Verità Tecnologia

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Temos tudo que você precisa para desenvolver seu projeto web. Suporte Ilimitado.
Hospedagem de sites, registro de domínio, comércio eletrônico, e-mail marketing e muito mais.

O mercado de e-commerce está a cada dia mais concorrido. Conquistar uma grande visibilidade e se destacar é cada vez mais complicado.

É aí que uma estratégia de conteúdo pode se tornar um grande diferencial para uma loja virtual.
O blog para e-commerce é uma poderosa ferramenta para divulgar os produtos e aumentar as vendas.
Para você ter uma ideia, as lojas virtuais que mantém blogs atualizados possuem 3 vezes mais visitas e 2,5 vezes mais clientes,
Mas, se esse motivo indiscutível ainda é pouco para te convencer da importância de um blog, prepare-se para mudar de ideia hoje mesmo!
Preparamos uma série de razões pelas quais você deve começar a pensar no blog para e-commerce com urgência, confira:

O blog para e-commerce é barato
A decisão sempre acaba pesando mais no bolso, certo? Muitas vezes, por mais eficaz que uma estratégia seja, a falta de investimento acaba nos impedindo de apostar com tudo nela.
Se esse é um dos seus grandes obstáculos, então você vai gostar de saber que manter um blog para a sua loja virtual é uma ação muito mais barata do que as divulgações tradicionais.
Manter um blog consiste em, basicamente, entender a fundo quem são as personas do seu negócio e, a partir daí, produzir conteúdo exclusivo que as ajudem a resolver problemas e sanar dúvidas.
Se você conhece bem o seu mercado de atuação e sabe quais são as grandes dores da sua persona, essa tarefa se torna bastante simples e, o melhor de tudo, de baixo custo!
Ao contrário de realizar publicidade em grandes portais ou, até mesmo, precisar reduzir a sua margem de lucro para atrair clientes com descontos imperdíveis, é possível produzir conteúdo de qualidade para o seu blog e observar as vendas aumentarem com investimentos que cabem no bolso.

O conteúdo atrai potenciais clientes qualificados
Como você já deve ter notado no dado que demos no início do texto, o blog para e-commerce é uma importante porta de entrada para que potenciais clientes descubram a sua loja.
Pense que as pessoas estão conectadas na internet todos os dias buscando conteúdos que as entretenham, resolvam os seus problemas e tirem as suas dúvidas. Afinal, quem nunca recorreu ao YouTube ou ao Facebook para descobrir como se faz alguma tarefa?
Se o seu blog apresenta essas dicas e informações, as chances de pessoas que precisam dos produtos que você vende o encontrarem são muito maiores.
O resultado é um tráfego maior de pessoas com alto potencial de efetivarem uma compra e se tornarem clientes recorrentes!

É possível se tornar referência no mercado
Imagine que excelente seria ser reconhecido como autoridade no mercado em que você atua?
Quando isso acontece, as pessoas recorrem ao seu blog para se informar sobre assuntos específicos, como os mais novos lançamentos de tecnologia ou as últimas tendências de moda.
Essa não é uma posição fácil de ser conquistada, no entanto, ela é possível com o marketing de conteúdo e com o blog para e-commerce.
Ao ser reconhecido como referência nos assuntos que o seu blog aborda, não apenas a taxa de conversão é maior, como também os níveis de retenção de clientes. Combinados, esses resultados de grande importância trazem uma ótima rentabilidade para o seu negócio!

Você vai ganhar pontos na otimização do e-commerce
Aparecer nos primeiros resultados do Google quando um potencial cliente realiza uma busca aumentam as suas chances de ganhar visitas e, claro, vender mais.
Para que isso aconteça, no entanto, é preciso trabalhar a otimização do seu site, também conhecida como SEO, que nada mais é do que um conjunto de técnicas que tem como objetivo aumentar a visibilidade do seu e-commerce e o posicionamento orgânico para certas buscas.
Por isso é fundamental entender o conceito e as estratégias de SEO para o seu negócio.
E adivinha o que conta muitos pontos para aumentar a efetividade do SEO da sua loja? Isso mesmo, um blog!
No blog é possível trabalhar termos de pesquisa relacionados aos produtos vendidos da sua loja, aumentando as chances de ele aparecer nas buscas.
Além disso, se o conteúdo realmente for interessante, as pessoas começarão a compartilhá-lo em suas redes sociais. E esse tipo de atividade vai contar muitos pontos para que o Google entenda que a sua loja é relevante e, assim, a mostre nos primeiros lugares da busca.

As pessoas leem e preferem conteúdo a anúncios
Mas será que as pessoas realmente vão ler o blog de uma empresa? Sim! De acordo com uma pesquisa da Demand Metric, 60% dos consumidores gostam de ler o conteúdo produzido por uma marca.
Além disso, 70% deles preferem descobrir mais informações sobre uma empresa por meio de conteúdo do que por anúncios. E esse é um forte reflexo da mudança de comportamento do consumidor, que não quer mais ser interrompido por publicidades que têm pouco a acrescentar.
E, para te convencer de vez que você realmente terá leitores que farão a diferença nos resultados da loja, a pesquisa ainda descobriu que 82% dos consumidores ficam com uma impressão mais positiva da marca após consumirem os conteúdos produzidos por ela.

