorativas tradicionais de consumo, os índices podem sofrer aumentos”, diz Rodrigo Santos, vice-presidente da ABComm e empresário do setor de logística.

Os segmentos que estão saindo na frente
Apesar de o comércio online no Brasil estar em ascensão, é natural que algumas áreas de atuação estejam performando melhor ou pior do que outras. Isso se deve, em grande parte, ao fato de que as pessoas estão passando cada vez mais tempo em casa, o que gera uma maior procura em itens de bem-estar doméstico. Desse modo, é relevante voltar os olhares aos segmentos que vêm demonstrando resultados positivos. Rodrigo Santos e Renan Mota listam algumas delas:

● Casa (cama, mesa e banho);
● Supermercados (serviços realizam compra e entrega de itens selecionados ao cliente em pouco tempo);
● Tecnologia (em especial: televisões com telas maiores e smartphones);
● Linha branca;
● Vestuário.

Tendências para os meses seguintes
Segundo o co-CEO e founder da Corebiz, a frequência das vendas no comércio online, daqui para frente, será crescente, e de forma exponencial em alguns casos. Tanto que se houver limitações no mercado, ele acredita que será por parte dos lojistas, e não dos consumidores.

“O comércio eletrônico se tornou muito mais do que apenas um canal de vendas online. Hoje, está ligado diretamente ao core de cada cliente. Por exemplo, um indivíduo que vai à loja física pode ser fidelizado pelo canal digital, que por sua vez está integrado ao televendas. O omnichannel tem como “maestro” as plataformas que antigamente eram focadas apenas no e-commerce e que, agora, se tornaram plataformas de vendas em geral”, completa Renan Mota.

De acordo com tudo isso, Rodrigo Santos, vice-presidente da ABComm, coloca que o crescimento do universo digital, em 2021, seguirá em alta devido aos avanços no modo de operação das lojas e no comportamento dos clientes, vertentes construídas e aprimoradas no ano passado e que irão favorecer o desenvolvimento das compras online no país.

“Muito disso possui uma relação com novos consumidores e novas empresas online e também em virtude do grande investimento das companhias em promover, cada vez mais, uma incrível experiência de compra. Seja na oferta de produtos ou na entrega cada vez mais rápida”, discorre o empresário.

Contudo, como a popularização dessa nova forma de compra está em andamento, os especialistas alertam: antes de efetuar uma compra online, busque, ao conversar com familiares e amigos ou na própria internet, referências sobre a loja escolhida para não cair em golpes ou fraudes.

Fonte: Consumidor Moderno

A partir desta quinta-feira, 1 de julho, entram em vigor as novas regras relativas ao IVA nas compras online na União Europeia (UE). Há 28 anos que isso não acontecia e o mercado mudou muito.

O objetivo é incentivar a concorrência entre empresas da UE e de países terceiros que já beneficiam de vantagens.

Mais IVA significa receitas fiscais de cerca de 7 mil milhões de euros por ano na Europa para os cofres públicos.

Mas o que muda, afinal, para os consumidores? Em primeiro lugar, terão de verificar se o IVA está incluído no preço final, como explicou Kristian Vanderwaeren, administrador-geral da alfândega belga: “O consumidor tem de verificar se o IVA está incluído ou não. Se não estiver incluído no momento sobre o preço de compra da mercadoria, o IVA terá de ser pago, a par dos custos de transporte e aduaneiros. Ao comprar qualquer coisa, deverá verificar o preço por si próprio. Tem de se assegurar que o preço final inclui o IVA. Se não for esse o caso, deverá saber qual o valor acrescido que vai ser adicionado. Em geral, o valor adicional na Bélgica será de 30%."

O que é que muda para as empresas? Em primeiro lugar, as mercadorias abaixo de 22 euros deixam de estar isentas e passam a estar sujeitas a IVA. Em segundo, as empresas não-europeias que faturam mais de 10 mil euros terão de se registar num website.

Os especialistas aconselham todas as empresas a fazê-lo.

“A mudança será que empresas não-europeias terão a opção de se registar em um ponto da Europa. Chama-se 'One-Stop Shop.' Se a empresa não optar por este sistema, tem que se registar em todos os Estados-membros e tem que cumprir todas as formalidades aduaneiras em todos os países”, acrescentou Kristian Vanderwaeren.

Além das consequências económicas, a reforma também pode ter repercussões ao nível das relações internacionais, como lembrou Antonio Gigliotti, diretor da empresa Fiscal Focus: “A China não está nada contente com esta operação. Os riscos são elevados, mas também é preciso começar por algum lado. Veremos, a partir de 1 de julho, o que é que acontecerá e que contramedidas é que a China vai adotar.”

