Verità Tecnologia

Verità Tecnologia

Somos a Verità Tecnologia.
Temos tudo que você precisa para desenvolver seu projeto web. Suporte Ilimitado.
Hospedagem de sites, registro de domínio, comércio eletrônico, e-mail marketing e muito mais.

O marketing digital está mudando numa velocidade impressionante, por isso quanto melhor e antecipadamente você se planejar, melhor enfrentará as mudanças que virão.

Pra começar, as “fontes de publicidade” alteraram. Hoje, as principais fontes de sucesso são pessoas conhecidas, confiáveis, conteúdo de nicho, sites editoriais e resenhas – e não os anúncios tradicionais. A tendência, inclusive, é de que cada vez mais usuários de internet usem bloqueadores de anúncios, o que impossibilitará atingir possíveis membros de seu público-alvo.

Para atingir esse público, seus anúncios terão que ter conteúdos personalizados, além de inovadores e relevantes, senão, continuarão sendo substituídos pelo marketing de conteúdo, marketing de influência, parcerias de referência e outros métodos que são projetados para fornecer valor real ao público a quem se destinam.

Outro ponto é a escolha do local de divulgação no planejamento anual. Pense bem, são inúmeras opções de mídias no digital hoje: influencers, blogs, Instagram, Linkedin, Spotify, PodCast, Google, entre outros. Se você é uma marca que deseja realmente conversar com o seu futuro cliente, é necessário saber onde ele está e qual a jornada de compra do mesmo.

Criar conteúdos para todas as mídias disponíveis no mercado pode representar um gasto de tempo e energia onerosos para uma empresa de médio ou pequeno porte. Reflita: qual mídia o seu público ideal consome? Quem ele admira? Em quais mídias você ou sua empresa conseguem manter a comunicação coesa com frequência e consistência o ano todo?

O terceiro ponto, e muitas vezes esquecido, é o cálculo do ROI (Retorno de Investimento) de cada canal de mídia. Ou seja, sua taxa de lucro em cada operação após abater todos os custos diretos e indiretos. Com esse cálculo na ponta do lápis, após o período anual, é mais fácil decidir onde investir mais tempo para o próximo ano.

Por último, mas não menos importante, você precisa descobrir de que modo seu público-alvo se comunica, qual linguagem utiliza, e, a partir daí, procurar se comunicar como ele prefere. Nunca menospreze o processo de comunicação através da empatia. Afinal, no que se baseia o marketing digital? Comunicamos com pessoas o tempo todo! Portanto, é preciso “falar a mesma língua”.

Reunindo os principais varejistas do território nacional e internacional em Nova Iorque, em janeiro, a NRF 2019, maior evento de varejo do mundo, apresentou tendências que vão alavancar o setor varejista este ano e destacou diversas oportunidades para o mercado. Além de insights que englobam muita inovação, cultura digital e a necessidade de construir histórias com experiências. Confira as seis principais tendências:

1 – Inovação a caminho da disrupção: mudanças exponenciais e com agilidade necessitando reestruturação e fortalecimento no sistema imunológico das empresas para evitar atrito durante o processo.

2 – Tecnologia e Dados: trazer uma nova abordagem para a tecnologia, transformando e aperfeiçoando o mecanismo para obter um banco de dados seguro.

3 – Excelência operacional: gerar inovação e experiência ao cliente, utilizando ativos e sustentabilidade para desenvolver uma logística estratégica para o mercado.

4 – Relação direta na jornada do cliente: as empresas necessitam entender a necessidade e desejo do seu consumidor e colocá-lo como centro da estratégia no planejamento ativo na execução.

5 – Lojas e Ecossistemas: plano estratégico sem atrito, fácil, inteligente, oferecendo soluções convenientes e com experiência elevada. Sistema integrado através da loja, soluções financeiras, redes sociais e entretenimento.

6- Cultura, Posição e Transformação:

Cultura: com princípios e propósitos – empresas e marcas precisam ter “alma”, transmitir o seu valor para o cliente se sentir abraçado;
Posição: transparência e autenticidade – as marcas necessitam de um posicionamento definido mesmo quando não agradam todos os públicos;
Transformação: cultura digital e desafio do modelo de negócios – as empresas precisam ter coragem para se transformar sem perder a sua essência.
Outro ponto bastante discutido durante a NRF foi o desenvolvimento da cultura digital, bem como a integração de dados e a inteligência artificial. Além disso, ganharam destaque cases de transformação digital com foco no mapeamento da jornada do consumidor.