Estou convencido! Por onde começar?
Agora que não há mais argumentos para você não começar um blog para e-commerce o mais breve possível, chegou o momento de preparar a sua estratégia de conteúdo com essas dicas:

1. Crie uma estratégia com objetivos claros
O seu blog terá como objetivo atrair mais visitas e incrementar as vendas da loja, certo? Por isso, todos os posts precisam ter uma estratégia e um propósito claro para estarem ali.
Todas as publicações criadas devem responder a essas 3 perguntas:
Para quem esse conteúdo se destina?
Em quais plataformas eu vou divulgar esse post?
Por que eu vou produzir esse conteúdo? Quais problemas da minha persona ele vai resolver?

Esse planejamento vai ajudá-lo a manter o foco nos objetivos e a produzir apenas nos conteúdos que realmente fazem sentido e tem o potencial de gerar resultados para a sua loja.

2. Crie diferentes formatos de conteúdo
Manter um blog não significa apenas escrever artigos de texto. Existem diversos outros formatos de conteúdo que devem ser explorados para manter o interesse dos leitores e potencializar os resultados.
Infográficos, eBooks, vídeos, reviews de produtos e tutoriais são apenas alguns dos exemplos de tipos de conteúdo que você pode explorar.
Ao fazer o seu planejamento, não deixe de avaliar qual tema pode se encaixar melhor em cada um desses formatos para manter o blog sempre interessante.

3. Pense fora da caixa
Para se destacar ainda mais, o ideal é que o seu blog apresente conteúdos inéditos ou, ao menos, um ponto de vista diferente sobre temas que causam dúvidas na persona.
E essa é uma tarefa que só será possível de ser cumprida se você também prestar atenção no que os seus concorrentes e os influenciadores do mercado já estão fazendo.
Realize pesquisas constantes para ver quais os assuntos que já foram abordados e tentar identificar brechas para criar novos conteúdos ou propor diferentes formatos para facilitar o entendimento.
Uma boa dica também é realizar parcerias com influenciadores do segmento. Além de conseguir opiniões e pontos de vista mais técnicos sobre o assunto, esse tipo de iniciativa também permite com que a sua marca aproveite da relevância do influenciador.

4. Mantenha a consistência
De nada vai adiantar você produzir um conteúdo incrível na semana que vem e, depois, sumir por meses. O blog para e-commerce precisa de frequência para se tornar relevante e fazer com que as pessoas voltem.
Criar um calendário editorial com a data de publicação dos posts e os temas vai te ajudar a visualizar melhor a sua estratégia de conteúdo.
Além disso, fazer posts sempre nos mesmos dias cria o hábito de que as pessoas acessem o blog constantemente para ler as novidades.

5. Defina quem vai produzir o conteúdo
Criar conteúdo com frequência e que seja exclusivo não é uma tarefa fácil. Essa atividade demanda pesquisas, conhecimentos de técnicas de escrita e, claro, tempo!
Por isso, pode ser que o ideal não seja com que você fique responsável por mais essa atividade. Afinal, como falamos acima, o blog vai precisar manter o ritmo e a consistência nos posts.
Uma ótima alternativa é procurar por redatores que escrevam esses conteúdos para você.
Atualmente, existem diversos cursos de marketing digitalpara se especializar em produção de conteúdo para marcas e ferramentas que o auxiliam a pensar na estratégia e a encontrar as pessoas certas para escrever sobre cada um dos temas.

6. Analise os resultados e reveja as estratégias
Como estamos falando de um blog que tem objetivos claros e definidos, os posts precisam ser analisados para que você entenda se está no caminho certo ou não.
Monitore dados como a quantidade de compartilhamento nos posts, teor dos comentários, visitas geradas ao site da sua loja e, até mesmo, novos assinantes de newsletter.
Todas essas informações vão apontar se você está obtendo os resultados esperados ou se precisa adaptar os conteúdos ou rever a sua persona.
Além disso, acompanhar os resultados permite com que você foque nas ações certas, otimizando ainda mais os investimentos em divulgação!

Fonte: SemRush

No varejo físico ou virtual, muitos gestores de empresas tomam decisões e traçam metas sem um planejamento adequado, em alguns casos por não saber quais informações analisar ou por não ter uma maneira eficaz de extraí-las. Entretanto, para gerir é preciso medir, como bem disse Peter Drucker.

Toda tomada de decisão e planejamento deve considerar a realidade da operação, como as ações passadas repercutiram ou ainda estão se repercutindo, averiguar o que pode e precisa ser otimizado e identificar oportunidades de melhoria e expansão.
É com essa finalidade que existem as métricas e os KPIs, também chamados de indicadores de desempenho.
Muitas empresas têm o costume de não diferenciar métricas e KPIs, apesar de se relacionarem, há uma diferença enorme entre elas.

