Verità Tecnologia

Verità Tecnologia

Somos a Verità Tecnologia.
Temos tudo que você precisa para desenvolver seu projeto web. Suporte Ilimitado.
Hospedagem de sites, registro de domínio, comércio eletrônico, e-mail marketing e muito mais.

Segundo ele, este tipo de sistema garante que criadores de fake news não sejam identificados; Gates tem sido vítima de notícias falsas após investir no desenvolvimento da vacina contra o coronavírus

Atualmente, Bill Gates, que é um gigante da tecnologia, empresário, filantropo e investidor, tem se demonstrado um forte parceiro no combate ao avanço da Covid-19 pelo mundo. O empresário tem investido intensamente em empresas que trabalham no desenvolvimento de uma vacina contra o vírus, no entanto, diversas fake news foram criadas em torno de seus investimentos.

Em entrevista à Wired, o empresário se posicionou contra a criptografia em apps de mensagens, como o WhatsApp. A criptografia é o processo de codificação de informações que impede que qualquer pessoa que não seja o destinatário tenha acesso às mensagens. O sistema garante a privacidade dos usuários de ponta a ponta e nem mesmo o WhatsApp tem acesso às mensagens dos usuários.

Segundo Gates, é este tipo de sistema que, apesar de ser importante, garante a proteção da identidade de pessoas que promovem diversas fake news, principalmente em relação a ele e o combate ao coronavíus.

“Quando você tem essas mensagens criptografadas, não há como saber quem está por trás delas. Eu pessoalmente acredito que o governo não deveria permitir que essas mentiras e fraude ou pornografia infantil [sejam escondidas por criptografia]”, disse Gates.

O WhatsApp, por exemplo, já teve inúmeros problemas com a Justiça brasileira por não liberar mensagens dos usuários que deveriam ser usadas em investigações criminais. De acordo com o aplicativo, eles não podem liberar o que eles não têm acesso, pois nenhuma mensagem é guardada em seus servidores.

Teorias da conspiração
O filantropo já é protagonista de fake news há algum tempo e, com a pandemia, as histórias falsas tomaram outras proporções.

Gates tem investido muito dinheiro para a criação de uma vacina contra o coronavírus e era este tipo de munição que os criadores de fake news precisavam. Não demorou muito para surgir a notícia de que ele estaria investindo no desenvolvimento da vacina com o objetivo de implantar microchips e escravizar todo o mundo.

Outra inverdade foi uma história em relação ao projeto SCoPEx, de cientistas de Harvard e que recebeu financiamento da fundação Gates.

Este experimento busca espalhar minerais na atmosfera para avaliar se é possível diminuir a absorção de calor da Terra e frear o aquecimento global. Logo, os teóricos da conspiração inventaram que Gates queria diminuir a luminosidade da Terra, para que isso baixasse a resposta imune das pessoas ao coronavírus e, assim, vender mais vacinas da Covid-19.

É este tipo de teórico conspirador que se esconde por trás das mensagens criptografadas que o empresário tanto critica, além de afirmar que os governos deveriam ter controle disso.

No entanto, graças ao fundador do WikiLeaks Julian Assange e o ex-analista de sistemas da CIA, Edward Snowden, sabemos que as mensagens criptografadas protegem nossa privacidade e que existem programas governamentais de monitoramento em massa.

Fonte: Yahoo

Posts aparecerão depois que você chegar ao 'fim' do feed, ou seja, ver tudo o que seus contatos na rede postaram nos últimos dois dias; conteúdo sugerido também vai incluir anúncios

Seu feed do Instagram acaba de ficar mais longo, e não é porque seus amigos estão postando mais. O Instagram está lançando um recurso chamado "posts sugeridos", vindos de contas que você não segue mas que têm temas que podem ser do seu interesse.

Os posts sugeridos aparecerão após o "fim do feed", ou seja, quando você já tiver visto todos os posts de seus contatos nos últimos dois dias. Segundo Julien Gutman, gerente de produto no Instagram, haverá anúncios entre os posts sugeridos, mas não haverá conteúdo do IGTV ou Reels.

Um feed "sem fim" é uma forma de manter os usuários grudados por mais tempo no app (ou "aumentar a retenção e engajamento", no linguajar dos profissionais do setor), sem falar que abre mais espaço para publicidade. É a abordagem adotada, por exemplo, por concorrentes como o TikTok.

Mas segundo Gutman, a motivação por trás da decisão é outra: "Queremos apesar tornar muito fácil para as pessoas encontrar mais conteúdo relevante quando chegam ao fim do feed. Esta é a real motivação, tornar mais fácil para você se aprofundar em seus interesses", diz.

