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Carolina Wischhoff e Maria Emília Abreu usam a própria experiência como mães para criar os itens da Zero a Oito

No primeiro ano de vida de uma criança, muitos pais e mães gostam de comemorar o mêsversário — uma celebração mensal desde o nascimento. Carolina Wischhoff, 38 anos, é uma das que tinha vontade de fazer a comemoração. No entanto, após o nascimento do filho, estava tão cansada que só conseguiu fazer o primeiro mês. “Senti falta de um produto que fosse prático e que a própria mãe pudesse fazer a foto em casa”, afirma a empreendedora.

Criou o tapete de mêsversário, em que é possível tirar fotos das crianças conforme os meses vão passando. O produto foi o primeiro item da Zero a Oito, e-commerce de produtos infantis que começou a operar no início de 2019. A marca digital teve um crescimento de 100% em 2020 e fechou o ano com faturamento de R$ 1,5 milhão

 Assim que teve a ideia, no final de 2018, Wischhoff fez uma publicação nas redes sociais em um grupo com outras mães para perceber se outras pessoas teriam interesse. Com respostas positivas, a empreendedora chamou a amiga Maria Emília Abreu, que também é mãe, para começar o negócio.

A ideia sempre foi ter mais produtos do que o tapete e, para isso, nomearam o negócio de Zero a Oito — indicando que seriam atendidas crianças com até oito anos de idade. Segundo a empreendedora, o diferencial é ter mães nos bastidores. “Prezamos muito para que nossas colaboradoras tenham a experiência da maternidade. Isso gera inovação e comunicação mais empática com as clientes”, diz Wischhoff.

E as dores das próprias sócias inspiram os lançamentos. O kit para desfralde, por exemplo, veio de uma dificuldade que Abreu sentia com as filhas. Elas então lançaram uma linha de calcinhas e cuecas para estimular as crianças, com estampas lúdicas que tornam o momento de ir ao banheiro mais divertido.

Outro lançamento — que se tornou a linha mais vendida da marca — foi o conjunto para mães e bebês usarem ainda na maternidade. “Foi algo que pensei porque as fotos que tirei no hospital não ficaram boas”, diz Wischhoff.

Por ser uma marca nativa digital, a Zero a Oito não sentiu grandes impactos da pandemia do novo coronavírus. A expectativa agora é continuar com o crescimento acelerado e aumentar a linha de produtos. Com isso, o negócio espera fechar o ano com faturamento de R$ 3 milhões.

Fonte: PEGN

Para a entidade, a pandemia e preocupação com meio ambiente podem ter impulsionado o mercado

A abertura de estabelecimentos que comercializam produtos de segunda mão teve um crescimento de 48,58%, entre os primeiros semestres de 2020 e 2021, de acordo com levantamento do Sebrae, com base em dados da Receita Federal. Para a entidade, a pandemia de covid-19, que aumentou o controle financeiro das famílias, e a preocupação cada vez maior com a preservação do meio ambiente, podem ter sido fatores que impulsionaram o mercado de produtos usados no país.

A empresária Carolina Fonseca, de 39 anos, viu isso ocorrer na prática. Ela é proprietária do brechó de roupas Musa Moda Circular, em Brasília, e relata o aumento nas vendas e na abertura de brechós nesse período, principalmente de lojas online.

Para ela, as pessoas estão normalizando a compra de produtos usados e revendo hábitos de consumo, principalmente aqueles que ficaram em home office durante a pandemia. “As pessoas me traziam grande quantidade de desapegos. Elas passaram a rever o que tinham no guarda-roupa e viram que não faz mais sentido manter todas essas roupas. Além de passar mais tempo em casa e, teoricamente, ter esse tempo de repensar a própria vida. Vi esse movimento minimalista”, disse Carolina.

Segundo o Sebrae, foram abertas, no primeiro semestre desse ano, 2.104 novas empresas no segmento, sendo 1.875 microempreendedores individuais (MEI) e 229 empresas de pequeno porte. No mesmo período do ano passado, haviam sido criadas 1.298 MEI e 118 pequenas empresas. Segundo a entidade, o incremento na abertura de novos negócios no comércio de produtos usados verificado entre os seis primeiros meses de 2020 e 2021 é o maior em seis anos.