Mas, qual a diferença entre métricas e KPIs?
As métricas são dados e números de determinado período, podem ser de diversos setores, neste caso, relacionados a operação logística da empresa. Geralmente, estes dados são extraídos separadamente e desta maneira, não indicam nenhum problema ou setor que necessita de melhorias.
É aí que entra sua relação com os KPIs (Key Performance Indicator) ou indicadores de desempenho.
Os KPIs são a junção das métricas, possibilitando assim uma visão geral da operação, baseados em estatísticas construídas a partir dos dados extraídos. Os KPIs servem para analisar as métricas e assim realizar um diagnóstico, identificar problemas, possíveis soluções e traçar metas e ações de crescimento.

Veja o exemplo abaixo:

Supondo que você tenha um e-commerce.
No mês passado você teve 1000 vendas realizadas. Dessas vendas, 750 foram pagas e enviadas e outras 250 vendas foram concluídas, mas não foram pagas e terminaram abandonadas.
Você acabou de ver métricas de sua operação. Agora veja abaixo o uso de KPIs para estes dados:
25% de suas vendas no mês passado não pagas.

Com esses dados dispostos desta maneira, identifica-se um número preocupante e tem-se a oportunidade de realizar um estudo mais detalhado.
O que tem levado os clientes a desistirem da compra?
O prazo de entrega? O valor do frete em determinadas regiões?

Com a situação criada acima, é possível entender a diferença entre métricas e KPIs e como utilizá-las corretamente. O objetivo das métricas e KPIs variam de acordo com cada empresa e seu segmento, seus levantamentos fornecem o embasamento e a visão necessária para os gestores.

Agora que já os diferenciamos, veja abaixo 5 métricas e KPIs logísticos indispensáveis para qualquer operação varejista.

1. Pedidos perfeitos
Nessa métrica você analisa a quantidade de pedidos entregues no prazo e em perfeito estado de conservação em determinado período. Será interessante para cruzar com outras métricas e medir a eficácia de suas empresas de transporte, por exemplo.

2. Pedidos por UF
Conhecer para onde a maioria de suas encomendas estão sendo enviadas é indispensável. Assim, você consegue entender um pouco mais seu público, realizar promoções ou estudar maneiras de melhorar as condições para outras regiões.
É possível cruzar com dados do marketing ou com valores do frete por região e obter uma possível explicação, caso haja uma menor quantidade de vendas em determinado estado.

3. Índice de avarias
Outro ponto importantíssimo para sua operação, pois influencia diretamente sua relação com o cliente.
Através dele você conseguirá medir a eficácia da empresa que tem entregado suas encomendas ou a qualidade dos produtos que tem vendido.

4. Pedidos recusados
Essa métrica trata diretamente de um problema, algo que gerou insatisfação ao cliente e ocasionou a recusa da encomenda, assim cabe a análise dos motivos.

Os pedidos estão sendo entregues no prazo? Os produtos tem sido embalados e enviados conforme foram comprados? Eles têm a mesma qualidade que aparentam ter nos seus anúncios?

5. Ruptura de estoque
Acontece a chamada ruptura de estoque quando seus anúncios estão rodando mas o seu estoque real não condiz com o que está sendo anunciado, ocorrendo a venda de produto inexistente.
Este problema pode indicar que a comunicação entre sua plataforma e ERP está lenta ou que seu estoque físico está com divergências.

Conclusão
Todo este estudo, análise de dados e estatísticas têm o poder de indicar um problema em sua operação que tem causado a insatisfação do cliente.
Os motivos podem ser os mais variados, como prazos e preços de frete que estão sendo fornecidos. Traçar medidas de otimização e automação, podem incluir novas parcerias, como novos contratos com transportadoras ou outras soluções mais inovadoras, como a automação logística.

O essencial para toda empresa e que deve ter como prioridade, é garantir a satisfação do cliente.

Fonte: Anymarket

Dados do primeiro semestre de 2019 mostram que mulheres fizeram mais pedidos online e que compras foram maiores entre os adultos até 39 anos
Encontrar quem tenha feito mais de duas compras pela internet neste ano ainda é raro no Brasil, mas um pouco mais comum entre jovens adultos, entre 25 e 39 anos, e entre as mulheres.
É o que mostra um levantamento da empresa de inteligência de mercado Compre&Confie sobre as compras feitas pela internet no Brasil no primeiro semestre de 2019.
No Brasil, cerca de 19,7 milhões de consumidores fizeram ao menos uma compra virtual no período, alta de 36% em relação ao ano passado (embora ainda representando menos de 10% da população brasileira).
Dentre esses consumidores, apenas 23% das pessoas fizeram compras pelo menos três vezes entre janeiro e junho, com média de nove pedidos no período. A maior parte, 77%, comprou menos de duas vezes.
Neste cenário, dentre os consumidores considerados pelo estudo como heavy users, que fazem compras frequentemente, as mulheres representam 60%. Dentre todos os consumidores, elas foram responsáveis por 51% dos pedidos em 2019.
O motivo para o domínio das mulheres é simples: elas originalmente compram mais roupas, sapatos e cosméticos e, com o amadurecimento do comércio eletrônico, passam cada vez mais a fazer essas compras pela internet.
Categorias de produtos mais baratos garantem uma maior recorrência de compra do que eletrônicos ou eletrodomésticos, hoje líderes no faturamento do e-commerce no Brasil — e também os preferidos entre os usuários que compram pouca ou nenhuma vez ao ano pela internet.
“O mercado nos segmentos não-duráveis ainda está muito embrionário no Brasil. Quando essa linha começar a se consolidar, vamos ver uma recorrência maior de compras e crescimento do e-commerce no geral”, diz André Dias, diretor-executivo da Compre&Confie.

