Verità Tecnologia

Verità Tecnologia

Somos a Verità Tecnologia.
Temos tudo que você precisa para desenvolver seu projeto web. Suporte Ilimitado.
Hospedagem de sites, registro de domínio, comércio eletrônico, e-mail marketing e muito mais.

Estudo da consultoria Peclers Paris, apresentado no Hack Town, mostra a força da preocupação com o bem-estar e o crescimento dos nativos ecológicos digitais

A cada festival de inovação, seja no SXSW, Hack Town, e outros, a desconexão, a preocupação com o corpo e a retomada da alimentação natural seguida das reflexões sobre o ambiente ganham cada vez mais força. E o que todos esses temas têm em relação com as marcas? Muitas coisas. Iza Dezon, pesquisadora de tendências de comportamento e representante no Brasil da consultoria Peclers Paris, reforça que, em um primeiro momento, o sentimento com marcas, empresas e instituições é de desconfiança. No entanto, o que parece um problema no curto prazo, pode ser uma oportunidade no longo prazo.

“Observamos uma tendência da retomada de controle das pessoas em relação à alimentação, a saúde, ao corpo, e isso ocorre porque as empresas, instituições e marcas deixaram de representar a confiança que poderiam representar para as pessoas no passado. Existe a oportunidade de retomar essa relação, no entanto, isso só será possível se as marcas entenderem que o propósito não pode ser individual, da empresa, ou do negócio, ela deve se conectar ao propósito coletivo”, ressalta. Durante o Hack Town 2019, Iza apresentou quatro macro-tendências desenvolvida por filósofos, sociólogos, artistas e outros profissionais. Ela ressalta que todas elas se conectam e trazem um alerta importante para a sociedade.

Viver melhor
“As discussões sobre wellness têm crescido e aumentou a compreensão de que somente o individuo é responsável pelo seu próprio equilíbrio mental. Se por muitos anos as pessoas delegaram esse cuidado para empresas, marcas, ou terceiros, é hora de retomar o controle. Isso leva a uma jornada de autoconhecimento que começa a mudar a consciência e a relação das pessoas com elas mesmas. Isso ganha ainda mais relevância quando se considerar que, até 2050, 25% da população mundial estará acima dos 60 anos, o que aumenta a necessidade dos cuidados com a saúde.”

Corpo consciente

“O ritmo frenético e a tecnologia em escala vêm fazendo com que as pessoas se esqueçam do corpo e foquem apenas em suas telas e mentes. O processo de reencontro com o bem-estar também traz a consciência sobre o corpo e o que ele representa. Isso tem um impacto direto na forma como marcas vão pensar seus produtos. Sobretudo, porque aumenta a necessidade do desenvolvimento de produtos e serviços que foquem no envelhecimento com saúde, a performance bioativa, os produtos de cuidados femininos e o bem-estar multifatorial.”

Propósito coletivo
“A necessidade de se encontrar um propósito é uma realidade para pessoas e empresas. No entanto, segundo Iza, já não faz sentido que o foco continue no propósito individual, se ele não estiver conectado com o coletivo, os problemas da humanidade, que são complexos, não serão resolvidos. Isso faz com que aumentem as iniciativas de repensar os espaços urbanos, coletivos e as dinâmicas makers e de colaboração que ajudem a desenvolver novas dinâmicas sociais.”

Nativos ecológicos digitais
“Os nativos digitais, principalmente aqueles com menos de 30 anos, cresceram bombardeados, nas redes sociais, com informações voltadas a preocupação com o ambiente. O que como consequência positiva criou os nativos ecológicos digitais que ajudam a repensar o consumismo, o impacto do lixo e o consumo consciente. Esse grupo reforça o conceito de hiperecologia em que a conexão com o ambiente, ainda que nas grandes cidades volte a fazer mais sentido. Um dos exemplos recentes desse fenômeno é a estudante sueca de 16 anos Greta Thumberg.

Fonte: Meio e Mensagem

A falta de serviços de pagamentos para pessoas sem conta em bancos ainda é um grande desafio para o setor de venda online.

Quando iniciei este artigo, minha ideia era falar somente da inclusão digital nas lojas online. Explicar sobre a importância dos e-commerces oferecerem opções de pagamento no momento da compra para fidelizarem os clientes, bem como trazerem inovações para o negócio em um mercado cada dia mais competitivo. No entanto, acredito que a falta de serviços de pagamentos voltados para os desbancarizados ainda seja o grande desafio do setor.