Fonte: The Verge

Função chamada 'citações' procura facilitar o acesso dos usuários aos comentários em retuítes

O Twitter está criando mais um indicador de métricas de engajamento para os tuítes do site. Segundo o que apurou o site TechCrunch, o microblog vem fazendo experimentos com a adição de um botão chamado “citações” — próximo aos tradicionais botões de retuítes e favoritados — para que usuários também consigam monitorar quais discussões os seus tuítes estão promovendo na rede.

Segundo o que contou um porta-voz do Twitter ao Tech Crunch, a nova função procura tornar os retuítes com comentários mais visíveis aos usuários do microblog.

Durante os últimos dias, alguns usuários do Twitter já puderam visualizar o novo botão nos seus tweets.

Entretanto, o resultado apresentou críticas mistas: segundo alguns tuiteiros, o recurso é confuso, pois já estão acostumados com o botão de “favoritados” localizado no canto da direita na barra dos tuítes. Outros, aplaudiram o microblog por ajudar a separar as citações dos retuítes.

Atualmente, o recurso está em fase de testes e não são todos os usuários que conseguirão visualizar o novo botão. O site também segue alguns termos que darão o nome oficial da funcionalidade.

Novas funções e mudanças no Twitter
Ultimamente, o microblog lançou duas novas modalidades: a restrição de respostas a tuítes de usuários e as mensagens de voz em tuítes.

A primeira função permite que usuários consigam limitar respostas diretas aos seus tuíte. Isso acaba "fechando" o espaço para comentar e manter uma conversa pública diretamente com o autor do tuíte.

Já a função de mensagem de voz é uma ferramenta que possibilita que os usuários do site enviem tuítes com áudios de até 140 segundos (dois minutos e vinte segundos).

Via: TechCrunch

Ranking feito pela Opensignal traz Arábia Saudita na primeira posição e EUA fora do top 10

Enquanto o Brasil ainda "patina" na adoção do 5G em território nacional, países do mundo inteiro têm usufruído, cada vez mais, da nova geração de rede de internet móvel. Em termos de vantagens, o 5G apresenta grandes avanços em relação ao seu antecessor: melhor aproveitamento da banda, menos latência, redução no consumo de bateria, e maior cobertura. Mas a velocidade talvez seja o grande destaque da tecnologia

O 5G pode atingir velocidades até 20 vezes maiores do que o 4G — cujo potencial máximo pode limitar-se a 1 Gbps. No entanto, a rapidez da tecnologia varia de país para país e é discrepante até mesmo entre operadores diferentes de uma mesma região.

E foi justamente tentando entender as peculiaridades das velocidades 5G de países mundo afora que a Opensignal divulgou um estudo ranqueando os 10 principais países com as maiores velocidades médias de download da quinta geração da internet móvel. Com exceção da China, a empresa independente de análise examinou países da Ásia, Europa, Oriente Médio e América do Norte. Confira a lista abaixo (spoiler: os EUA não figuram no top 10).

1. Arábia Saudita
O primeiro posto fica com a Arábia Saudita. Com pouco mais de um ano após o lançamento dos serviços comerciais de 5G (ocorrido em junho de 2019, pela empresa STC Group), o Reino registra uma experiência de velocidade média de download de 414,2 Mbps.

2. Coreia do Sul
Mundialmente reconhecida pelo incentivo à tecnologia, a Coreia do Sul foi o primeiro país do mundo a lançar o 5G comercialmente, no dia 3 de abril de 2019. Na época, a implantação foi realizada pela SK Telecom Co., KT Corp. e LG Uplus Corp, que tiveram forte influência na grande cobertura observada no país — atualmente, 85 das mais de 100 cidades da Coreia do Sul possuem cobertura ao 5G. Não à toa, o país registrou mais de seis milhões de assinantes do 5G em abril deste ano. A velocidade média de download do segundo lugar alcança 312,7 Mbps.

3. Austrália
Apesar de a Austrália apresentar uma das maiores velocidades médias de 5G no mundo, a cobertura do serviço deixa a desejar. Pouco mais de 10 cidades — como Sydney, Melbourne e Camberra — contam com a tecnologia, cuja velocidade média é de 215,7 Mbps.

4. Taiwan
Iniciada em Taiwan em 1º de julho, a tecnologia 5G é bem recente no país. O serviço nas cidades metropolitanas foi implementado pela Far EasTone e a rede de acesso de rádio (RAN) e tecnologia de núcleo 5G são exclusivos da Ericsson. A velocidade média de download do 5G no país chega aos 210,2 Mbps.