A vez das roupas
Os produtos da categoria de moda e vestuário são os que lideram a chamada “segunda onda” do comércio eletrônico, em que os consumidores passam a comprar pela internet produtos menos duráveis. A expectativa para os próximos anos no Brasil é que aumentem os pedidos de itens de supermercado, roupas, cosméticos e até artigos para animais, como acontece em mercados mais maduros.
O valor das compras confirma como as mulheres já embarcaram na “segunda onda”. Comprando produtos mais baratos, elas fazem mais pedidos que os homens, mas gastam menos: as mulheres da categoria heavy user gastaram, em média, 3.801 reais ao longo do primeiro semestre, ante 5.029 reais gastos pelos homens.
Produtos como celulares e eletrodomésticos dão mais dinheiro aos varejistas, mas recebem menos pedidos — já que uma mesma pessoa só troca de celular a cada um ou dois anos, por exemplo, mas compra roupas ou sabão em pó várias vezes ao ano.
Telefonia e eletrodomésticos/ventilação responderam por 15,2% e 20,5% do faturamento do e-commerce no primeiro semestre do ano, mas por apenas 6,8% e 6,1% do número de pedidos, segundo a Compre&Confie. Já moda e acessórios teve 12,2% do faturamento, mas liderou em número de pedidos, com 22,2% do total. A segunda categoria mais comprada foi beleza, perfumaria e saúde, com 12,3% dos pedidos (embora tendo apenas 5,8% do faturamento).
“Os produtos não-duráveis ainda não atingiram todo seu potencial na internet porque, ao contrário de um eletrônico, eles são menos ‘padronizados’, o que aumenta a chance de troca, que ainda é difícil e custosa no comércio eletrônico”, afirma Dias.
Por isso, os consumidores mais jovens, independentemente do gênero, são os que mais vêm aderindo à essa tendência, por estarem mais habituados à internet e ter mais confiança para eventualmente trocar ou devolver produtos.
A chamada geração Y (pessoas entre 25 e 39 anos) foi responsável, sozinha, por 48% dos pedidos no período, e por 49% do faturamento. Em seguida vem a geração X (pessoas entre 40 e 60 anos), responsável por 30% dos pedidos, e a geração Z (pessoas com até 24 anos), que tem 16% dos pedidos — fatia que deve aumentar à medida que essa população se torna mais velha e com maior renda. Os que menos compram na internet são os “baby boomers”, pessoas com mais de 60 anos.

A saída para crescer
Neste cenário, fazer com que as pessoas comprem produtos mais baratos — e, portanto, com mais frequência — é o que fará o comércio eletrônico brasileiro ir dos atuais 6% dos pedidos do varejo para 10% nos próximos cinco anos, segundo cálculos do Bradesco BBI com base em dados da eBit/Nielsen. Atualmente, o Brasil está bem abaixo da média mundial de penetração do e-commerce, de 12% (e que chega a mais de 30% na China).
O mesmo relatório do Bradesco aponta que as categorias cujas vendas mais vão crescer nos próximos cinco anos são itens de supermercado (40,5%), roupas e calçados (26%), a categoria “outros”, que inclui itens como livros (41%), acessórios de veículos (23%) e brinquedos e itens para bebês (23%). Os que terão menos crescimento serão justamente os eletrônicos (13%) e eletrodomésticos (12%).

Fonte: Revista Exame

Segundo site, entre as contas afetadas pela falha, estariam as de celebridades como Justin Bieber e Cristiano Ronaldo
Um bug está apagando milhares (em alguns casos, até milhões) de seguidores dos perfis de alguns usuários do Instagram, reportou nesta quarta-feira o Business Insider.
De acordo com o site, entre os usuários afetados pela falha estariam celebridades como Kylie Jenner, Cristiano Ronaldo, Justin Bieber e Selena Gomez, cujos perfis foram monitorados pelo consultor de mídias sociais Matt Navarra.
Os usuários da rede social de fotos teriam começado a notar as mudanças em suas listas de seguidores na terça-feira à noite, e alguns perceberam que elas diminuíram às centenas ou milhares rapidamente. A página Down Detector, que monitora problemas em websites (quando eles saem do ar, por exemplo), recebeu uma avalanche de mensagens de usuários do Instagram reclamando do problema, reportando uma queda drástica em seus seguidores de repente.
O Instagram reconheceu a falha. Num post no Twitter, disse "estar ciente de um problema causando mudanças no número de seguidores de algumas pessoas" e afirmou que estava "tentando resolvê-lo o mais rápido possível".
Especulações dão conta de que a repentina queda nos seguidores teria resultado de uma caçada do próprio Instagram a perfis falsos emseu ambiente. Em novembro, a rede, que pertence ao Facebook, anunciou que adotaria medidas tendo como alvo perfis que usam aplicativos de terceiros e robôs de software (bots) para aumentar artificialmente sua popularidade com falsos likes e falsos seguidores.