No Brasil, 60 milhões de adultos não possuem contas em banco, de acordo com um recente estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). O número representa quase metade da população economicamente ativa do país. Com esses dados, fica claro o porquê de as empresas precisarem estar atentas aos movimentos globais e as novas demandas desses consumidores, que movimentam cerca de R$ 665 milhões ao ano.

Oferecer flexibilidade na hora do pagamento pode ser um diferencial para os desbancarizados realizarem compras online. Além disso, levando em consideração que os smartphones estão revolucionando a forma como os brasileiros lidam com o comércio eletrônico, as fintechs são obrigadas a disponibilizarem alternativas econômicas, eficientes e abertas para todos os lojistas que queiram realizar vendas e participar da economia.

Na PagBrasil, por exemplo, o Boleto Flash® soluciona dois dos maiores problemas do boleto tradicional: a confirmação de pagamento demorada – validamos a compra em menos de uma hora - e o layout não responsivo, ou seja, exibimos um layout otimizado da página conforme a resolução que está sendo visualizada. E mais, o pagamento pode ser feito em qualquer instituição bancária, casa lotérica ou entidade autorizada, dando oportunidade para os desbancarizados movimentarem os seus recursos.

Apenas para modelo de comparação, em novembro do ano passado estive na China. Se antigamente uma grande parte da população não estava conectada nem participava do comércio eletrônico, hoje praticamente nenhum chinês usa cartão de crédito, débito e até mesmo dinheiro em papel, devido ao uso de dispositivos móveis conectados à internet. E posso explicar o aconteceu: duas grandes empresas desenvolveram soluções com o pagamento em QR Code e implementaram esse sistema no país inteiro, dominando totalmente a economia e todos os meios de pagamentos, proporcionando uma verdadeira inclusão digital.

No Brasil, adianto que o Banco Central está com um projeto de pagamentos instantâneos que também fará uso do QR Code, na intenção de incluir todas as pessoas nos meios de pagamento. Ainda que esteja em fase de desenvolvimento, noto que a intenção da entidade é garantir mais concorrência no mercado e inovação, com regulamentação idealizada para incentivar empresas brasileiras e estrangeiras a investirem na América do Sul.

Na minha opinião, olhando a nível de América Latina, o mercado brasileiro é o mais avançado no comércio eletrônico, com tecnologias líderes em termos de fintechs. Os estrangeiros preferem investir no Brasil não somente pela lucratividade, mas porque a mentalidade dos brasileiros é aberta para novas tecnologias.

*Por Ralf Germer, CEO e co-fundador da PagBrasil, fintech brasileira líder no processamento de pagamentos para e-commerce ao redor do mundo

 

A paulistana GoodStorage aluga compartimentos na capital paulista para guardar de móveis de pessoas físicas a parte do estoque de empresas de e-commerce

Apartamentos cada vez menores, metro quadrado mais caro próximo aos grandes centros e um setor de comércio eletrônico que cresce dois dígitos ao ano e pode chegar a 10% do varejo em 2023.

Foi neste cenário que o então analista Thiago Cordeiro decidiu deixar os grandes bancos de investimento — onde desde 2003 tinha como função procurar bons ativos no mercado imobiliário — para criar uma empresa que desse utilidade ainda maior ao metro quadrado no qual ele até então investia.

Cordeiro pensou em soluções que iam da moradia estudantil à moradia para idosos, mas a saída que encontrou foi comprar imóveis nas regiões centrais da capital paulista para guardar coisas. Assim nasceu a empresa de armazenamento GoodStorage, que saiu do papel no fim de 2013 com o intuito de atender a pessoas físicas que quisessem alugar um espaço para deixar bens que não coubessem em suas próprias casas.

A companhia seguiu o conceito de self storage (ou auto armazenamento), que surgiu nos Estados Unidos na década de 1960. Soa como o bom e velho galpão sujo para móveis e objetos encalhados, mas a ideia, segundo Cordeiro, é ser “uma extensão” da casa das pessoas físicas ou do estoque das empresas.

As atuais 13 unidades em funcionamento da GoodStorage estão em bairros como Tatuapé, Vila Olímpia, Lapa, Aclimação, Morumbi e marginal Tietê. O preço médio por metro quadrado é de 65 reais por mês, a depender do espaço alugado, e o foco são lugares estratégicos e com grande circulação de pessoas, alguns mais próximos ao centro do que outros.

“A ideia não é ter suas coisas jogadas em um galpão distante que você nunca mais vai ver, mas tê-las perto de casa ou do trabalho e poder acessá-las de forma fácil”, diz Cordeiro, hoje presidente e sócio minoritário da GoodStorage.