5. Canadá
Com velocidade média de download de 178,1 Mbps, o Canadá vive uma situação semelhante a de Taiwan. A tecnologia chegou recentemente ao país, mas já cobre as principais cidades do território, como Vancouver, Calgary, Edmonton, Toronto, Ottawa e Montreal. Diversas operadoras devem lançar os serviços de 5G em 2021, aumentando ainda mais as expectativas de melhorias no setor.

6. Kwait
Embora o 5G esteja disponível no país desde 2018, os serviços comerciais da tecnologia tiveram início em junho de 2019. O Kwait ocupa a 6ª posição da lista, com velocidade média de download de 171,5 Mbps.

7. Suíça
Além dos relógios e chocolates, a Suíça também pode ser reconhecida pela sua tecnologia 5G. O país foi um dos primeiros a implantar os serviços do sucessor do 4G, mas a expansão da tecnologia foi "freada" devido aos temores de saúde sobre a radiação das antenas 5G. A demanda de cobertura em todo o país deve ficar a cargo das operadoras Salt, Sunrise e Swisscom. A velocidade média de download do país fica em 150,7 Mbps.

8. Hong Kong
Embora os serviços 5G estejam disponíveis em mais de 90% das principais áreas da Ilha de Hong Kong, a tecnologia chega em apenas 11 dos 18 distritos do território. Com início dos serviços em 1º de abril de 2020, a tecnologia 5G no local possui velocidade média de download de 142,8 Mbps.

9. Reino Unido
Com velocidade média de download 5G de 133,5 Mbps, o Reino Unido também foi um dos pioneiros na comercialização da tecnologia — que teve início em maio de 2019. Apesar de as quatro principais operadoras do Reino Unido oferecem serviços 5G, a cobertura não é tão abrangente como o esperado.

10. Alemanha
Na última posição do top 10, a Alemanha destaca-se no quesito cobertura: estima-se que cerca de 40 milhões de alemães utilizem a rede 5G. A velocidade média, no entanto, fica bem abaixo dos outros países do ranking, alcançando 102 Mbps.

Outros países
Fora do top 10, Holanda e Estados Unidos têm "presenças de honra" no ranking divulgado. Mas a decepção fica por conta do território americano, que apresenta velocidade média de download de 50,9 Mbps — menos que o dobro do serviço 4G.

joshua-hoehne-7s1j-DZ5KYQ-unsplash.jpg

Vizinho do Canadá e uma das maiores potencias mundiais do país, os EUA ficaram de fora do top 10, apresentando velocidade média de download 5G de 50,9 Mbps. Foto: Divulgação/Opensignal

As razões para os EUA figurarem na 12ª posição podem ser uma combinação da limitação do serviço no país e da popularização do espectro de banda baixa que, apesar de se sair bem no quesito cobertura, deixa a desejar no assunto rapidez.

No entanto, é bom lembrar que o serviço 5G baseado em mmWave da americana Verizon, oferece velocidades médias de 5G que alcançam 494,7 Mbps (mais rápidas que a velocidade média da Arábia Saudita).

Conheça as maiores fraudes no e-commerce brasileiro e entenda como criar mecanismos de defesa para proteger seu ambiente virtual.

É comum ver noticiários com informações sobre o uso indevido do cartão de crédito, o que gera transtorno tanto para a empresa quanto para o consumidor. Com isso, as fraudes no e-commerce são responsáveis pela insônia de muitos empreendedores desse modelo de negócio.

Infelizmente, isto é frequente no comércio eletrônico, causando prejuízo financeiro para muitos lojistas que, sem meios de comprovar a ação fraudulenta, são penalizados com a desconfiança dos usuários. Para ajudá-los, listei as maiores fraudes no e-commerce brasileiro e como criar mecanismos de defesa para aumentar a proteção do ambiente virtual.

1.Testadores de Cartão
Se perceber um comportamento estranho de pequenas compras em um curto espaço de tempo, sua loja pode estar sendo vítima dos chamados "testadores de cartão". Os cartões clonados ou obtidos dentro da ilegalidade precisam ser testados para saber se estão aptos às compras. Quando encontram uma loja virtual vulnerável, realizam diversas transações até conseguir alto volume de compras.

2.Fraude dos pagamentos online
A hora do checkout, quando acontece a efetivação do pagamento, é propícia para as tentativas de ações fraudulentas. Para finalizar a compra, o usuário precisa informar os dados pessoais e do cartão de crédito, além do código de verificação (CVV). Se a plataforma não dispor de um sistema antifraude com travas de segurança e rastreabilidade, certamente será difícil identificar atitudes suspeitas e tomar providências cabíveis.