As novas regras devem por termo às tentativas de fuga ao pagamento de IVA.

Para as empresas, foi introduzido um método significativamente simplificado de declaração e pagamento. Já o consumidor terá de certificar-se de que o custo total do produto pedido online está incluído no preço final.

Fonte: pt.euronews.com

Relatório apresentado pela companhia mostra que cifra registrada é 3,24% maior em relação ao mesmo período no ano passado.

De acordo com relatório elaborado pela Neotrust, o varejo digital faturou R$ 6,5 bilhões entre 28 de maio e 11 de junho, em função do Dia dos Namorados, alta de 3,24% em relação ao ano passado

Apesar do incremento nas cifras, a quantidade de pedidos online neste ano foi menor. Em 2021, a data gerou 14 milhões de compras, montante 10,44% menor no comparativo com o mesmo período em 2020. Apesar de comprar menos, os brasileiros gastaram mais: com o valor de R$ 464,28, o tíquete médio teve aumento de 15,3%.

Já estudo que analisou o comportamento dos consumidores virtuais no Dia dos Namorados realizado pela All iN | Social Miner, em parceria com a Clearsale e a Octadesk, e com o apoio da Tray, da Escola de E-commerce e do Opinion Box, revelou que o uso dos dispositivos móveis ganhou o público. O número de pedidos finalizados por meio deles apresentou aumento de 51%, sinalizando que, com a ajuda de aplicativos e sites responsivos, o celular vem ganhando espaço ante o computador. E os consumidores parecem estar se planejando mais antes de comprar. Eles anteciparam a busca por ofertas, e o maior pico de visitas e de cadastros se deu quando ainda faltava um mês para o evento – na segunda quinzena de maio. Consequentemente, o pico de vendas foi em maio, e houve um aumento considerável no consumo também na semana do dia 12.

A categoria preferida foi moda e acessórios – tanto antes quanto durante o evento -, seguida por farmácia e saúde, beleza, e bebidas. Dentro dessas categorias mais consumidas, levantamento sobre intenções de compra no evento realizado pela plataforma Semrush apontou que os produtos mais procurados pelos apaixonados foram flores, com mais de 239, mil buscas, aliança de compromisso, com cerca de 66 mil buscas, e chocolates, duas mil. Isso em um comparativo entre maio de 2020 e abril deste ano. A expressão “Dia dos Namorados” somou um total de 90,5 mil buscas só em abril, crescimento de mais de 233% em relação a março, por exemplo.

O valor médio investido nos presentes foi de R$ 516,17, e registrou-se um aumento de 11% no volume de compras feitas exclusivamente com cartão de crédito – que saltou de 5,8 milhões no ano passado para 6,4 milhões agora em 2021, de acordo com a Clearsale. O faturamento com o evento – só considerando as compras pagas com cartão – bateu R$ 3,3 bilhões. No comparativo com o montante alcançado no ano passado (R$ 2,6 bilhões), o crescimento neste ano chega a 28%.

As pessoas têm falado mais com as empresas, tanto que, durante o evento deste ano, foi registrado um aumento de 129% no volume de tíquetes de atendimento abertos em relação ao número registrado no período equivalente do ano anterior. O Whatsapp se destacou como o maior canal de atendimento ao subir 13 pontos percentuais (pp) do ano passado para cá, enquanto o uso do e-mail para entrar em contato com os e-commerces caiu 15 pp.

Fonte: Monitor Mercantil

 

Dados da Synapcom mostram que, em algumas regiões com país, crescimento ultrapassou 600%

O número de transações de comércio eletrônico cresceu 672% no Norte do Brasil no primeiro trimestre de 2021, em comparação com o ano anterior. Mas não foi só nessa região que o e-commerce teve crescimento exponencial. As compras online cresceram 671% no Nordeste, 611% no Centro-Oeste, 513% no Sudeste e 372% no Sul, segundo dados da Synapcom, que gerencia operações de e-commerce de ponta a ponta no Brasil e na América Latina.

O crescimento do e-commerce no Brasil, que já vinha mostrando dados positivos nos últimos anos, acelerou em 2020 com a pandemia da covid-19. O maior número de pedidos continua acontecendo na região Sudeste, que concentra 64% do volume de comércio eletrônico.

“Esses números de crescimento mostram que os consumidores estão contando cada vez mais com o e-commerce no seu dia a dia, não só nos grandes centros, mas em todas as regiões do país. Para garantir eficiência e excelência na entrega da melhor experiência online para quem compra, as operações de comércio eletrônico precisam estar muito bem estruturadas e com grande abrangência”, diz Eduardo Fregonesi, CEO da Synapcom.

Fonte: Exame