Dentre os cases apresentados sobre inteligência artificial durante a NRF, estão: app de integração de promoções e descontos; plataforma completa de integração com todos os detalhes do mercado de e-commerce e comércio eletrônico; totem interativo para pesquisas com foco em lojas físicas; prateleiras inteligentes controlando estoque das mercadorias com foco em supermercado e drogarias.

Já na área de transformação digital, destacaram-se: Navegação 3D no mundo do e-commerce, promovendo uma experiência de realidade virtual; soluções de cloud de pagamentos omnichannel – um sistema que cruza a automação de e-commerce com mundo físico; glass mídia, painel oferecendo interação inovadora ao consumidor; e visual Merchandising, mecanismo para uma boa exposição dos seus produtos.

Foram dias de imersão em novidades no mundo do varejo, além da oportunidade prestigiar o espaço de nome “Innovation Lab”, que reuniu mais de 50 startups de todo mundo, com predominância das israelenses. No geral, a conclusão que se tira do evento é que todas as empresas precisam se tornar PHD, ou seja: Physical, Human and Digital.

 Fonte: ECommerceNews

Plataforma foi fundada por pesquisadores da University College London
O setor de criptomoedas e blockchain do Facebook fez sua primeira aquisição. Segundo informações da Cheddar, a gigante integrou silenciosamente a maior parte da equipe de pesquisa da Chainspace, uma startup de blockchain especializada em desenvolvimento de contratos inteligentes e fundada por pesquisadores da University College London. O site da Chainspace descreve seu projeto como "uma plataforma de contratos inteligentes em escala planetária" que usa uma "rede distribuída de blockchains para escalabilidade, velocidade e privacidade". Um banner no topo do site diz: "Estamos felizes em anunciar que a equipe está mudando para algo novo. O código e a documentação da Chainspace ainda serão de código aberto, e todo o trabalho acadêmico publicado anteriormente permanece disponível." De acordo com a Cheddar, quatro dos cinco pesquisadores que estão por trás do whitepaper acadêmico da Chainspace estão se juntando ao time de blockchain do Facebook. Dois dos autores do whitepaper, Alberto Sonnino e George Danezis, já listam seu emprego como pesquisadores de blockchain no escritório de Londres do Facebook no LinkedIn. Um porta-voz do Facebook confirmou que ex-funcionários da Chainspace estão trabalhando em sua divisão de blockchain.
Fonte: Portal do Bitcoin

O e-commerce chegou a Hollywood, como mostrou a noite do último domingo (24), durante a premiação mais esperada do cinema, o Oscar. "Green Book", eleito o melhor filme, foi produzido, em parceria com outras duas empresas, pela Alibaba Pictures, braço da gigante chinesa que acabou abocanhando um prêmio tradicionalmente americano. Além da estatueta principal, Green Book também levou as categorias melhor roteiro original e melhor ator coadjuvante. O prêmio marca uma vitória da Alibaba Pictures, companhia responsável pelo financiamento e produção na indústria cinematográfica. "Apesar de sermos relativamente novos no mercado de Hollywood, temos um histórico de escolher projetos de qualidade, que não só apresentam alto valor de entretenimento mas também mensagens positivas nas quais acreditamos", afirmou Wei Zhang, presidente da Alibaba Pictures.

Fonte: E-Commerce Brasil

 

Uma pesquisa da Konduto mostrou que a taxa de fraudes contra ecommerces brasileiros caiu 27,3% em 2018, quando comparado com o índice de 2017. A Konduto analisou 120 milhões de transações que aconteceram entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2018.

Sobre todas as transações realizadas, o índice de fraude ficou em 2,20% — 3,03% em 2017. No geral, as fraudes envolvem cartões de crédito clonados. A Konduto explica que este percentual, composto basicamente por pagamentos com cartões de crédito clonados, representa apenas a “tentativa”, e não o índice de fraude efetivo: a maioria destas investidas é bloqueada por sistemas de análise de risco ou pela própria loja virtual, antes mesmo da autorização do pagamento no site ou aplicativo.

“Ver uma diminuição neste índice é inicialmente animador, mas é preciso analisar o cenário do e-commerce brasileiro mais friamente. Dizer que o índice de tentativas caiu não significa a fraude tenha diminuído – muito pelo contrário. O comércio eletrônico e o mercado de pagamentos digitais estão crescendo muito no Brasil ano após anos, então acreditamos que a diminuição desta taxa representa uma ‘diluição’ da atividade criminosa em meio a tantas transações legítimas”, explica Tom Canabarro, co-fundador da Konduto.