3.Roubo de dados
O roubo dos dados do usuário permite que o cyber criminoso se passe por ele e efetue transações nos e-commerces, principalmente naqueles em que os dados estão salvos para compras futuras. Informações pessoais como nomes, endereços, e-mail ou informações de cartão de crédito ou conta bancária são as mais visadas pelos fraudadores. De posse desses dados, eles assumem a conta do consumidor.

4.Auto-fraude
Essa fraude é um comportamento de má-fé do próprio usuário que realiza a compra, recebe o produto e contesta os valores cobrados e alega que não fez qualquer compra no e-commerce. O consumidor tem até 180 dias para contestar os valores cobrados na fatura e é exatamente o que ele faz. Monitorar o usuário que tem o hábito frequente de questionar as compras pode ajudar a detectar se trata de um adepto à auto-fraude.

5.Password cracking
O que não falta no mercado são hackers dedicados a descobrir as senhas dos usuários. Quando isso acontece, o invasor utiliza a senha para entrar no sistema e alterar os endereços de entregas dos produtos adquiridos. Essa prática gera transtorno para ambas as partes e demora a ser percebida. O cliente insatisfeito com a demora da entrega, não percebe que pode ser vítima de uma fraude. O e-commerce, por sua vez, vai absorver o prejuízo e será obrigado a devolver o valor ou enviar um novo produto ao comprador.

Mas, há algumas medidas que podem ser adotadas para inibir as ações fraudulentas e proteger tanto o e-commerce quanto os consumidores: automação de processos de pagamento, implantação de sistema antifraude, criação de histórico de fraudes com identificação de recorrências, monitoramento de compras contínuas em um mesmo dia, sistema especializado em análise de risco com foco na prevenção e certificação de segurança.

A segurança e comodidade de acesso para o consumidor são fatores essenciais para que o e-commerce ganhe visibilidade e se torne referência no mercado. Prevenir as ações de fraudes é também uma forma de proteger o próprio negócio e proporcionar um acesso seguro para garantir maior rentabilidade e lucro.

*Por Patrick Negri, co-fundador e CEO da iugu, primeira plataforma online para automação financeira do Brasil. Nascido em Dourados, no Mato Grosso do Sul, desde cedo percebeu suas habilidades na área de programação, além da grande aptidão para empreender. Aos 16 anos começou seu primeiro negócio, um mecanismo de busca online e, algum tempo depois montou uma agência digital que desenvolvia sites de vendas. Com maiores aspirações e, mesmo sem terminar os estudos, se mudou para São Paulo, onde trabalhou como CTO de uma grande empresa do segmento financeiro, até 2012, quando teve a ideia de fundar a iugu.

 

Estudo da consultoria Peclers Paris, apresentado no Hack Town, mostra a força da preocupação com o bem-estar e o crescimento dos nativos ecológicos digitais

A cada festival de inovação, seja no SXSW, Hack Town, e outros, a desconexão, a preocupação com o corpo e a retomada da alimentação natural seguida das reflexões sobre o ambiente ganham cada vez mais força. E o que todos esses temas têm em relação com as marcas? Muitas coisas. Iza Dezon, pesquisadora de tendências de comportamento e representante no Brasil da consultoria Peclers Paris, reforça que, em um primeiro momento, o sentimento com marcas, empresas e instituições é de desconfiança. No entanto, o que parece um problema no curto prazo, pode ser uma oportunidade no longo prazo.

“Observamos uma tendência da retomada de controle das pessoas em relação à alimentação, a saúde, ao corpo, e isso ocorre porque as empresas, instituições e marcas deixaram de representar a confiança que poderiam representar para as pessoas no passado. Existe a oportunidade de retomar essa relação, no entanto, isso só será possível se as marcas entenderem que o propósito não pode ser individual, da empresa, ou do negócio, ela deve se conectar ao propósito coletivo”, ressalta. Durante o Hack Town 2019, Iza apresentou quatro macro-tendências desenvolvida por filósofos, sociólogos, artistas e outros profissionais. Ela ressalta que todas elas se conectam e trazem um alerta importante para a sociedade.