O levantamento abrange o comércio varejista de moedas e selos de coleção, livros e revistas e outros artigos usados, como móveis, utensílios domésticos, eletrodomésticos, roupas e calçados e material de demolição.

Tendências de mercado
De acordo com o Sebrae, essa é uma tendência mundial e pesquisas feitas em outros países comprovam que o mercado de usados ainda tem espaço para crescimento. A entidade cita a pesquisa feita pela ThreadUP, uma das principais plataformas de revenda de roupas nos Estados Unidos, que apontou que os valores movimentados nesse segmento dobraram desde 2019 e a projeção é que tripliquem até 2025.

A pesquisa da ThreadUP também detectou que os principais varejistas de vestuário já estão planejando como potencializar esse mercado e um dos caminhos escolhidos é a formação de parcerias. Para 60% deles, por questões logísticas, a forma mais viável de alcançar novos mercados é se unir às empresas já especializadas no segmento. Ainda assim, 28% dizem que pretendem estruturar uma operação própria.

Para os empreendedores brasileiros, o Sebrae recomenda conhecer seus nichos de mercado, além de estabelecer presença no mundo digital, que pode favorecer uma captação maior de clientes e maior recorrência de compras das mercadorias.

Carolina, por exemplo, hoje só trabalha com o comércio digital. Por questões de segurança, no início da pandemia de covid-19, em março de 2020, decidiu fechar o showroom que tinha em casa, onde atendia por hora marcada, e concentrou os esforços na promoção do seu site da loja Musa e da página no Instagram.

“Quando migrei totalmente para o online vi que funcionava melhor, tinha uma frequência maior de vendas e as pessoas estavam mais abertas por causa da pandemia”, disse, explicando que, como todo comércio digital, oferece garantia das peças e possibilidade de devolução em sete dias. “A pandemia deu essa brecha e eu aproveitei”, ressaltou.

Com informações de Agência Brasil

A pandemia da covid-19 mudou as dinâmicas de consumo e fez o varejo, em especial o e-commerce, passar por um processo de aceleração. O momento do e-commerce brasileiro foi tema de um dos painéis dessa terça-feira (14) do Latam Retail Show, principal evento de varejo e consumo B2B da América Latina, que tem cobertura especial da plataforma Mercado&Consumo.

Segundo pesquisa da Nielsen, as vendas do e-commerce brasileiro chegaram a R$ 53,4 bilhões só no primeiro semestre de 2021, um recorde, e cresceram 31% em relação ao mesmo período em 2020. Foram 42 milhões de pessoas comprando pelo e-commerce, sendo que, desses, 6,2 milhões eram novos usuários.

“Estamos vendo um e-commerce que continua batendo recordes e que continua com crescimento muito expressivo”, afirma Roberto Butragueño, diretor de Atendimento ao Varejo da Nielsen. Para Butragueño, Black Friday desse ano será muito positiva, assim como a do ano passado.

Supermercados e superapps
O head de E-commerce do Grupo Pão de Açúcar (GPA), Rodrigo Pimentel, afirmou que a pandemia acelerou o processo que de digitalização de todos os setores. “Como o GPA já estava muito forte no digital, isso nos permitiu agir mais rápido e dentro de um setor essencial durante a pandemia.”

Ele falou sobre o processo de aprimoramento da rede de supermercado, que já possuía um e-commerce e aplicativo, mas passou por um ponto game changer. “A gente resolveu se abrir para o mercado e participar de tudo que está acontecendo”, disse, mencionando a entrada do grupo em todos os aplicativos de entrega.

Foi também do ano passado para cá que os aplicativos de entrega, que já eram relevantes para os restaurantes, entraram de maneira intensa no setor de produtos básicos. A principal mudança foi, justamente, a realização de parcerias com supermercados que não possuíam uma plataforma de venda. A presença em ecossistemas de deliveries se tornou necessária diante das restrições impostas pela crise sanitária mundial.