Fonte: O Globo

Em 17 meses, número de brasileiros que dizem ter conta na rede recua 5 pontos, para 56%
O número de brasileiros que afirmam ter conta no Facebook registra tendência de queda, aponta pesquisa Datafolha.
Segundo levantamento realizado no início deste mês, 56% dos entrevistados disseram ter conta no Facebook. Em novembro de 2017, 61% afirmaram estar na rede social de Mark Zuckerberg.
Em 17 meses, a queda é de cinco pontos percentuais.
Entre os entrevistados pelo instituto, 71% estão em ao menos uma rede social.
O WhatsApp mantém a liderança e está no celular de 69% dos entrevistados.
Atrás aparece então o Facebook, seguido por Instagram (35%) e Twitter (14%).
Os índices do WhatsApp e Instagram se mantiveram próximos da série histórica das últimas pesquisas. O Twitter caiu de 18% para 14%, entre 2017 e 2018, e segue estável.
Em julho passado, o Facebook divulgou que havia atingido a marca de 127 milhões de usuários ativos mensais no país no primeiro trimestre de 2018. Em novembro de 2016, eram 111 milhões.
O Brasil é um dos cinco maiores mercados para a companhia. No mundo, o Facebook tem 2,2 bilhões de usuários mensais.
De acordo com os dados do Facebook, a rede superaria o WhatsApp, da própria empresa, como a mais popular no Brasil. O aplicativo de mensagens tem 120 milhões de usuários ativos no Brasil.
De acordo com o Datafolha, 69% brasileiros com mais de 16 anos afirmam ter uma conta no app de mensagem.
Segundo Alessandro Janoni, diretor de pesquisas do Datafolha, o levantamento feito nos dias 2 e 3 de abril indica uma tendência de encolhimento no número de contas do Facebook no Brasil.
"Não é uma queda consolidada, por causa da margem de erro [dois pontos percentuais para mais ou para menos], mas mostra uma tendência de queda." Ele aponta para a sequência de escândalos envolvendo vazamentos de dados privados de usuários do Facebook como um dos fatores para a
redução de contas.
Janoni diz que a alta taxa de desconfiança nas redes sociais, também medida pelo instituto, é outra razão que explica o número menor de contas brasileiras na rede social.
A pesquisa Datafolha mediu o nível de confiança nas notícias divulgadas tanto pelas redes sociais como pela imprensa tradicional.
Entre os entrevistados, 63% afirmaram confiar em algumas notícias recebidas pelas redes sociais; 5% disseram acreditar na maioria; 2%, em todas, e 21% não têm confiança em nada do que veem.
Considerando a imprensa profissional, os percentuais de confiança são de 5% (todas), 17% (maioria), 61% (algumas) e 14% (nenhuma).
Segundo Janoni, a desconfiança em relação às informações divulgadas pelas redes sociais é maior entre os estratos mais escolarizados e com renda familiar mais alta.
Porém, na média geral, prevalece a baixa confiança tanto na imprensa profissional quanto nas redes, dado que é visto como preocupante pelo especialista.
Entre aqueles que têm conta no Facebook, 14% seguem o presidente Jair Bolsonaro (PSL). O número cai para 5% entre os que têm conta no Instagram, e para 4%, no Twitter.
Eliminadas as sobreposições, 16% dos brasileiros com mais de 16 anos e que têm conta nas redes sociais acompanham algum dos perfis presidente.
O Datafolha ouviu 2.038 pessoas, distribuídas em 130 municípios.

Fonte: Folha de São Paulo

Hoje metade dos centros de compras ligados a grandes grupos do setor já tem iniciativas digitais e a outra metade estuda ter shoppings virtuais, afirma o presidente da a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), Glauco Humai

O shopping não é mais o mesmo. Pressionado pelo avanço do comércio online que mudou a forma como as pessoas fazem compras, seja na loja física, na tela do celular ou até misturando vários canais de vendas, o templo do consumo está reagindo para sobreviver. Além de oferecer cada vez mais serviços, espaço para lazer e conveniência, muitos shoppings estão assumindo uma nova função: começam a virar também uma espécie de minicentros de distribuição de mercadorias adquiridas nas lojas online e no marketplace, que é o shopping virtual, inclusive dos próprios shoppings.

Hoje metade dos centros de compras ligados a grandes grupos do setor já tem iniciativas digitais e a outra metade estuda ter shoppings virtuais, afirma o presidente da a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), Glauco Humai. "Este ano será marcado por uma virada na transformação digital dos shoppings", diz.

Em dois anos, 27 milhões de brasileiros farão sua primeira compra online, aponta uma pesquisVizinhança
Com o avanço do comércio online, Daltro afirma que o shoppings, por estarem próximos dos consumidores, acabaram assumindo mais uma função: a de minicentros de distribuição. "Não podemos viver do varejo como se vivia antigamente", diz.