Colorido e bem localizado
Como a ideia é que as pessoas entrem e saiam o tempo todo, os galpões da GoodStorage são todos coloridos e com mais cara de escritório de startup do que de quartinho da bagunça.

Em cada unidade há pequenos (ou grandes) compartimentos, que vão de 1 a 500 metros quadrados, a depender da necessidade de cada locatário. Há até um espaço de co-working na portaria e café grátis para os clientes utilizarem enquanto estiverem por lá.

O contrato para locação é flexível: o usuário paga mês a mês, com contrato 100% digital, e pode cancelar a assinatura a qualquer momento sem taxas.

Há usos de todos os tipos para os compartimentos, dos que precisam de espaço para guardar móveis enquanto estão se mudando a quem aluga para guardar itens de colecionador. (A empresa conta o caso de um grupo de estudantes de Direito que, morando longe do centro, alugou um compartimento para fazer uma pequena biblioteca.)

“São Paulo tem muita gente, tem escala. Há muitos eventos acontecendo na vida das pessoas que fazem com que elas precisem de soluções”, diz Cordeiro, quando questionado se a solução teria público para continuar crescendo no Brasil.

Apesar das muitas utilidades, o mercado ainda é incipiente por aqui: além da GoodStorage, há cerca de 150 empresas atuando no setor de self storage, com nomes como GuardeAqui, MetroFit e Local Box. São 250 unidades do tipo em operação em todo o país, totalizando 500.000 metros quadrados para locação e faturando cerca de 315 milhões de reais ao ano, segundo a Associação Brasileira de Self Storage.

Contudo, Cordeiro afirma que a solução, que já vem com limpeza, segurança e estrutura do local, pode ser mais interessante — e barata — do que alugar um apartamento maior. “Qual de fato é o gasto daquele quarto a mais que só serve para armazenar coisas? Tanto para empresas quanto para pessoas físicas, se colocado na ponta do lápis, é possível ter uma estrutura mais enxuta e flexível”, diz.

Solução para o e-commerce
Com a diversidade de possibilidades de uso dos metros quadrados da GoodStorage, a solução, que nasceu como serviço para pessoas físicas, acabou começando a fazer sentido também para empresas.

A ascensão do e-commerce no Brasil (responsável por 4% das compras no varejo no ano passado, segundo a eBit/Nielsen), somado a um MBA com foco em logística que Cordeiro fez na Northwestern University, em Chicago, nos Estados Unidos, fizeram o empresário começar em 2017 a adaptar parte do negócio para foco na pessoa jurídica.

Muitas empresas não têm estoques próprios, ou os têm muito longe dos grandes centros. Assim, os compartimentos da GoodStorage são úteis na chamada “última milha” (last mile, no termo logístico em inglês), a última etapa do produto antes de chegar à casa dos clientes.

EXAME visitou uma unidade na rua Pedroso de Morais, coração do bairro de Pinheiros, na zona oeste da capital paulista, um dos bairros com o metro quadrado mais caros de São Paulo. Por lá, já é possível ver os responsáveis por uma pequena empresa que aluga equipamento para festas trabalhando em mesas dentro de seu próprio compartimento, ou motoboys da startup de entregas Loggi se encontrando com o locatário de um dos estoques da unidade para pegar mercadorias e levar até algum cliente.

“As empresas podem testar self storage como ponto avançado de estoque. Dá para, por exemplo, alugar mais espaço durante épocas como Dia das Mães ou Black Friday, ou ver onde está sua frequência de entrega e fortalecer a presença ali”, diz Cordeiro.

Usar a GoodStorage como estoque tem limitações: apenas pessoas autorizadas podem entrar nos compartimentos, de modo que um motoboy não conseguiria ir até as unidades da GoodStorage retirar uma mercadoria. As empresas, contudo, podem deslocar um funcionário autorizado para dar os produtos aos entregadores.

Pessoas jurídicas respondem por 30% dos clientes da GoodStorage (e metade do espaço alugado), mas a meta é que essa fatia chegue a 50% nos próximos anos. A empresa vai abrir na marginal Pinheiros neste mês sua primeira unidade híbrida, em que o primeiro andar será todo dedicado a pessoas jurídicas.

WeWork dos estoques
A solução da GoodStorage para os estoques vai na linha de companhias como a WeWork, que aluga espaços de co-working em áreas bem localizadas da cidade para empresas cujo investimento em um escritório próprio não valeria a pena.