Demanda inesperada no e-commerce
A diretora de Restaurante da Rappi, Ana Szasz, contou que ninguém estava preparado para essa demanda. “Fomos de um momento planejado para um momento inesperado.” O delivery, durante esse período, passou por um processo de ressignificação, e a ação de pedir refeições e de produtos se tornou uma necessidade. “A gente viu o delivery se reinventando, e quem acreditou que o que estávamos vivendo era o novo normal conseguiu se virar.”

Ana destaca que nos dias de hoje o grande avaliador é o usuário, e não mais instituições, como era antigamente. “Hoje a gente vive um mundo de comunidades, uma vida nas mídias sociais, e o usuários estão lá. Eles é que estão avaliando o seu serviço e produto”, finaliza.

Fonte: Mercado&Consumo

O comércio eletrônico anda de mãos dadas com o movimento de pagamentos digitais e a criptografia vem revolucionando o segmento varejista.

Atualmente os players têm mais a ganhar nesta era de interrupções alimentada por blockchain.

Compradores sem fronteiras
A Internet possibilitou um mercado sem fronteiras para os varejistas, já que os comerciantes não estão mais limitados a atender os clientes nas lojas físicas.

No entanto, a indústria de pagamentos tradicional não foi projetada ou equipada para dar suporte a esse mercado sem fronteiras.

Algumas empresas conseguem contornar os custos usando um banco adquirente que apoia o processamento em várias moedas, direcionando clientes a distribuidores locais ou registrando uma filial em um país onde ocorrem grandes volumes de vendas.

Essas opções são caras e inviáveis para as empresas menores que mais sofrem o impacto das taxas.

Os pagamentos criptográficos são uma alternativa, reduzindo a desordem para comerciantes e consumidores, eliminando as taxas de câmbio de moeda estrangeira e facilitando os pagamentos transfronteiriços contínuos.

Combate à Fraude

Os estornos de cartão de crédito ocorrem quando um cliente solicita seus fundos de devolução de banco para uma compra.

Projetado para proteger os consumidores contra fraudes, os estornos devem ser iniciados durante um período de tempo específico, normalmente 120 dias após a compra inicial.

Durante esse tempo, o comerciante perderá o dinheiro da venda e poderá pagar uma multa.

O processo é demorado e geralmente favorece o consumidor.

Outro problema é que muitos pedidos de estorno são fraudulentos, a chamada fraude amigável.

A imutabilidade do Blockchain torna virtualmente impossível para fraude amigável e estornos, colocando o poder de volta nas mãos do comerciante e dando-lhes a autoridade final sobre o “reembolso” de um cliente.

Transações de alta velocidade

O tempo que os estabelecimentos que aceitam pagamentos com cartão de crédito levam para receber os fundos pode variar de 24 horas a três dias, impactando o capital de giro.

A razão por trás desse atraso é o processo de várias etapas pelos quais os fundos devem passar para mover-se de uma conta bancária para outra, com muitas partes envolvidas.

Eliminando a necessidade de vários intermediários, as finanças mediadas por blockchain preparam o terreno para tempos de liquidação de transações mais rápidos.

Eliminando taxas

Além de possíveis taxas de câmbio e internacionais, os pagamentos com cartão de crédito incorrem em taxas de processamento padrão de 2 a 4% (ou mais) para cada transação – sem mencionar as taxas de configuração, mensais e outras.

Essas taxas afetam consideravelmente os resultados financeiros.

As empresas estão acorrentadas a esses custos e muitas vezes não entendem totalmente a divisão das taxas no processo de faturamento menos que transparente.

Sem taxas de intercâmbio e com taxas de processamento tão baixas quanto 0,5%, aceitar pagamentos criptográficos ajuda as empresas a se tornarem mais econômicas.

Vantagem competitiva

A aquisição de novos clientes é um dos empreendimentos mais caros para empresas ambiciosas que estão tentando aumentar a participação no mercado e aumentar os lucros.