Viver melhor
“As discussões sobre wellness têm crescido e aumentou a compreensão de que somente o individuo é responsável pelo seu próprio equilíbrio mental. Se por muitos anos as pessoas delegaram esse cuidado para empresas, marcas, ou terceiros, é hora de retomar o controle. Isso leva a uma jornada de autoconhecimento que começa a mudar a consciência e a relação das pessoas com elas mesmas. Isso ganha ainda mais relevância quando se considerar que, até 2050, 25% da população mundial estará acima dos 60 anos, o que aumenta a necessidade dos cuidados com a saúde.”

Corpo consciente

“O ritmo frenético e a tecnologia em escala vêm fazendo com que as pessoas se esqueçam do corpo e foquem apenas em suas telas e mentes. O processo de reencontro com o bem-estar também traz a consciência sobre o corpo e o que ele representa. Isso tem um impacto direto na forma como marcas vão pensar seus produtos. Sobretudo, porque aumenta a necessidade do desenvolvimento de produtos e serviços que foquem no envelhecimento com saúde, a performance bioativa, os produtos de cuidados femininos e o bem-estar multifatorial.”

Propósito coletivo
“A necessidade de se encontrar um propósito é uma realidade para pessoas e empresas. No entanto, segundo Iza, já não faz sentido que o foco continue no propósito individual, se ele não estiver conectado com o coletivo, os problemas da humanidade, que são complexos, não serão resolvidos. Isso faz com que aumentem as iniciativas de repensar os espaços urbanos, coletivos e as dinâmicas makers e de colaboração que ajudem a desenvolver novas dinâmicas sociais.”

Nativos ecológicos digitais
“Os nativos digitais, principalmente aqueles com menos de 30 anos, cresceram bombardeados, nas redes sociais, com informações voltadas a preocupação com o ambiente. O que como consequência positiva criou os nativos ecológicos digitais que ajudam a repensar o consumismo, o impacto do lixo e o consumo consciente. Esse grupo reforça o conceito de hiperecologia em que a conexão com o ambiente, ainda que nas grandes cidades volte a fazer mais sentido. Um dos exemplos recentes desse fenômeno é a estudante sueca de 16 anos Greta Thumberg.

Fonte: Meio e Mensagem

A falta de serviços de pagamentos para pessoas sem conta em bancos ainda é um grande desafio para o setor de venda online.

Quando iniciei este artigo, minha ideia era falar somente da inclusão digital nas lojas online. Explicar sobre a importância dos e-commerces oferecerem opções de pagamento no momento da compra para fidelizarem os clientes, bem como trazerem inovações para o negócio em um mercado cada dia mais competitivo. No entanto, acredito que a falta de serviços de pagamentos voltados para os desbancarizados ainda seja o grande desafio do setor.

No Brasil, 60 milhões de adultos não possuem contas em banco, de acordo com um recente estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). O número representa quase metade da população economicamente ativa do país. Com esses dados, fica claro o porquê de as empresas precisarem estar atentas aos movimentos globais e as novas demandas desses consumidores, que movimentam cerca de R$ 665 milhões ao ano.

Oferecer flexibilidade na hora do pagamento pode ser um diferencial para os desbancarizados realizarem compras online. Além disso, levando em consideração que os smartphones estão revolucionando a forma como os brasileiros lidam com o comércio eletrônico, as fintechs são obrigadas a disponibilizarem alternativas econômicas, eficientes e abertas para todos os lojistas que queiram realizar vendas e participar da economia.

Na PagBrasil, por exemplo, o Boleto Flash® soluciona dois dos maiores problemas do boleto tradicional: a confirmação de pagamento demorada – validamos a compra em menos de uma hora - e o layout não responsivo, ou seja, exibimos um layout otimizado da página conforme a resolução que está sendo visualizada. E mais, o pagamento pode ser feito em qualquer instituição bancária, casa lotérica ou entidade autorizada, dando oportunidade para os desbancarizados movimentarem os seus recursos.

Apenas para modelo de comparação, em novembro do ano passado estive na China. Se antigamente uma grande parte da população não estava conectada nem participava do comércio eletrônico, hoje praticamente nenhum chinês usa cartão de crédito, débito e até mesmo dinheiro em papel, devido ao uso de dispositivos móveis conectados à internet. E posso explicar o aconteceu: duas grandes empresas desenvolveram soluções com o pagamento em QR Code e implementaram esse sistema no país inteiro, dominando totalmente a economia e todos os meios de pagamentos, proporcionando uma verdadeira inclusão digital.

No Brasil, adianto que o Banco Central está com um projeto de pagamentos instantâneos que também fará uso do QR Code, na intenção de incluir todas as pessoas nos meios de pagamento. Ainda que esteja em fase de desenvolvimento, noto que a intenção da entidade é garantir mais concorrência no mercado e inovação, com regulamentação idealizada para incentivar empresas brasileiras e estrangeiras a investirem na América do Sul.