“É uma forma de rentabilizar o metro quadrado”, diz Paulo Humberg, presidente da companhia de investimentos em tecnologia A5 Digital. “Mas é uma solução cara para muitas pessoas físicas, nem todo mundo vai pagar mais de 200 reais ao mês para guardar coisas. Para negócios, faz um pouco mais de sentido.”

Com entregas precisando ser cada vez mais rápidas, ter esses pontos avançados de estoque passa a ser um diferencial para empresas. As grandes varejistas já estão se movimentando para que suas próprias lojas físicas atuem como um ponto de estoque de última milha, mais bem localizado que seus grandes centros de distribuição, no geral afastados das cidades.

Contudo, Humberg acredita que o mercado de armazenamento, tal como acontece no exterior, vai trazer a cada dia soluções diferentes, de modo que um modelo de guardar coisas pode tornar-se obsoleto. “Talvez o grande desafio de empresas como a GoodStorage seja continuar no caminho da inovação e trazer cada vez mais novas soluções.”

Por ora, o foco da GoodStorage é consolidar o modelo para pessoas jurídicas e crescer em São Paulo. A empresa recebeu em 2019 aporte de 250 milhões de reais do fundo americano Evergreen, para além de 150 milhões de dólares que já havia recebido do Evergreen e do brasileiro HSI em 2013.

A expectativa é abrir nove novas unidades até 2020, totalizando 120.000 metros quadrados para locação, segundo Cordeiro. “Se vamos ser uma empresa com 200 unidades, só o tempo vai dizer. Mas sendo uma de 50, já conseguimos ser rentáveis.”

Fonte: Exame

Gabriel Gomes, da Red Bull, alerta, em painel no Hack Town, sobre a necessidade de que a inovação vá além de produtos ou serviços

Projetos sociais originados dentro de empresas, geralmente, acabam sendo realizados no automático ou apenas como forma de destinar uma verba específica a um tema considerado nobre. Colocar o social em uma caixinha, no entanto, não faz sentido. Diante de todas as transformações sociais, se as empresas não pensarem inovação de forma consistente, elas terão um problema.

Muitas dessas visões foram compartilhadas por Gabriel Gomes, gerente de inovação na Red Bull Brasil, em painel no Hack Town 2019. Gabriel recebeu para uma conversa o empreendedor social Jefferson Quirino, integrante da rede Red Bull Amaphiko, que fundou o projeto Favela Radical, focada em utilizar o esporte radical como ferramenta de impacto social no Morro do Turano, no Rio de Janeiro.

De acordo com Gabriel, inovação deve ir além do produto ou serviço principal das empresas e sempre ter o impacto social como centro. “Discutir projetos sociais hoje é muito mais sobre criatividade do que sobre terceiro setor. E o importante é pensar, neste contexto, a tecnologia como algo que vá além do que apenas ser um suporte, mas como algo que transforme, de fato”, explica Gabriel.

Como? tão importante quanto O que?
“Muitas das empresas que querem gerar valor não possuem produtos e serviços que, diretamente, sejam considerados inovações sociais. E se a empresa se perguntar apenas o que ela possui em relação à inovação social, isso pode ser um fator limitante. O como tem o mesmo peso e pode abrir um leque de possibilidades. Ainda que uma empresa produza uma xícara, ela pode se perguntar como pode inovar em seu impacto, na sua cadeia, e no valor que ela gera além dos produtos”

Inovação é sobre processo e não sobre resultados
“Muitas vezes a inovação morre porque os processos não a protegem. Inovação é muito mais sobre os processos e menos sobre resultados. Inovação é sobre as metodologias e as maneiras de organização de iniciativas. Para que ela aconteça é necessário que as coisas sejam feitas de forma diferente de como foi feito até aqui. Inovação sem processo não existe e logo, não gera resultados”

Ou inovação é social, ou estamos perdidos
“Não há necessida de juntar as palavras social e inovação, se a inovação não for social estamos perdidos. Se fosse utilizado o termo social, entende-se que existe inovação que não é social, e isso não faz sentido. Inovação deve fazer parte de mudanças voltadas para a economia, o ambiente, a política e outros aspectos da nossa sociedade”

É sobre criatividade, não apenas sobre tecnologia
“A tecnologia é importante, mas inovação tem muito mais relação com a criatividade. Seja IoT, blockchain ou o que surgir, sem criatividade e propósitos elas não fazem sentido”

 

Fonte: Meio e Mensagem

O mercado de comércio eletrônico da Rússia no primeiro semestre de 2019 cresceu 26% em relação ao ano anterior. Segundo informou o diário Vedomosti no último dia 02 de setembro, o valor foi de US$ 11 bilhões). O número de compras online foi de 191 milhões no período coberto pelo relatório — um recorde de 44%.