Novas linhas de produtos, promoções de preços, comunicações de marketing e parcerias são ótimas maneiras de garantir a participação da mente e do bolso, mas também exigem um investimento inicial.

As empresas que aceitam uma gama diversificada de métodos de criptografia de pagamento podem acolher um novo público, dando-lhes uma vantagem sobre os concorrentes sem ter que mudar seu produto principal.

Por: Rubens Neistein, Business Manager da CoinPayments, primeira processadora de pagamentos em criptomoedas e líder mundial no setor.

Fonte: Jornal Contábil

Geração Z está cada vez mais preocupada com o consumo consciente e em viver experiências, se afastando do “desejo” da casa e do carro próprios

A geração Z está de cara nova. Ou melhor, está com novas prioridades de consumo. Os nascidos entre 1995 e 2010 estão cada vez mais preocupados com o consumo consciente e com pautas sobre a sustentabilidade. O desejo de ajudar pequenos comércios é também uma forte característica entre os seus membros que, cada vez mais, deixa o sonho da casa própria e do carro de lado. Mesmo para aqueles que já deixaram a segurança dos lares de seus pais.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o novo perfil de gastos e construção de patrimônio da geração Z se apresenta com uma mudança “radical” quando comparamos com outras gerações. Como consequência o foco do consumo é direcionado para “novas experiências, estudos e lazer em um orçamento enxuto”.

“Essa é uma geração que não vai querer possuir, mas vai querer usar. É o caso de usar aplicativo de transportes, por exemplo, o aluguel de bicicletas e até o Airbnb”, afirma Alexandre Mutran, professor da ESPM, em entrevista a Folha de S. Paulo. Essa geração não vai se encaixar numa avaliação de consumistas, mas vai fazer reservas para adquirir o que eles acham importante.

Experiência digital: o ponto em comum para as gerações
A experiência digital pode trazer uma leitura dos interesses em comum entre as diferentes gerações pois se trata de uma evolução que envolve todas as idades. Existe um estudo feito pela CNDL (Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas) e pelo SPC Brasil o qual aponta que nove em cada dez pessoas realizaram uma compra online nos últimos 12 meses.

O estudo envolveu 958 pessoas maiores de idade e de todas as classes econômicas. Dentre os entrevistados, 55% afirmaram que pediram comida por aplicativo de delivery, 45% compraram artigos de vestuário, 37% adquiriram com celulares e 36% gastaram com streaming de filmes e séries, conforme destacou a publicação.“Esse movimento voltado para o digital já era uma tendência, mas foi acelerado pela pandemia”, afirmou a especialista em finanças da CNDL, Merula Borges.

Não é segredo para ninguém que a geração Z chama a atenção das marcas, mas quando pensamos em digitalização e na experiência digital, o leque de possibilidades é ampliado. E com a personalização, diferentes integrantes de diferentes gerações podem criar matches únicos. Pensando nos baby boomers, por exemplo, o seu poder de compra e engajamento é bem maior quando comparado à geração mais nova.

Mudanças no padrão de consumo
Ainda que possamos afirmar que a geração Z está mais preocupada em ter um consumo mais consciente, especialistas alertam para a relativação da mudança de padrão de consumo. Pode estar relacionada ao momento que a pessoa está vivendo e envolve também questões como a criação e a classe social. “Existe também uma disparidade de realidades que também precisa ser considerada”, afirmou Mutran, da Aon.

“Enquanto o jovem da classe média aluga uma bicicleta para lazer, o jovem da periferia talvez precise fazê-lo para ir trabalhar como entregador de aplicativos, por exemplo. E isso se estende para a construção de patrimônio. Enquanto alguém que tenha condições de pagar Uber possa não almejar um carro próprio, ter uma moto pode ser aspiracional para o jovem de periferia. É algo para que ele possa ir ao trabalho, mas que também use para sair com os amigos”, completou o executivo.