Na minha opinião, olhando a nível de América Latina, o mercado brasileiro é o mais avançado no comércio eletrônico, com tecnologias líderes em termos de fintechs. Os estrangeiros preferem investir no Brasil não somente pela lucratividade, mas porque a mentalidade dos brasileiros é aberta para novas tecnologias.

*Por Ralf Germer, CEO e co-fundador da PagBrasil, fintech brasileira líder no processamento de pagamentos para e-commerce ao redor do mundo

 

A paulistana GoodStorage aluga compartimentos na capital paulista para guardar de móveis de pessoas físicas a parte do estoque de empresas de e-commerce

Apartamentos cada vez menores, metro quadrado mais caro próximo aos grandes centros e um setor de comércio eletrônico que cresce dois dígitos ao ano e pode chegar a 10% do varejo em 2023.

Foi neste cenário que o então analista Thiago Cordeiro decidiu deixar os grandes bancos de investimento — onde desde 2003 tinha como função procurar bons ativos no mercado imobiliário — para criar uma empresa que desse utilidade ainda maior ao metro quadrado no qual ele até então investia.

Cordeiro pensou em soluções que iam da moradia estudantil à moradia para idosos, mas a saída que encontrou foi comprar imóveis nas regiões centrais da capital paulista para guardar coisas. Assim nasceu a empresa de armazenamento GoodStorage, que saiu do papel no fim de 2013 com o intuito de atender a pessoas físicas que quisessem alugar um espaço para deixar bens que não coubessem em suas próprias casas.

A companhia seguiu o conceito de self storage (ou auto armazenamento), que surgiu nos Estados Unidos na década de 1960. Soa como o bom e velho galpão sujo para móveis e objetos encalhados, mas a ideia, segundo Cordeiro, é ser “uma extensão” da casa das pessoas físicas ou do estoque das empresas.

As atuais 13 unidades em funcionamento da GoodStorage estão em bairros como Tatuapé, Vila Olímpia, Lapa, Aclimação, Morumbi e marginal Tietê. O preço médio por metro quadrado é de 65 reais por mês, a depender do espaço alugado, e o foco são lugares estratégicos e com grande circulação de pessoas, alguns mais próximos ao centro do que outros.

“A ideia não é ter suas coisas jogadas em um galpão distante que você nunca mais vai ver, mas tê-las perto de casa ou do trabalho e poder acessá-las de forma fácil”, diz Cordeiro, hoje presidente e sócio minoritário da GoodStorage.

Colorido e bem localizado
Como a ideia é que as pessoas entrem e saiam o tempo todo, os galpões da GoodStorage são todos coloridos e com mais cara de escritório de startup do que de quartinho da bagunça.

Em cada unidade há pequenos (ou grandes) compartimentos, que vão de 1 a 500 metros quadrados, a depender da necessidade de cada locatário. Há até um espaço de co-working na portaria e café grátis para os clientes utilizarem enquanto estiverem por lá.

O contrato para locação é flexível: o usuário paga mês a mês, com contrato 100% digital, e pode cancelar a assinatura a qualquer momento sem taxas.

Há usos de todos os tipos para os compartimentos, dos que precisam de espaço para guardar móveis enquanto estão se mudando a quem aluga para guardar itens de colecionador. (A empresa conta o caso de um grupo de estudantes de Direito que, morando longe do centro, alugou um compartimento para fazer uma pequena biblioteca.)

“São Paulo tem muita gente, tem escala. Há muitos eventos acontecendo na vida das pessoas que fazem com que elas precisem de soluções”, diz Cordeiro, quando questionado se a solução teria público para continuar crescendo no Brasil.

Apesar das muitas utilidades, o mercado ainda é incipiente por aqui: além da GoodStorage, há cerca de 150 empresas atuando no setor de self storage, com nomes como GuardeAqui, MetroFit e Local Box. São 250 unidades do tipo em operação em todo o país, totalizando 500.000 metros quadrados para locação e faturando cerca de 315 milhões de reais ao ano, segundo a Associação Brasileira de Self Storage.

Contudo, Cordeiro afirma que a solução, que já vem com limpeza, segurança e estrutura do local, pode ser mais interessante — e barata — do que alugar um apartamento maior. “Qual de fato é o gasto daquele quarto a mais que só serve para armazenar coisas? Tanto para empresas quanto para pessoas físicas, se colocado na ponta do lápis, é possível ter uma estrutura mais enxuta e flexível”, diz.