Os maiores varejistas do e-commerce representaram a maior parte do crescimento. O varejista Wildberries, líder do mercado eletrônico Rússia, quase dobrou seus pedidos — fechou em 61 milhões, respondendo por quase um terço das compras online na Rússia. Os dados da própria empresa elevaram o faturamento no primeiro semestre de 2019 em US$ 1,27 bilhão). Segundo informado, foi um aumento de 79% — e deve superar os 200 bilhões de rublos (US$ 3 bilhões) em 2019.

Gigantes da Rússia
O Wildberries é o maior site de comércio eletrônico da Rússia e vem crescendo vertiginosamente nos últimos anos. Sua fundadora, Tatyana Bakalchuk, tornou-se a segunda bilionária feminina da Rússia no início deste ano, depois que a receita da empresa ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão.

O varejista online Ozon, do conglomerado de investimentos AFK Sistema e Baring Vostok Capital Partners, aumentou os pedidos em 85% (para 11,5 milhões) e em 80% em termos monetários (para US$ 478 milhões).

A pesquisadora Data Insight observou que o crescimento dessas “gigantes” ainda não canibalizam o negócio dos demais varejistas. Outros 500 varejistas de grande porte também aumentaram suas encomendas em uma média de 21% — a taxa do crescimento acelerado (de 14%) começou em 2018.

O número de compradores online que fazem mais de 15 compras anualmente aumentou 25%, enquanto os produtos de 3-4 categorias diferentes também cresceram. No entanto, o ticket médio diminuiu em 14% (para US$ 57).

Os comércio eletrônico da Rússia cresce dez vezes mais rápido do que a economia real e o varejo tradicional. Atualmente, as vendas online representam cerca de 4,5% do faturamento total do varejo da Rússia. Praticamente dobrou ano a ano e está a caminho de compensar 8% do faturamento do varejo até 2021.

Fonte: Ecommerce Brasil

As vendas do comércio eletrônico no Estado de São Paulo registraram alta de 11,1% no segundo trimestre de 2019 – em relação ao mesmo período de 2018 –, com um faturamento real de R$ 4,67 bilhões. Nos seis primeiros meses do ano, o avanço foi de 10,5%, de acordo com a Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico (PCCE), elaborada pela Entidade em parceria com a Ebit/Nielsen.

De acordo com a assessoria econômica da FercomercioSP, o desempenho do varejo online tem sido melhor do que o do varejo físico. Contudo, a Instituição acredita que seja necessário aprimorar a infraestrutura para que os marketplaces funcionem melhor. O controle para redução de fraudes no sistema, principalmente em relação aos meios de pagamentos, é uma das sugestões para os empresários.

No segundo trimestre de 2019, os bens duráveis seguiram na liderança do faturamento do setor, concentrando 64,3% das receitas e com um tíquete médio de R$ 605,76. O comércio de bens semiduráveis representou 20,3% das vendas, com um valor médio de R$ 197,82. Já os não duráveis tiveram uma parcela de 15,4% do faturamento, com tíquete médio de R$ 211,75. Os pedidos das vendas online atingiram 13 milhões no mesmo período. A participação das vendas no varejo paulista ficou em 2,6%, praticamente estável ante os 2,7% % do primeiro trimestre, com tíquete médio de R$ 355,15.

Os resultados revelam boas expectativas para o fechamento do ano. Em 2018, houve um avanço de 4,2% no acumulado do ano e já chegou a 10,5% no primeiro semestre.

Capital
O faturamento real do comércio eletrônico na capital avançou 14,9% no segundo trimestre na comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo R$ 1,8 bilhões. Em relação ao trimestre anterior, a alta foi de 6,5%. O número de pedidos superou 5,4 milhões, com tíquete médio de R$ 336,21. A participação da capital no e-commerce em relação ao faturamento total do varejo foi de 3,3%. Quanto ao acumulado do ano, houve alta de 12,4%.

Nota metodológica
A Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico (PCCE) é realizada trimestralmente pela FecomercioSP a partir de informações fornecidas pela Ebit|Nielsen. Além dos dados de faturamento real, número de pedidos, tíquete médio, a pesquisa permite mensurar a participação do comércio eletrônico nas vendas totais do varejo paulista. As informações são segmentadas em 16 regiões que englobam todos os 645 municípios paulistas e abrangem todas as atividades varejistas constantes do código CNAE 2.0.