Segundo estimativa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o ecommerce brasileiro recebeu 220 milhões de pedidos em 2018, ou seja, 4,8 milhões de investidas criminosas — 1 a cada 45.

Fonte: Tecmundo

Os Marketplaces tiveram um crescimento exponencial em todo o mundo nos últimos 8 anos. De acordo com o instituto Juniper Research, o crescimento será alavancado ainda mais por empresas da chamada economia compartilhada. A estimativa é passar dos US$ 18 bilhões registrados em 2017 para US$ 40 bilhões em 2022, com o surgimento de novos modelos de negócios dentro dessa indústria e o crescimento acelerado das transações no B2B.
Novos modelos de marketplaces estão surgindo, criando processos disruptivos em várias indústrias. Este mercado foi dominando até agora por nomes tradicionais, como os globais eBay, Amazon, Alibaba e o Mercado Livre, B2W (Americanas, Submarino e ShopTime), Magazine Luiza, Ponto Frio no Brasil. No entanto, assistimos à chegada de novas empresas como o Airbnb, Uber, Netshoes, Youse e iFood, estimulando processos disruptivos em várias indústrias.
Podemos dizer que estamos diante do surgimento de uma nova era dos marketplaces verticais. Este modelo está se tornando cada vez mais especializado e regionalizado. Alguns exemplos são a Staymarta, basicamente um Airbnb focado no público Evangélico nos EUA, a Go-Jek, um Uber voltado para a Indonésia, ou a nossa 99 Taxi, apenas para citar alguns nomes.
A indústria dos marketplaces, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), teve um crescimento de 13,6% na adesão de novos vendedores neste canal no primeiro semestre de 2017. Neste mesmo período houve um crescimento de 23,1% no número de ofertas publicadas.
A grande promessa oferecida pelos marketplaces é a sua forte capacidade de atração de clientes para as marcas, em especial às pequenas. E tudo isso com um investimento reduzido em marketing. É um grande benefício, principalmente para quem está começando a vender na internet. Sendo assim, dá para focar as suas ações de marketing em um público específico, enquanto o marketplace atrai a massa. O aumento no número de canais e lojas parceiras mexe com a concorrência, ou seja, melhora os preços para o consumidor.
Outra tendência observada é o que alguns já chamam de o grande apocalipse do varejo. O fechamento de grandes redes e o surgimento de shopping centers fantasmas (com poucas lojas abertas) é um fenômeno que ocorre em todo o mundo. Gigantes como a Macy’s, JC Penney, Sears, WalMart estão reduzindo lojas. Esta última, segundo publicado recentemente na imprensa, pode mesmo encerrar suas atividades no varejo físico brasileiro. Em direção oposta, as vendas no digital seguem crescendo, porém agora assistimos a um movimento inverso onde empresas nascidas puramente no mundo digital começam a criar uma rede de distribuição física.
Existe um grande potencial para a indústria dos marketplaces aproveitar essa convergência entre o online e offline e criar um maior engajamento com o consumidor — que muitas vezes prefere a comodidade de pesquisar e comprar no digital, mas quer a rapidez e a praticidade de poder retirar o seu produto em uma loja próxima de casa ou do seu trabalho. Outro público prefere comprar e receber tudo de forma digital, mas gostaria de escolher e experimentar o produto em um ponto físico.
Os maketplaces também estão investindo em tecnologia de ponta, como Inteligência Artificial, Machine learning, Big Data e Analytics. Tudo para oferecer mais segurança para lojistas e consumidores, bem como gerar ofertas relevantes para aumentar as vendas. Pelo custo elevado, esses recursos ainda não estão disponíveis aos pequenos lojistas. Entretanto, esses podem se beneficiar caso estejam associados a um marketplace.
Essas tendências para os marketplaces representam oportunidades para todos. É importante você considerar este canal na hora de planejar suas vendas no mundo digital. Sendo assim, considere o investimento em uma plataforma de e-commerce que conecte a operação da sua loja virtual com os principais marketplaces do país.
Para acessar o conteúdo original, clique aqui.
Fonte: E-Commerce Brasil