Solução para o e-commerce
Com a diversidade de possibilidades de uso dos metros quadrados da GoodStorage, a solução, que nasceu como serviço para pessoas físicas, acabou começando a fazer sentido também para empresas.

A ascensão do e-commerce no Brasil (responsável por 4% das compras no varejo no ano passado, segundo a eBit/Nielsen), somado a um MBA com foco em logística que Cordeiro fez na Northwestern University, em Chicago, nos Estados Unidos, fizeram o empresário começar em 2017 a adaptar parte do negócio para foco na pessoa jurídica.

Muitas empresas não têm estoques próprios, ou os têm muito longe dos grandes centros. Assim, os compartimentos da GoodStorage são úteis na chamada “última milha” (last mile, no termo logístico em inglês), a última etapa do produto antes de chegar à casa dos clientes.

EXAME visitou uma unidade na rua Pedroso de Morais, coração do bairro de Pinheiros, na zona oeste da capital paulista, um dos bairros com o metro quadrado mais caros de São Paulo. Por lá, já é possível ver os responsáveis por uma pequena empresa que aluga equipamento para festas trabalhando em mesas dentro de seu próprio compartimento, ou motoboys da startup de entregas Loggi se encontrando com o locatário de um dos estoques da unidade para pegar mercadorias e levar até algum cliente.

“As empresas podem testar self storage como ponto avançado de estoque. Dá para, por exemplo, alugar mais espaço durante épocas como Dia das Mães ou Black Friday, ou ver onde está sua frequência de entrega e fortalecer a presença ali”, diz Cordeiro.

Usar a GoodStorage como estoque tem limitações: apenas pessoas autorizadas podem entrar nos compartimentos, de modo que um motoboy não conseguiria ir até as unidades da GoodStorage retirar uma mercadoria. As empresas, contudo, podem deslocar um funcionário autorizado para dar os produtos aos entregadores.

Pessoas jurídicas respondem por 30% dos clientes da GoodStorage (e metade do espaço alugado), mas a meta é que essa fatia chegue a 50% nos próximos anos. A empresa vai abrir na marginal Pinheiros neste mês sua primeira unidade híbrida, em que o primeiro andar será todo dedicado a pessoas jurídicas.

WeWork dos estoques
A solução da GoodStorage para os estoques vai na linha de companhias como a WeWork, que aluga espaços de co-working em áreas bem localizadas da cidade para empresas cujo investimento em um escritório próprio não valeria a pena.

“É uma forma de rentabilizar o metro quadrado”, diz Paulo Humberg, presidente da companhia de investimentos em tecnologia A5 Digital. “Mas é uma solução cara para muitas pessoas físicas, nem todo mundo vai pagar mais de 200 reais ao mês para guardar coisas. Para negócios, faz um pouco mais de sentido.”

Com entregas precisando ser cada vez mais rápidas, ter esses pontos avançados de estoque passa a ser um diferencial para empresas. As grandes varejistas já estão se movimentando para que suas próprias lojas físicas atuem como um ponto de estoque de última milha, mais bem localizado que seus grandes centros de distribuição, no geral afastados das cidades.

Contudo, Humberg acredita que o mercado de armazenamento, tal como acontece no exterior, vai trazer a cada dia soluções diferentes, de modo que um modelo de guardar coisas pode tornar-se obsoleto. “Talvez o grande desafio de empresas como a GoodStorage seja continuar no caminho da inovação e trazer cada vez mais novas soluções.”

Por ora, o foco da GoodStorage é consolidar o modelo para pessoas jurídicas e crescer em São Paulo. A empresa recebeu em 2019 aporte de 250 milhões de reais do fundo americano Evergreen, para além de 150 milhões de dólares que já havia recebido do Evergreen e do brasileiro HSI em 2013.

A expectativa é abrir nove novas unidades até 2020, totalizando 120.000 metros quadrados para locação, segundo Cordeiro. “Se vamos ser uma empresa com 200 unidades, só o tempo vai dizer. Mas sendo uma de 50, já conseguimos ser rentáveis.”

Fonte: Exame

Gabriel Gomes, da Red Bull, alerta, em painel no Hack Town, sobre a necessidade de que a inovação vá além de produtos ou serviços

Projetos sociais originados dentro de empresas, geralmente, acabam sendo realizados no automático ou apenas como forma de destinar uma verba específica a um tema considerado nobre. Colocar o social em uma caixinha, no entanto, não faz sentido. Diante de todas as transformações sociais, se as empresas não pensarem inovação de forma consistente, elas terão um problema.