Em 2018, a PCCE passou a trazer também informações sobre as vendas de três categorias de bens de consumo: duráveis, semiduráveis e não duráveis. Entre os bens duráveis estão automóveis e veículos, Blu-ray, brinquedos, casa e decoração, CDs, colecionáveis, construção e ferramentas, discos de vinil, DVDs, eletrodomésticos, eletrônicos, fotografia, games, informática, instrumentos musicais, joias e relógios, telefonia e celulares. Os semiduráveis são compostos por itens de arte e antiguidade, artigos religiosos, bebês e cia, esporte e lazer, indústria, comércio e negócios, livros, moda e acessórios, natal, papelaria e escritório. Já entre os não duráveis estão: alimentos e bebidas, assinaturas e revistas, perfumaria e cosméticos, petshop, saúde, serviços, sexshop e tabacaria.

Fonte: Fecomércio

O consumidor entra na loja com celular na mão, mas sai sem comprar nada. Depois, recebe notificação da loja com alguma oferta ou promoção e volta ao local apenas para retirar o produto. Essa situação será cada dia mais comum na jornada do cliente, em uma fusão que desafia o varejo: a loja 4.0.

A ideia é entregar a experiência cada vez mais conectada entre online e offline, e alavancar as vendas do e-commerce com a ajuda da loja física, segundo Fabíola Paes, co-fundadora da startup de tecnologia Neomode, no Abrafarma Future Trends, realizado nesta semana em São Paulo.

“O conceito de loja 4.0 é usado para designar o novo modelo das lojas, voltado para o uso de tecnologias e maior integração entre os estoques físicos e a loja virtual, com o objetivo de melhorar a experiência do cliente”, explica. “Em média, 80% dos consumidores compram em loja física. Estamos falando de uma grande mudança, pois a loja 4.0 recebe tráfego de clientes que se inicia a jornada online ou no app, mas termina dentro da loja física”.

Loja como ponto de estoque
De acordo com a executiva, no mundo, 11% das compras do varejo são feitas pela internet. Porém, na Inglaterra, esse percentual é de 28% e isso pode ser explicado por dois indicadores. “Por lá, cada vez mais a busca do produto online mostra o estoque da loja mais próxima para que o cliente possa retirar a mercadoria. Por isso, 81% dos clientes que compram online na Inglaterra retiram o produto na loja — categoria chamada de BOPIS (buy online and pick-up in store). Nos EUA, o índice é de 60%”.

“Outro ponto é que o estoque mostrado é o da rede, não apenas do centro de distribuição. Em outro momento, o cliente pesquisa, a loja recebe notificação do pedido e checa o estoque. Se estiver tudo certo, o pagamento é feito por aplicativo e, com interligação com o Uber, por exemplo, o cliente recebe o produto”, diz Paes.

Novos processos
Segundo Paes, a loja 4.0 é uma forma de fornecer experiência sem atrito para o consumidor. “80% do pagamento é feito no “retira em loja”, só que apenas 30% das pessoas têm cartão de crédito no Brasil. Ou seja, a modalidade é uma oportunidade da loja ser ponto de coleta e de pagamento, que pode aceitar dinheiro também”. Veja os novos processos da loja 4.0:

Integrar os canais: “Os sistemas precisam conversar. É tecnologia pura com estratégia de conexão de dados. Precisa montar time próprio ou trabalhar com alguma empresa”;
Ativar pré-venda online no sistema da loja física: “Alguém vai ter essa missão de receber os pedidos”;
Treinar a loja para picking e packing: “Separar o pedido online e deixar na sacola. O consumidor deve ser bem recebido pela equipe, pois, ele compra, em média 50% a mais do valor do ticket. Por isso, é um erro colocar alguém nessa função sem experiência de venda”;
Lockers: “Alguns consumidores preferem se servir. Por isso, é legal colocar lockers no corredor da loja ou do shopping para o que o próprio cliente consiga pegar seu produto e ir embora”;
Comunicação visual: “É bom pensar na vitrine, em adesivos no chão etc”;
Rotina de inventário: “A recorrência do inventário da loja deve ser, pelo menos, semanal. Se for diária, melhor ainda. O estoque físico e o sistema precisam estar alinhados”, finaliza Paes.

Fonte: Ecommerce Brasil

O dia do cliente foi criado no ano de 2003 e é comemorado no dia 15 de setembro, visando desenvolver uma relação de fidelidade entre comerciantes e os consumidores. A data proposta pelo especialista em Marketing e Recursos Humanos, João Carlos Rego, se apresenta como uma das maiores oportunidades do mês para os varejistas.