Hoje, as compras feitas no marketplace dos shoppings da CCP são retiradas pelo consumidor no shopping e isso pode gerar novas compras por impulso. Até agora, os shoppings virtuais agregaram, em média, 5% às vendas dos shoppings físicos da companhia. O plano para este ano é iniciar o sistema de entrega em domicílio, no prazo de meia hora para pedidos feitos por clientes que estão a cinco quilômetros dos shoppings.

Procurado, o Shopping Iguatemi, o primeiro do Brasil, informa que pretende lançar o seu marketplace até meados do ano. O shopping virtual vai atender ao País inteiro.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.a do Google. "É muita gente e se todo ano esse número aumenta, temos que reagir de alguma forma", diz Laureane Cavalcanti, diretora executiva de marketing do Grupo Sonae Sierra Brasil. A reação, segundo ela, é trazer o mundo digital para dentro do shopping.

Em maio, a companhia vai colocar em operação o marketplace de um dos dez shoppings do grupo, o Parque Dom Pedro, em Campinas (SP). A intenção é ter um shopping virtual que atue regionalmente, mas na área de influência do shopping, que abrange as cidades paulistas de Americana, Paulínia, Indaiatuba e Jundiaí.

Distribuição
O projeto piloto conta com adesão inicial de 30 das 400 lojas e reúne vários sistemas de entrega. Ele prevê que o consumidor poderá receber a compra em casa, retirar a mercadoria no shopping numa área reservada ou até sem sair do carro, num drive-thru. O grupo negocia com uma empresa de entregas a montagem de um centro de distribuição dentro do shopping.

No prazo de um ano, quando o projeto estiver a todo vapor, a intenção é entregar as compras em duas horas. "O meu 'last mile'(última milha) vai ser muito curto. Isso me garante uma posição no ranking super boa quando o cliente procurar onde comprar pelo prazo de entrega mais curto", diz ela.

Última milha
Melhorar a experiência na fase final de uma compra online é um dos maiores desafios do comércio eletrônico, já que o prazo de entrega e o custo do frete são os grandes motivos de insatisfação do consumidor.

"Os shoppings da CCP querem ser a última milha do varejo virtual, além de um lugar de compras, entretenimento", diz o presidente da CCP, Pedro Daltro. Desde 2017, a companhia criou um marketplace para cada um dos seis shoppings. Hoje são 300 lojistas que participam do shopping virtual. A meta é chegar a 500 neste ano.

 

Fonte: UOL

 

De acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae sobre varejo online, 52% dos negócios online atuam em shoppings virtuais

Usar canais de venda na internet deixou de ser uma tendência e tornou-se uma necessidade. A 4ª edição da Pesquisa Nacional de Varejo Online, realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em parceria com E-Commerce Brasil, Lojas Integradas (VTEX) e B2W, mostrou que os empresários que atuam no e-commerce pretendem ampliar suas vendas em Marketplaces, até 2021. Atualmente, os shoppings virtuais já são considerados a principal plataforma de e-commerce utilizada por microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte, alcançando a preferência de 52% das empresas pesquisadas.

A pesquisa revelou que 30% das empresas consultadas trabalham apenas com e-commerce, 22% atuam com loja física e e-commerce e apenas 12% dos empreendimentos possuem apenas loja física. “O e-commerce é uma opção de compra cada vez mais frequente do consumidor brasileiro e não investir para desenvolver um canal de vendas na Internet pode significar a perda de um enorme volume de negócios”, comenta o presidente do Sebrae, João Henrique de Almeida Sousa. Ele acrescenta que ter uma presença online não é difícil. Mas é importante bastante planejamento antes de criar uma loja virtual. “É fundamental analisar as alternativas de plataformas disponíveis, desenvolver estratégias para atrair os clientes e diferenciar o seu negócio da concorrência. Além disso, assim como toda loja física, o e-commerce também tem seus gastos. É preciso contar com boas ferramentas de gestão para garantir a rentabilidade e o sucesso do negócio”, diz o presidente do Sebrae.

Nesse sentido, a pesquisa também apontou as principais dificuldades que os pequenos negócios enfrentam na rotina de gestão do e-commerce. A carga tributária é considerada um dos principais empecilhos para os pequenos negócios (43%), seguida pela logística (42%) e marketing e concorrência/showrooming empatam em terceiro lugar (30%). O levantamento detectou ainda que 46% dos pequenos negócios online apresentam lucro. “Esse dado é reflexo do momento do país, que está retomando de um processo de crise econômica. O pequeno negócio ganha visibilidade com os shoppings virtuais, mas a concorrência ainda é alta”, explica Flávio Petry, especialista do Sebrae.

Os principais produtos comercializados por meio do e-commerce, no Brasil, estão relacionados à casa e decoração (26%), seguido por moda (24%), beleza (12%) e eletrônicos/telefonia (11%). Informática e esporte/lazer empatam com 10%. Além disso, os estados que mais compram produtos pela internet são São Paulo (89%), Rio de Janeiro (75%), Minas Gerais (69%), Rio Grande do Sul (42%) e Paraná (40%).