O planejador financeiro Carlos Castro, da Planejar, disse à Folha que outro aspecto relevante para traçar as diferenças de perfil de consumo e de gastos entre as gerações é a adoção da tecnologia.

“Os millenials [nascidos entre 1980 e 1984] são a geração de transição da tecnologia, tendo passado parte de sua infância já se adequando a essa realidade. Da outra ponta, temos os dois extremos: enquanto aqueles da geração X demoraram alguns anos para conseguirem se adequar ao mundo tecnológico, a geração Z é completamente nativa digital. E isso também se traduz em hábitos de consumo, por exemplo”, disse Carlos.

Fonte: Consumidor Moderno

A DHL Express anunciou que planeja investir mais de US$ 360 milhões até 2022 na construção de novas instalações e expansão de sua infraestrutura atual para atender os principais mercados das Américas. A companhia, que é líder global em armazenagem, distribuições e serviços expressos, deseja reforçar a sua rede aérea na região com novas rotas de voos direitos.

Os investimentos acompanham o crescimento do volume de e-commerce B2C e B2B, que teve uma alta 33% na média diária de remessas em todos os países do continente durante o primeiro trimestre de 2021 em relação com o ano anterior. O crescimento no Brasil foi ainda maior, com aumento de mais de 50% na comparação dos períodos.

Os recursos servirão para aplicar novas tecnologias com o objetivo de melhorar a eficiência operacional. Os investimentos devem proporcionar um aumento de quase 30% na capacidade de volume da companhia até o final de 2022.

“O crescimento nos volumes de embarque do comércio eletrônico continuará pressionando a capacidade de carga aérea do setor, o que tem levado a investimentos contínuos em novas aeronaves e rotas dedicadas”, afirmou Mike Parra, CEO da DHL Express Americas. A empresa pretende adicionar oito aeronaves em sua frota entre 2022 e 2024.

Os planos de investimento da DHL no Brasil incluem o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, principal hub de cargas do país, que terá um processamento das remessas internacionais mais rápido. Além disso, o terminal aeroviário passará a utilizar energia solar e captação de água da chuva para reuso, parte do compromisso da empresa para zerar emissões de CO2 até 2050.

Mesmo com a pandemia, a DHL não adotou as medidas disponibilizadas pelo governo brasileiro, como a suspensão temporária de contrato e a redução de jornada de trabalho e salário. A empresa está em expansão no país com crescimento de cerca de 30% no número de promoções de funcionários em 2021 em comparação ao ano anterior.

Recentemente, a DHL inaugurou duas novas lojas próprias de varejo, em Itajaí/SC e Guarulhos/SP, para aperfeiçoar atender as novas demandas de mercado. No ano passado, a empresa estava entre as interessadas em comprar os Correios, em uma eventual privatização.

Fonte: TecMundo

 

O e-commerce no Brasil bateu recorde de vendas no primeiro semestre de 2021, atingindo R$ 53,4 bilhões, crescimento de 31% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado consta da 44ª edição do Webshoppers, o mais amplo relatório sobre comércio eletrônico do país elaborado pela Ebit | Nielsen e realizado em parceria com o Bexs Banco, empresa especializada em câmbio e soluções de pagamentos digitais internacionais.

O resultado semestral do e-commerce no Brasil foi impulsionado sobretudo pelos aumentos de 22% no ticket médio – que passou para R$ 534 reais -, e de 7% no número de pedidos, atingindo a marca de 100 milhões.

“O e-commerce passa agora por um período de consolidação após o crescimento expressivo do ano passado”, afirmou o líder de e-commerce da Ebit|Nielsen, Marcelo Osanai. “O consumidor, adaptado à comodidade do comércio eletrônico, compra de forma mais recorrente e busca produtos em diversas categorias”, acrescentou.

Um exemplo é o fato de o número de novos consumidores ter se estabilizado no primeiro semestre deste ano: foram 6,2 milhões, levemente inferior aos 7,3 milhões no mesmo período do ano passado. “Esse movimento de consolidação é natural. A pandemia fomentou um crescimento muito forte no ano passado. O importante é que o e-commerce está mantendo o patamar elevado graças ao serviço prestado pelas lojas e pela adaptação das pessoas ao ambiente online”, explicou Osanai.