Geralmente o mês de setembro costuma ser um dos mais fracos para o comércio, já que antecede datas como Black Friday e Natal, onde existe um pico muito grande de compras. O próprio governo está incentivando o consumo nesse mês do ano, lançando o projeto “Semana do Brasil” onde alguns varejistas do país devem oferecer produtos com desconto por ter isenção de impostos como por exemplo: IPI e ICMS.

Como você pode aproveitar essa data para alavancar suas vendas online?
Essa pode ser a sua melhor oportunidade para trabalhar a experiência de compras e fidelizar clientes para os próximos meses onde temos a Black Friday, por exemplo.

Isso porque, se você oferecer uma excelente experiência de compra ao consumidor no Dia do Cliente, com certeza esse mesmo comprador vai procurar sua empresa para as próximas compras.

Aproveite para lançar cupons de descontos e vale-compras, incentivando o seu cliente a aproveitar as compras na Black Friday 2019 que acontece em 29 de novembro e também no Natal em 25 de dezembro. Isso poderá te trazer uma recorrência de compras e sem dúvidas esse cliente estará fidelizado a sua marca se você oferecer a ele uma boa experiência,

Outro ponto bastante importante, além da experiência de compra e da fidelização do cliente nessa data, deve ser a extensão do Dia do Cliente, para a Semana do Cliente.

Alguns varejistas já adotaram essa estratégia onde, em vez de oferecer ofertas e promoções apenas por um único dia, eles oferecem bons preços durante uma semana inteira.

Isso pode fazer toda a diferença.

Se você trabalha com diversas categorias, use uma categoria por dia, planeje essa ação para oferecer os melhores preços do E-commerce e você verá o resultado ao final da semana. Aqui não tem segredo, se você oferecer o melhor preço da internet e suas ofertas estiverem atreladas a campanhas do Google Shopping por exemplo, sem dúvidas você terá bons resultados.

Isso também vale para os canais de Marketplace!
Os grandes varejistas investem muito forte em mídias, por isso essa é uma boa hora para você aproveitar e expor ainda mais seus produtos nas vitrines dos marketplaces.

Se você trabalha com mais de um canal de vendas, experimente uma precificação personalizada, já que a maioria deles têm diferentes comissões por não oferecer preços diferentes para cada canal.

Mais uma vez, esses canais também investem no Google, dessa forma, se você tiver o melhor preço entre os seus concorrentes, o seu produto certamente ganha o Buy-Box no canal te trazendo um ótimo resultado em vendas.

Além desses insights que você pode trabalhar melhor para a o seu negócio online, se você tiver também lojas físicas, aproveite para treinar seu time de vendas, receber muito bem seus clientes e melhor que isso, ofereça na Semana do Consumidor diferenciais que podem levar o seu cliente do online para o físico como, por exemplo, estratégias de Pick-up In Store, onde o cliente faz a compra online e retira o produto em um ponto físico.

E também o contrário, ofereça a entrega do produto ao consumidor que for até o seu ponto físico. No caso de uma compra para presente, por que você não se encarrega de fazer todo o trabalho de “entrega surpresa” a quem é presenteado?

A minha dica para você vender mais no Dia do Consumidor ou Semana do Consumidor é: Pense fora da caixa para oferecer uma experiência diferente ao consumidor.

Conclusão
Aproveitar datas especiais para aumentar as vendas é uma ótima estratégia para sellers. Procure sempre encontrar maneiras de trazer seu cliente para mais perto da sua loja, isso conta muito na hora das vendas.

Espero que você finalize essa leitura com bons insights e aplique no seu negócio, aproveite as datas sazonais do varejo e multiplique suas vendas.

 

Fonte: AnyMarket

Conhecer melhor os hábitos de consumo dos clientes e planejar bem a logística do negócio são fundamentais para o sucesso na internet