Números da Pesquisa

• 30% das empresas consultadas estão somente no ambiente virtual
• 22% contam com loja física e e-commerce
• 12% têm somente loja física
• 46% dos pequenos negócios de e-commerce registram lucro
• A carga tributária é considerada a principal dificuldade por 43% dos pequenos negócios
• O e-mail é apontado como o principal canal de atendimento por 90% dos entrevistados, seguido por Whatsapp (82%) e Facebook (64%)

Fonte: Sebrae

Em 2018, o cenário do comércio eletrônico nacional e internacional foi surpreendente: ao redor do globo, destacaram-se a China, com uma queda de 7,6%, e os Estados Unidos, com uma alta de 13,2% em relação ao período anterior.

No Brasil, independentemente da instabilidade política, econômica e social, o e-commerce alcançou um aumento de 10,6%, no que se refere aos compradores digitais de 2017, chegando a 73 milhões

Além disso, o mobile definitivamente se tornou uma realidade — conforme previsto no ano passado —, pois as visitas (66%) e as vendas (53,8%) por dispositivos móveis ultrapassaram as feitas por desktop.

Mas e para 2019, o que esperar? A seguir, confira as três principais tendências que servirão de guia para a elaboração das estratégias deste ano.

1. Geração Z e vídeo marketing
De acordo com a ONU, a geração do século 21 ultrapassará a dos millennials (ou Y, nascidos entre a década de 80 e 2000) em 2019, e representará 32% da população mundial.

Distintamente do posterior, que acompanhou o surgimento da internet, o grupo Z já cresceu em contato com os recursos tecnológicos e todas as suas facilidades: smartphones, tablets e redes sociais.

Com isso, a geração 21 desenvolveu novas habilidades e necessidades ao longo dos anos, como o desejo de se identificar e a busca pela autenticidade — primordialidades constantemente promovidas pelo marketing de influência.

Essa abordagem de marketing tem como centro uma figura conhecida atualmente como influenciador digital, que dialoga com tais interesses por meio de vídeos (e mais recentemente, através de podcasts).

Segundo o Think with Google, o YouTube é acessado diariamente por pessoas de 14 a 18 anos e se transformou no 2º maior destino para consumo audiovisual no Brasil (ficando atrás apenas da TV Globo). Para mais, segundo a Search Engine People, um vídeo é capaz de aumentar o tráfego orgânico em até 157%.

Imagina, então, o que uma estratégia de vídeo marketing poderá fazer por um negócio! Investir nessa aposta se tornou algo indispensável para quem deseja alcançar mais conversões, especialmente se o público-alvo for a geração Z.

2. Consolidação das vendas pelas redes sociais
Ao longo dos últimos anos, as mídias começaram a modificar suas propostas com o objetivo de facilitar ainda mais o redirecionamento de tráfego às lojas virtuais e a consolidação das vendas.

Como exemplo mais recente, temos o Instagram: iniciou permitindo links no perfil (e depois nos Stories para contas verificadas) e, em março de 2018, lançou o Instagram Shopping — funcionalidade de compra por meio de etiquetas nas fotos do feed.

De acordo com o NuvemCommerce 2019, 21% das vendas do ano passado foram realizadas pelas redes sociais — o Instagram foi responsável por 59% delas, o Facebook por 37%, o YouTube por 3% e o Pinterest por 1%.

Ademais, o número do Instagram entre os semestres variou de 61,2 a 72,9% — alcançando um aumento de 12,7%. Já o Facebook, inversamente, oscilou de 55.2% a 33.2%, fechando 2018 com uma queda de 22%.

Assim, fica evidente que, para alavancar as conversões de um e-commerce, as redes sociais são ferramentas essenciais de divulgação (orgânica e paga) e ideais para uma apresentação mais autêntica e visual.

3. Era da assistência
Além do omnichannel, que tem como propósito integrar atendimento, gestão e marketing nos meios online e offline, é importante considerar que atualmente estamos vivemos a era da assistência.

As buscas no Google, por exemplo, já não são mais feitas a partir de palavras-chave aleatórias e, sim, por questionamentos individuais: “qual marca, produto ou serviço é melhor para mim” e “qual eu devo usar (ou comprar)”.

Os sistemas de recomendações estão em alta: Spotify, YouTube e Netflix, por exemplo, se destacam no mercado por rapidamente assimilarem nossos gostos e sugerirem músicas, vídeos, seriados e filmes similares.

Assistentes virtuais, como a Cortana da Microsoft e a Siri da Apple, se tornaram necessidade para compreender o público-alvo. Através de informações construídas por meio desses bots, é possível solucionar as dúvidas dos clientes, bem como descobrir os seus hábitos e em qual etapa do funil se encontram.

A partir de 2019, segundo a Adobe, 31% das empresas irão investir em automação (16% a mais que no ano passado). Portanto, também vale a pena conferir esse novo tipo de interface conversacional que poderá revolucionar o atendimento ao cliente e fazer marcas se sobressaírem em meio ao varejo brasileiro e mundial.