Muitas dessas visões foram compartilhadas por Gabriel Gomes, gerente de inovação na Red Bull Brasil, em painel no Hack Town 2019. Gabriel recebeu para uma conversa o empreendedor social Jefferson Quirino, integrante da rede Red Bull Amaphiko, que fundou o projeto Favela Radical, focada em utilizar o esporte radical como ferramenta de impacto social no Morro do Turano, no Rio de Janeiro.

De acordo com Gabriel, inovação deve ir além do produto ou serviço principal das empresas e sempre ter o impacto social como centro. “Discutir projetos sociais hoje é muito mais sobre criatividade do que sobre terceiro setor. E o importante é pensar, neste contexto, a tecnologia como algo que vá além do que apenas ser um suporte, mas como algo que transforme, de fato”, explica Gabriel.

Como? tão importante quanto O que?
“Muitas das empresas que querem gerar valor não possuem produtos e serviços que, diretamente, sejam considerados inovações sociais. E se a empresa se perguntar apenas o que ela possui em relação à inovação social, isso pode ser um fator limitante. O como tem o mesmo peso e pode abrir um leque de possibilidades. Ainda que uma empresa produza uma xícara, ela pode se perguntar como pode inovar em seu impacto, na sua cadeia, e no valor que ela gera além dos produtos”

Inovação é sobre processo e não sobre resultados
“Muitas vezes a inovação morre porque os processos não a protegem. Inovação é muito mais sobre os processos e menos sobre resultados. Inovação é sobre as metodologias e as maneiras de organização de iniciativas. Para que ela aconteça é necessário que as coisas sejam feitas de forma diferente de como foi feito até aqui. Inovação sem processo não existe e logo, não gera resultados”

Ou inovação é social, ou estamos perdidos
“Não há necessida de juntar as palavras social e inovação, se a inovação não for social estamos perdidos. Se fosse utilizado o termo social, entende-se que existe inovação que não é social, e isso não faz sentido. Inovação deve fazer parte de mudanças voltadas para a economia, o ambiente, a política e outros aspectos da nossa sociedade”

É sobre criatividade, não apenas sobre tecnologia
“A tecnologia é importante, mas inovação tem muito mais relação com a criatividade. Seja IoT, blockchain ou o que surgir, sem criatividade e propósitos elas não fazem sentido”

 

Fonte: Meio e Mensagem

O mercado de comércio eletrônico da Rússia no primeiro semestre de 2019 cresceu 26% em relação ao ano anterior. Segundo informou o diário Vedomosti no último dia 02 de setembro, o valor foi de US$ 11 bilhões). O número de compras online foi de 191 milhões no período coberto pelo relatório — um recorde de 44%.

Os maiores varejistas do e-commerce representaram a maior parte do crescimento. O varejista Wildberries, líder do mercado eletrônico Rússia, quase dobrou seus pedidos — fechou em 61 milhões, respondendo por quase um terço das compras online na Rússia. Os dados da própria empresa elevaram o faturamento no primeiro semestre de 2019 em US$ 1,27 bilhão). Segundo informado, foi um aumento de 79% — e deve superar os 200 bilhões de rublos (US$ 3 bilhões) em 2019.

Gigantes da Rússia
O Wildberries é o maior site de comércio eletrônico da Rússia e vem crescendo vertiginosamente nos últimos anos. Sua fundadora, Tatyana Bakalchuk, tornou-se a segunda bilionária feminina da Rússia no início deste ano, depois que a receita da empresa ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão.

O varejista online Ozon, do conglomerado de investimentos AFK Sistema e Baring Vostok Capital Partners, aumentou os pedidos em 85% (para 11,5 milhões) e em 80% em termos monetários (para US$ 478 milhões).

A pesquisadora Data Insight observou que o crescimento dessas “gigantes” ainda não canibalizam o negócio dos demais varejistas. Outros 500 varejistas de grande porte também aumentaram suas encomendas em uma média de 21% — a taxa do crescimento acelerado (de 14%) começou em 2018.

O número de compradores online que fazem mais de 15 compras anualmente aumentou 25%, enquanto os produtos de 3-4 categorias diferentes também cresceram. No entanto, o ticket médio diminuiu em 14% (para US$ 57).

Os comércio eletrônico da Rússia cresce dez vezes mais rápido do que a economia real e o varejo tradicional. Atualmente, as vendas online representam cerca de 4,5% do faturamento total do varejo da Rússia. Praticamente dobrou ano a ano e está a caminho de compensar 8% do faturamento do varejo até 2021.

Fonte: Ecommerce Brasil