O curioso, no entanto, é que o novo consumidor do e-commerce no Brasil entra com um apetite mais alto do que as pessoas que já estão acostumadas a comprar online. O ticket médio dos recém-chegados é levemente superior à média total, atingindo R$ 556.

Mobile no e-commerce

A compras por celulares representaram mais da metade do faturamento total do e-commerce no Brasil e do número de pedidos. No primeiro semestre as vendas no meio atingiram R$ 28,2 bilhões, crescimento de 28,4%, e os pedidos, 56,3%, alta de 8,7%. Já o ticket médio ficou em R$ 502, levemente abaixo do valor geral do e-commerce.

“O brasileiro está hiperconectado, consome conteúdo ao mesmo tempo em diversas telas, isso é o ambiente propício para o e-commerce. Ele assiste algo na televisão, acessa as redes sociais, vê um produto de interesse e realiza a compra. Tudo muito simples e ágil ao toque das mãos”, afirmou o executivo da Ebit|Nielsen

Segmentos e caminhos

Os segmentos de Departamento e Esportivo se destacaram durante o primeiro semestre, com expansão de 37% no volume de vendas, e 14% no número de pedidos, e 48% de alta em vendas e 27% de crescimento em pedidos, respectivamente. Aparecem ainda os segmentos de Pet Shop, com alta de 56% no faturamento e 48% nos pedidos, Alimentos (+34% e +8%). Casa e Decoração teve alta de 155% em vendas e de 67% em pedidos.

Outro sinal de que o brasileiro está hiperconectado e com várias telas à disposição é o caminho que ele faz para efetivar as compras. No primeiro semestre deste ano, sites de busca e as redes sociais se consolidaram como o principal meio para as lojas.

Em Casa & Decoração, de acordo com o estudo da Ebit|Nielsen, 34% dos consumidores chegaram às lojas por sites de busca e 20% por redes sociais. O maior percentual de redes sociais (30%) é registrado no segmento roupas e calçados. E o maior em sites de busca (41%) é visto em aquisições de produtos automotivos.

Regionalidades
A região Sudeste foi a que mais contribuiu com 51% do faturamento total, conforme os dados do estudo. No entanto, as regiões Sul e Norte foram as que mais cresceram durante o primeiro semestre, com altas de 57% e 52%, respectivamente.

“Isso mostra uma dinamização do comércio eletrônico e sua consequente expansão para todo o Brasil. Deixou de ser algo concentrado para ser massificado. Isso tudo graças à acessibilidade, facilidade e adaptabilidade do comércio eletrônico no país”, afirmou Osanai.

Fonte: Ecommerce Brasil

Nos últimos 12 meses — até julho — o comércio eletrônico brasileiro totalizou quase 1,59 milhão de lojas online, 22,05% a mais do que os 12 meses imediatamente anteriores. A variação indica que, na média, no último ano, 789 novas lojas online foram criadas por dia no Brasil. O ritmo de crescimento do e-commerce no país desde 2015 chega a uma taxa anualizada de 23,69%. Os dados são da 7ª edição da pesquisa “Perfil do E-Commerce Brasileiro”, parceria do PayPal Brasil e da BigDataCorp.

Do total de lojas virtuais, 60,37% já adotam meios eletrônicos de pagamento (carteiras virtuais), o que representa um aumento de 4,6 pontos porcentuais em relação ao registrado em 2020. Em sete anos de pesquisa, houve uma inversão da proporção dos métodos de pagamento: em 2015, 60% não aceitavam carteiras virtuais.

Marketplaces

Ao todo, são 372 mil empresas que vendem em algum dos 20 principais marketplaces do Brasil. Desses, 44,80% têm presença no marketplace e em site próprio. Ou seja, mais da metade só vende online por meio de um shopping virtual.