O programa reproduzirá o resumo de algumas empresas como a CBN, Estadão, Veja, Terra, Jovem Pan e Rádio Globo.
Para escuta-las, basta dizer “Ok, Google, ouvir as últimas notícias”, ou pedir uma fonte especifica “Ok, Google, ouvir últimas notícias da CBN”.
Cada veículo terá sua programação exclusiva com suas próprias vozes, com duração que varia de jornal para jornal, parecido com o “giro de notícias” nas rádios.
O software já está disponível no Android, a partir da versão 5.0. No iOS precisa do aplicativo Google Assistente.
Fonte: AD NEWS

Histórico de localização do aplicativo de fotos seria usado para aprimorar propagandas na outra rede social
Duas semanas após a notícia de que seus fundadores deixaram o comando dos rumos do aplicativo, o Instagram volta a ser assunto, e desta vez o foco é a privacidade de seus usuários. Segundo o site TechCrunch, o Instagram estaria criando uma nova configuração de privacidade que permitiria o compartilhamento do histórico de localização do usuário com sua conta no Facebook.
Com isso, as coordenadas do GPS captadas pelo smartphone conectado ao aplicativo de fotos seriam compartilhadas com a rede social criada por Mark Zuckerberg, e os dados seriam usados para aprimorar os anúncios da rede com base na geolocalização.
Localizada na área de configurações de Privacidade e Segurança, o histórico de localização, que atualmente figura como um protótipo no aplicativo segundo a especulação do TechCrunch, viria acompanhado de uma explicação: “[ativar a funcionalidade] permite aos produtos do Facebook, incluindo Instagram e Messenger, criar e utilizar um histórico de localizações precisas recebido pelos serviços de localização do seu dispositivo”.
A ativação ficaria a critério dos usuários que desejassem ter seus dados compartilhados para visualizar anúncios mais precisos no Facebook. Para alterar a configuração, porém, o usuário comum teria que navegar por algumas camadas do app até acessar suas configurações de privacidade.
Caso seja lançado e decida pré-definir a opção como “ativada por padrão”, o Facebook poderia tornar a opção muito obscura aos que utilizam seu aplicativo de fotos.
Notícia evidenciaria novos rumos para o app
Um porta-voz do Facebook afirmou ao TechCrunch que “para confirmar, nós não introduzimos atualizações nas configurações de privacidade. Como sabemos, frequentemente trabalhamos com ideias que podem evoluir com o tempo e não ser testadas ou lançadas. Atualmente, o Instagram não armazena o histórico de localização dos usuários.” A empresa já foi processada por quebrar sua promessa a agências reguladoras da Europa de que não iria cruzar dados de usuários que também possuem o WhatsApp.
A medida contempla os críticos da nomeação do ex vice-presidente de produtos do Facebook, Adam Mosseri, para a presidência do Instagram. Amigo próximo de Zuckerberg, Mosseri representaria uma mudança nos rumos do app em direção a uma menor autonomia frente à sua companhia mãe, e o cenário, aos poucos, parece se concretizar.

Terça, 08 Janeiro 2019 09:32

Google mata sua rede social após 7 anos

Fim da linha para o Google+ será em agosto de 2019
São Paulo – O Google vai descontinuar a sua rede social Google+ nos próximos dez meses. Ela foi lançada há 7 anos, em 2011.
O anúncio acontece depois que a empresa encontrou uma falha de segurança que expunha dados de usuários e foi consertada em março de 2018. Ela pode ter afetado 500 mil contas.
Para justificar o fim do Google+, a empresa revelou que o tempo médio navegação por sessão na rede social é de 5 segundos em 90% dos casos e alega que há baixo índice de uso e engajamento.
Apesar de fechar o Google+ para usuários domésticos, a empresa manterá uma rede social voltada para o ambiente de trabalho, e que terá foco em segurança de informações.
Fonte: Exame

O Facebook há algum tempo procura inovar suas ferramentas. Mas agora isso aparentemente não acontece apenas dentro da rede social, visto que na última quinta-feira (08) colocou no mercado dois novos dispositivos de bate-papo em vídeo.
A novidade consiste em um aparelho quase exclusivo para chamadas de vídeo, mas os usuários podem mostrar fotos, escutar músicas e assistir conteúdos. Os recursos ainda são escassos, nem mesmo é possível acessar a rede social.
A companhia deu foco para truques inteligentes de câmera para facilitar os chats. Ambos os produtos possuem uma única câmera na parte superior que é capaz de dar zooms e seguir quem estiver na frente dela.