Fonte: E-Commerce Brasil

Gigante de entregas quer entregar de compras de mercado à pizzas com robô que sobe escadas

Um dos pontos de atenção do varejo tem sido o serviço de entregas, especialmente com o potencial de crescimento do e-commerce aliado ao alto custo da última milha, como é conhecido o trecho final da entrega, que responde por metade – ou até mais que isso – do custo total da entrega.

Muitas varejistas terceirizam essa parte do negócio e destinam até 30% do valor da compra para as prestadores desse serviço, como Rappi ou UberEats. Enquanto gigantes da tecnologia ou do próprio comércio criam suas próprias soluções, como a Amazon e seus robôs ou a Ikea e seus veículos elétricos. E nesta última categoria se enquadra o novo projeto da FedEx, uma das maiores e mais tradicionais empresas de entrega do mundo.

Em parceria com a DEKA Development & Research, fundada pelo criador da Segway e a cadeira de rodas iBot para escalar escadas, a FedEx quer colocar pequenos robôs para entregar compras, pizza ou café na porta dos consumidores. De acordo com a própria Fedex, em média, mais de 60% dos clientes dos comerciantes moram a menos de cinco quilômetros do local da loja.

Os testes começarão no próximo verão no hemisfério norte, no meio do ano, apenas entre lojas FedEx. Não foram listadas em quais cidades, mas com certeza Memphis, terra natal da empresa, está incluída. A ideia é que, em um futuro próximo, o robô faça parte do serviço SameDay, disponível em 1.900 cidades ao redor do mundo e que tenha estabelecido parcerias que englobam lojas como Target, Walmart e Pizza Hut, como uma opção eficiente e barata

Os robôs são movidos à bateria e possuem câmeras e softwares ajudam a detectar e evitar obstáculos enquanto percorrem calçadas e ruas a uma velocidade máxima de 16 km/h. Um dos diferenciais do protótipo – batizado de SameDay Bot – é que ele tem a habilidade de subir degraus ou qualquer outro tipo de obstáculo vertical.

Com um formato que lembra uma pequena geladeira com rodas misturo ao famoso desenho Wall-E, o SameDay Bot carrega duas telas, uma na parte de trás e outra na frente, que ajudam a se comunicar com mensagens como “olá”. A tela de trás é usada para indicar o que o robô está prestes a fazer para qualquer um que esteja seguindo, com ícones que indicam para virar à direita ou parar para fazer uma entrega.

Fonte: Portal no Varejo

Com o boleto, o risco de consumidores esquecerem de pagar até o vencimento é alto - e faz o varejo digital perder receita

A Visa criou uma tecnologia para aumentar a segurança no comércio eletrônico. A empresa de pagamentos quer reduzir o número de compras abandonadas nos carrinhos, fraudes e boletos não pagos e, assim, aumentar as receitas para as empresas de e-commerce.

O comércio eletrônico atingiu faturamento de 23,6 bilhões de reais apenas no primeiro semestre de 2018. Em 2017, foram 47 bilhões de reais, mas esse número poderia ser muito maior.

Uma pesquisa encomendada pela Visa para a comScore nos EUA em 2015 mostra que 68% dos usuários não completam a transação simplesmente por conta dos processos a serem cumpridos até a efetivação da compra – entre eles, a dificuldade de realizar pagamentos. Com o novo sistema, a Visa espera aumentar a conversão em 20%.

Uma das mudanças significativas é que novos meios de pagamento serão possíveis, como o débito. O débito oferece um risco maior porque o dinheiro sai imediatamente da conta do cliente, ao contrário do crédito, que precisa ser pago apenas na próxima fatura. Por isso, os bancos ainda não se sentem confortáveis para aceitar o meio de pagamento.

Há ainda uma parcela da população, quase 10%, que não têm uma conta bancária ou cartão de crédito internacional. Quem não usa cartão de crédito opta, muitas vezes, por usar o boleto. Em 2016, cartões de crédito representavam 62% dos pagamentos e o boleto bancário representava 9% dos pagamentos, segundo relatório eBit e Webshoppers. No entanto, com o boleto, o risco de consumidores esquecerem de pagar até o vencimento é alto – e faz o varejo digital perder receita.

“A conversão é o grande problema do comércio eletrônico. O cliente desiste porque não encontra o produto que quer, porque o site é confuso, ou até porque não há um meio de pagamento que o atenda”, afirma Hugo Costa, diretor executivo da Visa.

O novo sistema aumenta o número de informações do consumidor enviadas do e-commerce para o banco. Atualmente, apenas seis informações passam de um lado para o outro, como dados bancários e valor da compra.

Com a nova tecnologia, mais de 100 campos de informações serão preenchidos, como o produto que está sendo comprado, se é a primeira vez que o cliente acessa aquele site, se o acesso é por um celular e se é a primeira vez que o cliente faz uma compra por aquele dispositivo.

Por meio dessa troca de mensagens, o risco de fraude da transação diminui. Até o fim do ano, a Visa espera alcançar 80% de todas as lojas de comércio eletrônico com o novo protocolo, chamado de 3 DS 2.0.

Fonte: Revista Exame