Para Thoran Rodrigues, CEO e fundador da BigData Corp, que desenvolveu a pesquisa, a dependência desses marketplaces começa a prejudicar os lojistas. “Existe tendência de consolidação, por outro lado, sempre vai existir alguma resistência. O lojista sai fragilizado quando depende de um terceiro para falar com seu consumidor”, afirma. Ele diz que as marcas menores desaparecem nessa relação de consumo em que grandes empresas colocam suas logomarcas até mesmo na caixa que o cliente recebe os produtos de pequenos empreendedores.

Ele explica que, em outros países, já há reação dos lojistas e de governos contra empresas que detém um “poder muito grande”. “Vamos ver como o processo regulatório vai evoluir”, diz.

Outro dado relevante é a desconcentração geográfica no comércio eletrônico no último ano. O estado de São Paulo, que historicamente representava cerca 60% das lojas online, hoje abriga 51,8%, o que nos mostra que parte do crescimento do comércio veio de outros estados do Brasil. Destaque para Minas Gerais, que passou de 6,20% do volume total de lojas em 2020 para 7,24% em 2021; e para o Paraná, que foi de 5,84% para 7,01% no mesmo período.

Mesmo com um volume relevante de lojas, ainda há espaço para o crescimento do segmento no país, uma vez que apenas 6,19% do varejo brasileiro faz vendas online. Em 2020, os e-commerces com faturamento de até R$ 250 mil ao ano correspondiam a 48,06%. Hoje, representam 52,73% do total.

Fonte: Broadcast Estadão

Faturamento, no mesmo período, também teve crescimento, de 24,15%; moda & acessórios é a categoria mais vendida.

As vendas pela internet no Brasil continuam em ritmo acelerado. Nos primeiros seis meses deste ano, houve alta de 13,05% nas vendas e de 24,15% no faturamento. Os dados são do índice MCC-Enet, desenvolvido pela Neotrust Movimento Compre & Confie, em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net). Ao observar as vendas virtuais, comparando os meses de junho e maio, por sua vez, teve queda de (-1,02%).

A composição regional, também considerando a comparação entre junho e maio, os resultados foram: Sul (2,88%); Centro-Oeste (-0,97%); Nordeste (-1,59%); Sudeste (-1,69%); Norte (-3,43%). Já no acumulado do ano, a configuração ficou da seguinte forma: Nordeste (28,37%); Centro-Oeste (28,18%); Norte (21,39%); Sul (19,83%) e Sudeste (6,97%).

O faturamento do setor também seguiu com variação negativa, quando os meses comparado foram junho e maio: (-1,49%).

Usando a mesma base comparativa (junho e maio), por região, ficou da seguinte forma: Sul (2,69%); Sudeste (-1,90%); Nordeste (-1,91%); Centro-Oeste (-3,82%); e Norte (-5,72%). No acumulado do ano, os dados foram: Nordeste (38,14%); Centro-Oeste (36,42%); Sul (30,99%); Norte (27,55%); e Sudeste (17,51%).

Em maio de 2021, o comércio eletrônico representou 11,9% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do comércio eletrônico no comércio varejista corresponde a 10,9%. Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgada no dia 7 de julho.

Em maio de 2021, a composição de compras realizadas pela internet, por segmento, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (43,2%); móveis e eletrodomésticos (27,6%); e tecidos, vestuário e calçados (10,1%). Na sequência, artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,3%); outros artigos de usos pessoal e doméstico (5,9%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,4%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2,5%). Esse indicador também utiliza a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE como base.

Outra métrica avaliada revela que, no trimestre de abril a junho de 2021, 18,5% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma alta de 1,3 p.p em relação ao trimestre anterior (17,2%). Já na comparação com o mesmo período em 2020 (10,1%), houve crescimento de 8,4 p.p.