O maior acesso à internet, a entrada de um novo perfil de consumidores no mercado e a expansão de dispositivos móveis inteligentes tornaram o Brasil um dos países que registra as maiores taxas de crescimento em e-commerce no mundo.
O comércio eletrônico registrou uma expansão em 2018, com faturamento de R$ 53,2 bilhões, o que representou um crescimento nominal de 12%, na comparação com 2017. Foram 123 milhões de pedidos realizados pelos canais online, 10% a mais do que no ano anterior.
A informação é da Ebit|Nielsen, referência em informações sobre o e-commerce brasileiro. Para 2019, a expectativa é de expansão de 15%, com vendas previstas de R$ 61,2 bilhões. O volume de pedidos deve ser 12% maior (137 milhões), e o tíquete médio (valor médio das compras) deve ser de R$ 447, o que representa um aumento de 3% em relação ao ano passado.
De acordo com a última Pesquisa Nacional do Varejo Online, realizada pelo Sebrae em 2016, 90% das empresas que vendem exclusivamente pela internet são de pequeno porte.
O levantamento também constatou que 53% dos negócios do setor do Comércio ainda não possuíam uma loja física. Contudo, a boa perspectiva de ampliar as vendas e reduzir custos eram apontados como fatores determinantes para atrair um número cada vez maior de empreendedores para atuarem nesse canal de vendas.
Entre os donos de negócios que nunca tiveram e-commerce, 59% pretendiam investir na plataforma online nos anos seguintes.
Para entrar no mercado com o pé direito ou expandir suas vendas, confira abaixo cinco dicas do Sebrae.

Conheça o mercado digital
Vender em loja física é muito diferente de vender em uma loja online. Uma das diferenças mais significativas diz respeito ao preço do seu produto.
Você, certamente, sabe quanto custa o seu produto, mas, na internet existem outros aspectos que devem ser levados em conta, por exemplo: o custo de hospedagem do site, a taxa cobrada pela plataforma de pagamento que você escolher, o prazo para que esse recurso entre na sua conta, o custo da transportadora, entre outros. Isso não significa que vender pela internet seja mais caro que ter uma loja física, apenas que são dinâmicas e custo diferentes.

Organize o site
Você não precisa contratar uma superequipe de especialistas em tecnologia pra colocar o seu site no ar. Existem plataformas prontas que podem ser o seu passaporte para o mundo online, onde você pode montar o seu site de forma bem intuitiva: alterando o padrão de cores, escolhendo as fotos, etc.
Essa é uma ótima forma de começar. Ainda falando sobre organização de site, lembre-se que uma boa página é aquela que vende. Cuidado com opiniões de outras pessoas que não são seus clientes ou que nunca venderam na internet.

Conheça seu cliente
Uma grande vantagem de vender pela internet, é poder conhecer o seu consumidor um pouco melhor sem ter que fazer uma bateria de pesquisas. No Google você pode descobrir quantas pessoas buscam por uma palavra relativa ao seu negócio. Outra forma de entender melhor o seu cliente é olhar os sites e redes sociais dos seus concorrentes.
Se no seu ramo houver alguma outra loja ou marca que já comercialize na internet há muito tempo, verifique o que os consumidores dessas empresas estão comentando na internet. Isso vai te ajudar a entender melhor a cabeça desse consumidor. Ponto de atenção: não copie e cole o site ou as referências da sua concorrência, porque isso fica perceptível, além de ser antiético.

Desenvolva estratégias de marketing
O grande diferencial de anunciar na internet é gastar dinheiro com anúncio que vale a pena. Você pode testar diferentes textos e formatos de anúncio e verificar quais são os que chamam mais atenção e, consequentemente, geram maior fluxo de navegação no seu site. Numa divulgação impressa, no jornal do bairro por exemplo, isso não é possível.

Entenda sobre logística no e-commerce
Sobre logística de um e-commerce tem características bem específicas. Por exemplo, o cliente não vai até a sua loja, ele espera receber o produto no conforto do seu lar, então você vai depender de uma transportadora, por exemplo. A boa notícia boa é que você pode testar essa logística antes de investir nessa ação.

xistem lugares na internet onde você pode anunciar e vender o seu produto, os chamados marketplaces (ou “locais de comércio”). A grande maioria deles são gratuitos, como o Mercado Azul do Sebrae. Escolha um desses makertplaces, faça descrição do seu produto, publique as fotos e faça algumas vendas para testar a logística do seu negócio.

Por Agência Sebrae de Notícias

 

Terça, 03 Setembro 2019 06:38

Novas Conferências para Webmasters

O Google anunciou a nova série de Conferências para webmasters (eventos off-line locais realizados em diferentes regiões do mundo).
O objetivo é fornecer aos webmasters locais, que nem sempre conseguem viajar internacionalmente, a oportunidade de obter mais informações sobre a Pesquisa do Google. Todos esses eventos serão "gratuitos e de fácil acesso na região onde eles estão organizados". Você pode encontrar informações sobre os próximos eventos no site da Conferência de webmasters. Por enquanto, uma série de conferências na Índia e na Indonésia estão confirmadas.

Fonte: Webmaster Conference: an Event Made for You