De acordo com um levantamento elaborado pela Neotrust, o varejo digital faturou R$ 74,76 bilhões nos seis primeiros meses de 2021, alta de 37% em relação ao mesmo período do ano passado. A alta nas cifras é consequência de um maior número de compras realizadas. No primeiro semestre, o comércio eletrônico gerou 164,28 milhões de pedidos, montante 21% maior no comparativo com 2020. Além de comprar mais, os brasileiros também gastaram mais: com o valor de R$ 455,1, o tíquete médio teve aumento de 13,66%. O setor registrou 7 milhões de novos consumidores no período.

Ainda de acordo com o levantamento, as categorias mais vendidas em volume foram: moda & acessórios (28,7 milhões), beleza & perfumaria (16,3 milhões), saúde (9,6 milhões), telefonia (9,5 milhões) e eletrônicos (9,3 milhões). Já na análise de faturamento, as que mais contribuíram foram: telefonia (R$ 15,5 bilhões), eletrodomésticos (R$ 10 bilhões), informática (R$ 8,4 bilhões), eletrônicos (R$ 7,4 bilhões) e moda & acessórios (R$ 5,8 bilhões).

Na hora de pagar, o cartão de crédito segue como o meio preferido dos brasileiros para efetuar suas compras: no primeiro semestre, 70% dos pedidos foram pagos com esta opção. Em seguida, os boletos bancários aparecem em 21% dos pedidos e, por fim, o PIX foi utilizado em 4% das compras. Outros meios de pagamento também somaram 4% do total.

Fonte: Consumidor Moderno

A ferramenta tem conquistado os varejistas pela praticidade e tarifa gratuita

Desde seu lançamento, o Pix tem se mostrado um meio de pagamento que veio para mudar todo o conceito de usar o dinheiro por meio digital. Dada a sua imensa vantagem de realizar transferências imediatas e sem custo, a ferramenta tem conquistado os brasileiros e segue em crescimento quanto ao uso diário. Em abril desse ano, segundo dados do Banco Central, o a quantidade de transferências por Pix inclusive superou as de DOC e TED.

E se ele já é vantajoso para transferências comuns do dia a dia, no varejo, tem se provado ainda mais eficiente. Dessa forma, os consumidores têm optado pela ferramenta para realizar o pagamento pela compra dos produtos, sobretudo no e-commerce. É o que mostra a pesquisa da Spin Pay: a média de crescimento do uso do Pix no varejo eletrônico é de 50%, uma tendência que deve crescer nos próximos meses.

O estudo é realizado por meio dos dados de 175 clientes da Spin Pay e destaca que pelo menos 3 milhões de transferências do Pix foram destinadas ao e-commerce desde o lançamento da ferramenta.

E-commerce e Pix: uma trajetória de mãos dadas

A pesquisa mostra que alguns setores se sobressaíram quanto ao uso do Pix para suas transações, alcançando a margem de crescimento de até 80%. Foi o caso dos Games, Moda e Beleza/Saúde, que têm movimentado bastante desde o início do ano por meio do e-commerce.

O estudo revela, ainda, que as datas comemorativas foram bastante importantes para a movimentação do varejo eletrônico e, por meio delas, o Pix também foi bastante utilizado. Só nas semanas entre o Dia das Mães e Dia dos Namorados, o crescimento no uso do meio de pagamento subiu 34,8%.

Vale destacar que o setor de eletrônicos e eletrodomésticos — entre os dias 9/05 e 12/06 — apresentou aumento de 12,8% nos pagamentos com Pix, ao passo que o setor de moda apresentou, no mesmo período, crescimento de 37,6%.

Já na Semana do Consumidor — que acontece entre 15 e 21 de março —, além de ter um varejo eletrônico mais aquecido, a modalidade também atraiu 67% de novos usuários.

A adesão da ferramenta pode substituir o uso dos boletos em um futuro próximo, algo que facilita os processos de pagamento para o varejo eletrônico — visto que há um prazo de alguns dias úteis até que a compra possa ser processada. Assim, devemos ver o uso do Pix crescer ainda mais nos próximos meses, até que se torne um meio de pagamento mais comum para o e-commerce, da mesma forma como ocorre com o cartão de crédito e o boleto bancário.

Fonte: Consumidor Moderno

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